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27 de Julho de 2012
Fernanda Batistella

Regras de promoções e concursos nas redes sociais: O que pode e não pode fazer

Se você acha que regras para sorteios e promoções no Facebook é um assunto mais passado que Orkut, tire essa ideia da cabeça e leia este post até o final. Realmente esse tema já foi muito discutido e esclarecido em vários blogs, mas muitas empresas desconhecem – ou insistem em desconhecer – as boas práticas impostas por essa rede social.

Hoje todos nós sabemos que uma das melhores formas de interagir com os usuários é através de sorteios e promoções, pois aumenta o número de usuários curtindo, comentando e compartilhando as novidades da sua página, e consequentemente cresce a divulgação da marca. E como ficou cada vez mais comum esse tipo de ação, o Facebook criou as guidelines, que os lindos da social media já estão carecas de saber: “as guidelines são as regras e as linhas mestras para que você consiga criar campanhas de sucesso e anunciar no Facebook sem correr o risco da sua página sofrer algum tipo de punição e ser excluída.”

Entretanto, o que mais encontramos no Facebook são as pequenas (e até mesmo as grandes) marcas descumprindo as normas e divulgando promoções do tipo: “curta essa publicação e compartilhe essa imagem para concorrer” ou então “compartilhe essa imagem e marque 5 amigos nessa publicação para participar do sorteio”.

As regras são claras, e não é permitido esse tipo de ação em sorteios e promoções. Para que se faça a distribuição gratuita de brindes através de sorteios é necessário registrar a promoção em órgãos competentes, como a Caixa Federal. Todavia, ninguém realiza este processo pelo fato de ser mais burocrático, ter um custo elevado e envolver um prazo bem maior. Dessa forma, para se isentar de qualquer relação com a marca e a promoção realizada, o Facebook lançou essas regras e permitiu que se realizassem essas ações dentro de aplicativos.

Por ser bem mais cômodo o usuário apenas “curtir” ou “compartilhar” a imagem, a maioria das marcas não se preocupam em usar aplicativos para realizar a promoção, e por isso acabam tendo maiores resultados do que os que agem em conformidade com as regras impostas pelo Facebook. Se essas páginas vão continuar sem receber nenhuma punição eu não sei, mas para você não cair numa fria e ser um profissional ético, veja esse magnífico infográfico criado pela W3Haus e o advogado Matheus Bilhalva da BRR Soluções Jurídicas, e retirado do site Update or Die.

Veja com atenção, procure seguir essas regras e torcer para que um dia todas essas páginas sejam punidas e o cliente pare de achar que a grama (artificial) do vizinho é mais verde:

29 de Julho de 2011
Fernanda Spinosa

Mídias Sociais e o comportamento do consumidor

Para se falar sobre mídias sociais e empresas que querem fazer parte desse mercado é necessário levar em consideração o fator principal, o que dá vida a elas: o usuário, ou indo mais adiante, estar atento ao comportamento das pessoas nas redes sociais para poder se adequar a elas e estabelecer relacionamentos com elas.

E o que esse consumidor anda fazendo nas redes sociais? Comprando, vendendo, compartilhando experiências e expressando suas opiniões. Dentro desse contexto podemos dizer que o cenário de compra e venda é diferente de alguns anos atrás. Hoje, com apenas alguns cliques você pode comprar e tem em casa aquele produto que você acabou de ver na TV. Junto com essa rapidez de acesso ao produto vem também a rapidez no compartilhamento de informação, tanto sobre o produto quanto sobre o que os consumidores dizem sobre eles.

Li um artigo blog A Quinta Onda, falando sobre uma pesquisa que apontou: 73% das pessoas confiam mais nos colegas do que na recomendação de especialistas e que 79% das pessoas são influenciadas nas compras de produtos e serviços pelos posts de amigos nas redes sociais, ou seja, cada vez mais o consumidor procura meios para se informar e ir preparado para a compra. Então, qual seria o papel da empresa em meio a isso tudo? Como devo abordar meu cliente e fazer com que ele me escute?

A chave de tudo está no diálogo e em como se dá relacionamento dessa empresa com seu possível cliente on-line e offline também. Dave Evans, em seu livro Marketing de Mídias Sociais – Uma Hora por dia”, levanta alguns tópicos que podem levar ao que ele mesmo chama de “raízes da evitação”. Para ele, resumidamente, o cliente não gosta de se sentir invadido e aprecia empresas que lhe apresentam soluções para seu problema ao invés de enviar apenas um anúncio. É como se a pergunta que os consumidores estão fazendo fosse a seguinte: “se você tem que me interromper ou incomodar para transmitir seu anúncio, até que ponto o que você tem a oferecer realmente tem valor? Se acha que sou bobo o suficiente pra cair nessa, como posso confiar em você?”

