A Disney pode estar negociando com o YouTube a exibição de vídeos da companhia no portal. De acordo com o The Wall Street Journal da última segunda-feira, o acordo envolveria videoclipes da Disney e conteúdo da ESPN.
O jornal aponta que a Disney receberia os ganhos com publicidade e, em seguida, repassaria uma parte da receita para o portal de vídeos.
No entanto, o acordo entre as empresas ainda estaria sendo negociado. Além disso, não haveria expectativa para exibição de episódios completos de programa de TV, uma vez que esse conteúdo já é distribuído pela Disney no ABC.com.
Fonte: Redação Adnews
O EDU, nova ferramenta do YouTube, vai selecionar melhores apresentações, debates e programas educacionais ou acadêmicos disponíveis em sua base de vídeos.
Um grupo voluntário de funcionários do Google vai selecionar, através do YouTube EDU, os melhores vídeos que serão destacados na página do projeto e, nos finais da semana, vão ficar na página principal do site.
As universidade de Stanford, Berkley, Califórnia, Minnesota, a Harvard Business e o MIT já possuem canais oficiais no YouTube para divulgar seu conteúdo.
O YouTube anunciou outras novidades, como a estreia de um botão que permite a publicação do link de vídeo direto para o Twitter e melhorias na exibição online e no uso das credenciais do Google.
Fonte: Redação Adnews
Você está em início de carreira, não conhece ninguém mas sabe onde quer chegar. Use um atalho: participe de forma inteligente e construtiva dos ambientes onde estão as discussões de seu mercado e seja reconhecido.
Você certamente já pesquisou o seu nome no Google e viu que é possível visualizar comentários e posts feitos por você em blogs, além de suas notas da faculdade, fotos, inscrições e resultados para concursos.
Parte de sua vida está lá exposta e dificilmente poderá ser apagada.
Cada interação com a web transmite impressões de quem você é ou por onde você anda. Além disso, existem os sites de relacionamento, como Orkut, MySpace, Facebook, Twitter e Linkedin.
Através deles é possível coletar inúmeras informações a seu respeito. É exatamente a junção de todos esses dados, disponibilizados na internet, que constrói a sua reputação online.
Os “headhunters” (caça talentos) e as empresas de recrutamento já descobriram isso e utilizam este recurso há muito tempo.
Possivelmente, antes de uma entrevista, executam uma pequena pesquisa pelo nome do candidato na rede. Caso você costume participar de comunidades do tipo “Eu odeio isso…”, ou que estejam relacionadas à violência, à homofobia, à pornografia ou a qualquer tema polêmico ou negativo, fique atento, pois isso pode interferir diretamente nos resultados de suas entrevistas ou seleções.
Apesar de toda essa exposição, há um grande ponto positivo a ser extraído dessa espécie de vitrine na qual a internet transformou-se: para tirar maior proveito dela, procure descartar a criação de perfis que sirvam apenas para demonstrar ou fazer referência à sua vida pessoal.
Se você, realmente, deseja ser bem sucedido com o apoio da web, utilize as redes sociais para ser visto como um bom profissional. Acompanhe comunidades que sejam pertinentes ao seu trabalho, a sua carreira e aos seus interesses profissionais.
Abaixo, separei quatro dicas que considero fundamentais.
Dicas para uma boa reputação online.
LinkedIn: Você ainda não possui um perfil no LinkedIn? Crie hoje. O LinkedIn é uma rede social profissional. Diferente do famoso Orkut, serve para você mostrar suas qualificações e experiências profissionais. Muitas empresas de recrutamento e seleção o utilizam como guia e fonte de pesquisas. Então, não perca tempo!
Blogs: crie um blog que contribua com conhecimento. Criar por criar, apenas para utilizar como um “diarinho” não é uma boa ideia. Escrever sobre o que você sabe ou conhece é a forma mais fácil de obter sucesso. A internet contém milhares de blogs e para ser notado é preciso ser relevante.
Comentários: comente assuntos em blogs e fóruns que você tem interesse e que tenham relação com seu trabalho. Seja para estimular um debate ou para mostrar interesse em aprender. As empresas e profissionais leem blogs e acompanham comunidades relacionadas ao seu negócio; se você participa e contribui positivamente poderá ser lembrado em uma seleção.
Português: você não precisa ser candidato à Academia Brasileira de Letras para contribuir e escrever; no entanto, escreva corretamente. Erros de português passam uma imagem muito negativa.
Enfim, existem inúmeras outras dicas do que fazer e do que não fazer. Deixo isso pra outros posts. O importante e não esquecer que você está sendo visto por todos. Cuidado com a sua reputação online e não esqueça de ser sempre sincero. [Webinsider]
Estudo realizado em 306 das 500 Maiores Empresa da revista Exame mostra que a metade não utilizam tags para métricas em seus sites. Entre as que usam, predomina o Google Analytics.
Entre as empresas no Brasil que usam softwares de web analytics, grande parte ainda os utiliza mais para quantificar visitantes e páginas vistas do que para otimizar os processos em seus sites.
No entanto, algumas mudanças já podem ser identificadas nesta fotografia, como indica um estudo (arquivo pdf) desenvolvido pela WA Consulting no período de janeiro e fevereiro deste ano.