As empresas precisam entender que hoje os consumidores querem informações sobre os produtos e serviços que lhe interessam, querem compartilhar boas experiências e, infelizmente, também vão compartilhar quando a experiência for ruim.

Cabe à empresa fazer um estudo aprofundado sobre o comportamento do seu público alvo, entender sua linguagem, verificar suas necessidades e apontar oportunidades para iniciar esse relacionamento, sem que o cliente se sinta invadido. É a partir desse estudo, de entender como o cliente se comporta é que a empresa poderá produzir o conteúdo relevante a ele e estabelecer uma relação sadia entre empresa X cliente.

14 de Julho de 2011
Rafael Lucas

Google + Empresas: Os testes começaram.

Contabilizando a cada dia um número maior de usuários, o Google + apresentou ontem (12) uma pesquisa com seus 10 milhões de usuários, obtidos em apenas duas semanas de vida. Tudo indica que o número dobre até o final de semana, caso mantenha as expectativas.

Comparações com o Facebook a parte, o Google acredita que o Plus é uma nova forma de compartilhar conteúdo, organizando círculos sociais e utilizando a vídeo conferência de maneira mais simples.

O post de hoje, porém, é para alertar as empresas que, por enquanto, o Google + não aceitará perfis públicos. Algo como a Fan Page do Facebook está sendo pensada, mas ainda não passou da fase de testes.

O gerente de produtos da Google, Christian Oestlien, reforça que: “Neste momento estamos focados na otimização para a experiência de consumidor, mas temos uma grande equipe de engenheiros construindo uma experiência em negócios otimizada para o Google+”.

Oestlien confirma que várias marcas famosas abriram perfis corporativo na rede, como a Ford, por isso, pede paciência e reafirma “Nós desencorajamos os negócios a usarem perfis regulares para se conectarem com os usuários do Google+. Nossa equipe de política vai trabalhar ativamente com os donos do perfil para desligar perfis de não-usuários”.

Se você deseja participar dos testes com estes novos perfis, vale se cadastrar na página de acesso a esse programa limitado e cruzar os dedos para ser escolhido. O endereço é este aqui: goo.gl/zq95C .

29 de Junho de 2011
Fernanda Spinosa

Web Vídeos: uma opção a favor da sua marca

Hoje falo um pouco sobre a utilização de vídeos na internet e como eles podem ser opção de mídia para sua marca.

Não é de hoje que o consumo de vídeos na web vem mudando. Alguns aspectos como o aumento do acesso a banda larga e ferramentas de produção mais acessíveis (câmeras, celulares, etc) fazem com que mais vídeos sejam postados e vistos diariamente, além do aumento do tempo online dos brasileiros. Segundo infográfico publicado no site mvflux, em 2011 cerca de 48 horas de vídeos são postadas por minuto no YouTube (clique para ver o infográfico completo) e esses vídeos são facilmente distribuídos através das mídias sociais, em um simples esquema de “muitos enviando dados para muitos”.

Mas como inserir minha marca nesse contexto? Como fazer com que meu vídeo seja forte na Web? Não existe uma fórmula secreta, mas a chave de tudo, novamente, está no conteúdo relevante.  E alguns passos interessantes podem ser citados:

Escolha do conteúdo

Uma boa dica é começar com a pergunta “O que as pessoas falam em seu dia-a-dia que eu posso incluir o meu produto, a minha marca?” Conteúdo divertido, inusitado ou simplesmente diferente do “já feito pelos outros” é capaz de te levar além, o importante é fazer com que esse conteúdo tenha relação positiva com a sua marca e seu público alvo.

Uma opção são vídeos explicativos sobre os benefícios e funcionamento de seu produto, pois podem ajudar seu consumidor e traz segurança e confiança quanto a sua marca e isso fará com que ele divulgue mais o seu conteúdo, positivamente. Mostrar seu produto em situações o cotidiano faz com que ele seja visto como útil. Um exemplo simples e eficiente, com mais de 60.000 visualizações é um vídeo explicando as funções do Samsung Star 3G. (clique para ver o vídeo).

Ser claro e objetivo.

Vídeos curtos e que passam a mensagem de forma clara são mais bem vistos e lembrados, do que aqueles que duram mais de 10 minutos. (salvo vídeos que necessitam REALMENTE de um conteúdo maior, como documentários).

Edição dos vídeos

Os vídeos não precisam ser 100% profissionais mas precisam de cuidado quanto a qualidade e a detalhes que, se não percebidos, podem acabar com sua campanha, como áudio baixo, imagem desfocada, entre outros. Lembre-se, é a imagem da sua marca que está em jogo.

Onde posso divulgar meus vídeos?

Existem diversos players quando se fala em compartilhamento de vídeos mas o YouTube é, sem dúvida, um dos mais conhecidos. Segundo André Telles, em seu livro A Revolução das Mídias Sociais, o YouTube tornou-se um dos destinos líderes para conteúdos em vídeo, em grande parte em razão da sua simplicidade: tudo o que você precisa é de uma câmera e algo a dizer. Ao incluir vários vídeos, você automaticamente começa a criar um canal (uma espécie de página para seus vídeos), tudo isso para que as pessoas explorem o conteúdo que você ou sua marca tem a oferecer, em uma página só.

As ferramentas são muitas e estão aí para ajudar, basta uma câmera em mãos e idéias para concretizar. Mãos a obra e bom trabalho.

21 de Junho de 2011
Fernanda Spinosa

Atenção para as ações online da sua empresa

As empresas estão ocupando um grande espaço dentro das mídias sociais. A pesquisa Marketing Visão 360°, realizada pelo Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research International, aponta que 90% das empresas – nacionais ou multinacionais – realizam ações de Marketing no Ambiente online. Entre essas ações estão o uso de Email Marketing, Redes Sociais e Links Patrocinados.

Isso é bom, mostra que as empresas estão quebrando paradigmas e se adequando a outros tipos de ações, porém, alguns cuidados devem ser tomados. Para não falar muito mais do mesmo e me tornar repetitiva, vou chamar a atenção para detalhes que muitas vezes passam despercebidos e fazem a diferença na sua campanha online.

Suporte para quem cuida das mídias sociais

Seja uma agência digital ou uma equipe da própria empresa que cuide das ações online, é fundamental que a empresa dê suporte para esse pessoal. Algumas empresas não percebem essa importância e deixam a equipe na mão quando necessitam de informações para passar ao cliente e, consequentemente, a ação online fica comprometida.

Ferramenta não é estratégia

Muitos donos de empresas estufam o peito e dizem quando questionados sobre ações online: “ah sim, temos um perfil no twitter e uma fanpage no facebook, estamos nas mídias sociais com tudo!” Engano, isso não basta. Se não há planejamento não há estratégia e muito menos ação online. Cada passo deve ser pensado, cada email planejado, buscar quais clientes pretende atingir, qual mídia usar…e toda a empresa deve estar sabendo de cada ação e os funcionários devem estar engajados e preparados para atender os clientes que virão após as ações.

Se a ação online não é importante, melhor não fazer

Se sua equipe de marketing chega com uma nova proposta ou alguma dúvida e você, dono da empresa, deixa pra depois, é melhor começar a rever seus conceitos e as reais necessidades de estar online ou não. Infelizmente ainda vemos empresas que não dão importância para esse tipo de mídia e levam as ações “pelas coxas”. A ação online é uma atividade empresarial como outra, como a contabilidade ou setor de compras e se você não a valoriza melhor não começar.

Quando sua empresa quiser começar uma ação online não tenha receio e invista, são ações que trazem o cliente pra perto da empresa e os retornos são visíveis, mas fique atento para não levar sua campanha abaixo.

16 de Junho de 2011
Fernanda Spinosa

Redes Sociais como banco de dados e informação

Que as redes sociais estão no auge e fazem parte do dia a dia de milhões de pessoas todo mundo já sabe. Mas o que fazer com esse conteúdo todo gerado nas redes sociais? Ou melhor, o que sua empresa pode fazer com esse conteúdo?

Antes de chegar ao ponto, vamos definir dois conceitos que ajudarão a entender:

Web 1.0: é a denominação dada para a primeira geração da internet. A internet, em seu início, era utilizada apenas para fins de pesquisa. Seu trunfo era a grande quantidade de conteúdo porem os sites não eram interativos e o usuário era um mero espectador da página que ele acessava.

Web 2.0 (hoje em dia): o usuário deixa de ser mero espectador e passa a ser ator principal, além de buscar conteúdo, passa a criar conteúdo e informação de forma autônoma. Surgem as mais diversas formas de interatividade e vem tomando força significativa a partir das mídias sociais, canais onde o usuário tem a total liberdade de criar conteúdo.