O objetivo do estudo era saber que tipos de softwares de web analytics baseados em tags são utilizados no mercado brasileiro, considerando um grupo de 306 empresas listadas entre as 500 Maiores e Melhores da revista Exame.
Para auxiliar na pesquisa foram usadas duas extensões do Firefox (WASP e Ghostery).
Tags ou logs?
Cerca de 50% dos sites não têm qualquer tag em suas páginas e provavelmente ainda usam os arquivos de log.
Nas empresas em que a migração ocorreu, o Google Analytics é o mais utilizado (68%), seguido por Omniture (10%) e Webtrends (7%). Certifica, do Chile, e Predicta, têm 3% do mercado cada um. Outros programas, como Clicky, Coremetrics, Estat e Tracker, têm 9% do mercado juntos.

Google Analytics é o software mais utilizado em 306 empresas entre as 500 Maiores e Melhores da revista Exame.

Segundo a consultoria, um dado que chama a atenção é o número de empresas que ainda têm a versão antiga do Google Analytics (o Urchin) - cerca de 53%. Ou seja, estão deixando de utilizar as novas facilidades do software.
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Mais da metade das empresas que usam o Google Analytics ainda contam com a versão antiga, quando o GA ainda era Urchin.
Também foram analisadas as empresas que têm mais de um web analytics. Somente 7.2% utilizam outro software e, com ele, o Google Analytics.
A análise de utilização de web analytics mostrou que montadoras de automóveis, empresas de bebidas, e-commerce, eletrônica, farmácia e os portais são as que mais aderiram aos web analytics com tags, com mais de 60% de penetração.
Na outra ponta, temos as indústrias como alimentação, educação, governo, bancos, serviços com menos de 40%.
Conclusões
O mercado brasileiro na web é um dos maiores do mundo, com mais de 50 milhões de usuários. Segundo a WA Consulting, as empresas começam a entender a necessidade de conhecê-lo cada vez mais, em busca de melhorar seus processos, investir verba publicitária no lugar certo e melhorar a fidelização dos seus clientes.
A consultoria acredita que o mercado de web analytics no Brasil vai crescer a passos largos. E o mercado mais promissor para a compra de serviços de análises e consultoria em métricas em 2009 está nos segmentos compostos pelos bancos, pelo governo, telecomunicações e educação.
Fonte: [Webinsider]
O primeiro passo para preparar seu site para ser encontrado e bem rankeado pelas versões mobile dos mecanismos de busca é assegurar-se que seu site possui uma versão otimizada para tais dispositivos.
iPhones, Blackberrys, Smartphones, banda larga 3G. Essas tecnologias chegaram ao Brasil e vieram para ficar. À medida em que as operadoras vão ajustando os preços e pacotes de seus planos de dados, mais e mais dispositivos móveis capazes de acessar a internet chegam às mãos dos usuários brasileiros e, com eles, as versões mobile de todos os mecanismos de busca.O seu site está pronto para ser encontrado e acessado por esses usuários?
O primeiro passo para preparar seu site para ser encontrado e bem rankeado pelas versões mobile dos mecanismos de busca é assegurar-se que seu site possui uma versão otimizada para tais dispositivos. Experimente acessar seu site via seu celular e fique horrorizado. E com razão. Com quase absoluta certeza todos os belos gráficos, o layout web 2.0 e boa parte das funcionalidades está simplesmente desligada e indisponível.
Algumas coisas vêm direto à mente quando pensamos sobre isso. Primeiramente, usuários móveis são limitados principalmente por dois fatores: tempo e espaço de tela. Carregamento rápido, leve e flexível do site é primordial. As informações mais importantes do seu site estão disponíveis logo no topo? A navegação está acessível? O texto está legível?
Lembra aquele estudo de acessibilidade que você descartou do orçamento porque deficientes visuais não eram exatamente seu público-alvo? Pois é, no mundo dos browsers de celulares, somos todos quase cegos.
Partindo para um lado mais técnico, há uma variedade de tecnologias e padrões a considerar na criação de uma versão mobile do seu site. As páginas devem ser criadas em WML ou XHTML e devem seguir os padrões estabelecidos pelo W3C. Há uma série de novos doc-types disponíveis para serem colocados nas páginas.
As ferramentas de web analytics já possuem módulos específicos para rastreamento de acessos por dispositivos móveis. O SiteCatalyst, da Omniture, já conta até mesmo com módulos específicos para rastreio de aplicativos criados para iPhone ou Blackberry.
O que nos leva a uma outra consideração: o mercado móvel está em crescimento, mas será que deve receber o mesmo tratamento que o seu website principal?
É preciso rever conceitos, estratégias e táticas para nos assegurarmos de estar entregando a informação certa ao público certo. Então, seu público já usa tecnologia móvel? Ora, basta dar uma olhada nas estatísticas que sua ferramenta de web analytics mostra atualmente, nas seções de browsers utilizados para acessar seu site. Realizar uma pesquisa de fato com seus usuários também é uma boa ideia. Que partes de seu site eles gostariam de poder acessar a partir do celular?
O que realmente importa é que, independente do tipo da sua presença web, você terá que se preparar para esta nova fronteira.
Fonte:Webinsider
Otimização do site H-MAX Locação. A palavra a ser trabalhada será container.
Saiba mais sobre container , no site da H-MAX Locação em Presidente Prudente ( sede) e Salto/SP ( filial ).