O consumidor tem o poder em suas mãos, hoje ele é livre e pode fazer e dizer o que bem entender na internet. E o que as pessoas dizem na internet se tornou importante objeto de pesquisa e monitoramento para auxiliar as empresas a manter suas vendas e suas marcas sadias. É aí que a empresa entra.

“O que o consumidor produz na internet, as conversas que as pessoas constroem na rede podem ser uma boa matéria-prima para insights e identificação de tendências que auxiliam a publicidade no planejamento, na criação e na mídia.” diz Bartira Pontes, diretora de estratégia interativa da BorghiErh/Lowe.

As pessoas estão nas redes sociais, conversando sobre seus gostos, interesses, hábitos, produtos favoritos e frustrações. O papel da empresa nesse contexto é estar preparada para “ouvir”, filtrar o que há de interessante e utilizar a informação de maneira proveitosa para todas as partes envolvidas, gerando conteúdo pra seu público e se relacionando com ele. E aí, sua empresa está preparada?

by Fernanda Spinosa

9 de Junho de 2011
Fernanda Batistella

Mídias Sociais: Empresa amiga e presente para o cliente

As mídias sociais com certeza vieram para causar alvoroço no marketing digital e tradicional. Chegaram mostrando que a interação entre consumidor e empresa são essenciais para um retorno financeiro melhor e maior satisfação do cliente. E daí surgiram grandes redes sociais tão famosas quanto pão com manteiga ou feijão com arroz (rs), surgiu o Twitter com seus 140 caracteres da informação mais completa possível e o gigante Facebook prometendo ser a rede social mais dinâmica da atualidade.

Com essa nova forma de marketing digital surgiu a INTERAÇÃO, palavra de ordem unida à palavra CONTEÚDO. Ou seja, o mais importante é interagir com os usuários fornecendo o melhor conteúdo informativo, explicativo, divertido. Afinal, não seria possível entrar nestas redes que são antes de tudo pessoais e descarregar preços, promoções e produtos, um varejo desleal e desinteressante neste meio.

Se a sua empresa pretende ingressar nas mídias sociais trazendo bons retornos é muito importante ficar atenta a alguns pontos. Importante que você saiba que se entrou nestas redes deve entrar para ficar, não deixe que seus consumidores pensem que você os abandonou, portanto se faça PRESENTE. Responda a seus clientes, não os deixe em hipótese alguma sem resposta. Saiba quem são seus clientes mais ativos e presentes e de a eles recompensas, indicando-os, premiando-os ou simplesmente retribuindo a gentileza de ser presente sendo presente para com ele.

Dê a eles um conteúdo importante e relevante, mas não faça apenas o óbvio, em dados momentos deixe-os surpresos com informações novas e exclusivas (EX.: Com exclusividade aos nossos seguidores saibam qual o novo produto de nossa linha…), este tipo de conteúdo motiva os clientes e melhora a relação de confiança e amizade com a empresa.

Um consumidor que seja presente na rede social de sua empresa com certeza te trará ótimas oportunidades de negócio para sua empresa, pois nada melhor que o próprio cliente para dar sugestões de novos produtos/serviços, promoções, melhoria no atendimento e uma infinidade de dicas que devem sem anotadas e analisadas para otimizar seu atendimento e aumentar seu retorno financeiro. Portanto, esteja presente com conteúdo que seja relevante ao seu consumidor levando a interação e proximidade cliente/empresa.

Mariana Moura – Gerente de Marketing Digital.

4 de Abril de 2011
Fernanda Batistella

Marketing Digital: as quatro tendências ligadas ao consumo

É fato que o uso das redes sociais crescem a cada dia mais. A internet se torna a cada dia algo mais natural na vida das pessoas.  Para ter uma idéia, aproximadamente 66% dos usuários brasileiros que têm entre 18 e os 34 anos, acessam diariamente essa rede para poder se comunicar com usuários do mundo todo.

A rede social Facebook já ultrapassou os 13 milhões de usuários no Brasil, mas por incrível que pareça o Orkut continua liderando e sendo o mais popular por aqui. Já em outros países nota-se que o Facebook já atingiu a liderança.

“No Brasil, o Orkut é ainda o campeão em número de visitantes únicos (32,41 milhões em fevereiro/2011) mas cresceu apenas 2,85% em seis meses, enquanto o Facebook experimentou por aqui estrondosos 65,7% de crescimento — 45,5% apenas nos dois primeiros meses de janeiro deste ano.”

Hoje o Brasil figura como o 12º a nível mundial em número de usuários no Facebook, sendo que há seis meses, o número de usuários era apenas de 6 milhões.  Então podemos notar que a rede social Facebook representa uma ameaça real ao Orkut. De acordo com um estudo do Ibope, o Orkut é utilizado por mais de 70 por cento dos usuários da internet brasileiros.

Como podemos ver a utilização da internet está tão concentrada nas redes sociais que empresas brasileiras aproveitam a chance para ficarem mais próximas desses consumidores.

“Empresas brasileiras devem aproveitar esse apetite nacional pela internet, prestando atenção em algumas tendências ligadas ao consumo.

Essas tendências em Marketing Digital são:

1- Mobile + social + local: Devido a muitos motivos os aplicativos facilitarão a comunicação e a integração com as redes sociais, a busca por informações locais e etc.

2- As pessoas escolherão o conteúdo que querem consumir: hoje temos uma quantidade imensa de informações, então as empresas terão que aumentar o foco, ou seja, para o usuário ter a capacidade de selecionar o que interessa dentro de um mar de conteúdos gerados por qualquer pessoa.

3- Tecnologia = pessoas + conectividade: hoje todos querem estar conectados 24h por dia e, os recursos que temos hoje para facilitar isso, são muitos. O que leva um compartilhamento/interação muito mais intensos.

4- As empresas se preocuparão mais com o feedback social e o consumo de nicho: As pessoas buscam comunicação, conexão, entretenimento e educação/cooperação. Então as redes sociais de nicho(segmentadas) sobre temas específicos, tendem a prosperar porque reúnem todos esses elementos.

Tudo isso leva as empresas hoje a reforçar sua presença e estar a cada dia mais próximas de seus consumidores nas mídias sociais.

22 de Março de 2011
Fernanda Batistella

LinkedIn chega a 3 milhões de brasileiros inscritos

A rede social Linkedin foi fundada em Dezembro de 2002 por Reid Hoffman e lançada em Maio de 2003. É uma ferramenta de networking que visa fortalecer parcerias entre cliente e empresas. Em outras palavras, é comparável a uma rede de relacionamentos, e é principalmente utilizada por profissionais.

O Linkedin já reúne executivos de todas as 500 maiores empresas dos Estados Unidos entre seus 100 milhões de membros. E hoje essa rede social atingiu a marca de 3 milhões de brasileiros cadastrados.

Isso ocorreu porque “na área de Publicidade / Designer / Marketing é um recurso extremamente útil, ele nos permite acompanhar a atividade das empresas e descobrir algo muito além do briefing, permitindo assim ficar mais próximo das informações pertinentes para agregação do briefing, nas empresas que tem seus perfis cadastrados lá (geralmente de médio/grande porte).”

“O principal propósito do site é permitir que usuários registrados possam manter uma lista detalhada de contatos de pessoas que eles conheçam e confiem em empresas. As pessoas nessa lista são chamadas de conexões. Os usuários podem convidar qualquer um (seja um usuário Linkedin ou não) para tornar-se uma conexão.”

Muitas empresas americanas recrutam profissionais através dessa rede. “Segundo Lister, a rede social é usada oficialmente, para recrutamento de profissionais, por 69 das 100 maiores companhias americanas. O site diz que recebe um novo associado a cada segundo, e um milhão de novos participantes a cada 12 dias”.

Portanto ao contrário das outras redes como Orkut e Facebook, o usuário deve manter um comportamento corporativo, dentro da plataforma do Linkedin.

Como você pode ver, o Linkedin traz bons resultados e a prova disso é essa marca de 3 milhões de inscritos. Se você profissional quer alcançar bons resultados então não fique de fora dessa rede social. Construindo um bom perfil ele poderá dar grandes retornos e até gerar futuras contratações, já que hoje isso também está começando a ser feito através das midias sociais.

14 de Março de 2011
Fernanda Batistella

Midias Sociais: Como se preparar

Atualmente o mundo está totalmente voltado para a Mídia Social. E conforme mais consumidores a utiliza, mais aumenta o desejo das empresas de também envolver seus negócios. É preciso estar antenado e saber como interagir com seus clientes, caso contrário enfraquece a imagem da marca.  Saiba mais como se preparar para as midias sociais e como funciona esse mundo virtual.

É vital que as empresas invistam em ferramentas que permitam integrar as iniciativas de mídias sociais no marketing. Após conferir esses dados interessantes, só falta colocá-los em prática.

Boa sorte!

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