Mídias Sociais e o comportamento do consumidor
Para se falar sobre mídias sociais e empresas que querem fazer parte desse mercado é necessário levar em consideração o fator principal, o que dá vida a elas: o usuário, ou indo mais adiante, estar atento ao comportamento das pessoas nas redes sociais para poder se adequar a elas e estabelecer relacionamentos com elas.
E o que esse consumidor anda fazendo nas redes sociais? Comprando, vendendo, compartilhando experiências e expressando suas opiniões. Dentro desse contexto podemos dizer que o cenário de compra e venda é diferente de alguns anos atrás. Hoje, com apenas alguns cliques você pode comprar e tem em casa aquele produto que você acabou de ver na TV. Junto com essa rapidez de acesso ao produto vem também a rapidez no compartilhamento de informação, tanto sobre o produto quanto sobre o que os consumidores dizem sobre eles.
Li um artigo blog A Quinta Onda, falando sobre uma pesquisa que apontou: 73% das pessoas confiam mais nos colegas do que na recomendação de especialistas e que 79% das pessoas são influenciadas nas compras de produtos e serviços pelos posts de amigos nas redes sociais, ou seja, cada vez mais o consumidor procura meios para se informar e ir preparado para a compra. Então, qual seria o papel da empresa em meio a isso tudo? Como devo abordar meu cliente e fazer com que ele me escute?
A chave de tudo está no diálogo e em como se dá relacionamento dessa empresa com seu possível cliente on-line e offline também. Dave Evans, em seu livro “Marketing de Mídias Sociais – Uma Hora por dia”, levanta alguns tópicos que podem levar ao que ele mesmo chama de “raízes da evitação”. Para ele, resumidamente, o cliente não gosta de se sentir invadido e aprecia empresas que lhe apresentam soluções para seu problema ao invés de enviar apenas um anúncio. É como se a pergunta que os consumidores estão fazendo fosse a seguinte: “se você tem que me interromper ou incomodar para transmitir seu anúncio, até que ponto o que você tem a oferecer realmente tem valor? Se acha que sou bobo o suficiente pra cair nessa, como posso confiar em você?”
As empresas precisam entender que hoje os consumidores querem informações sobre os produtos e serviços que lhe interessam, querem compartilhar boas experiências e, infelizmente, também vão compartilhar quando a experiência for ruim.
Cabe à empresa fazer um estudo aprofundado sobre o comportamento do seu público alvo, entender sua linguagem, verificar suas necessidades e apontar oportunidades para iniciar esse relacionamento, sem que o cliente se sinta invadido. É a partir desse estudo, de entender como o cliente se comporta é que a empresa poderá produzir o conteúdo relevante a ele e estabelecer uma relação sadia entre empresa X cliente.
Google + Empresas: Os testes começaram.
Contabilizando a cada dia um número maior de usuários, o Google + apresentou ontem (12) uma pesquisa com seus 10 milhões de usuários, obtidos em apenas duas semanas de vida. Tudo indica que o número dobre até o final de semana, caso mantenha as expectativas.
Comparações com o Facebook a parte, o Google acredita que o Plus é uma nova forma de compartilhar conteúdo, organizando círculos sociais e utilizando a vídeo conferência de maneira mais simples.
O post de hoje, porém, é para alertar as empresas que, por enquanto, o Google + não aceitará perfis públicos. Algo como a Fan Page do Facebook está sendo pensada, mas ainda não passou da fase de testes.
O gerente de produtos da Google, Christian Oestlien, reforça que: “Neste momento estamos focados na otimização para a experiência de consumidor, mas temos uma grande equipe de engenheiros construindo uma experiência em negócios otimizada para o Google+”.
Oestlien confirma que várias marcas famosas abriram perfis corporativo na rede, como a Ford, por isso, pede paciência e reafirma “Nós desencorajamos os negócios a usarem perfis regulares para se conectarem com os usuários do Google+. Nossa equipe de política vai trabalhar ativamente com os donos do perfil para desligar perfis de não-usuários”.
Se você deseja participar dos testes com estes novos perfis, vale se cadastrar na página de acesso a esse programa limitado e cruzar os dedos para ser escolhido. O endereço é este aqui: goo.gl/zq95C .
Redes Sociais: O consumidor conectado com conteúdo de marca
As redes sociais exercem um importante papel para as empresas preocupadas com a qualidade de integração com a marca. Esta nova forma de relacionar, transforma o consumidor no principal agente disseminador de conteúdo para as marcas.
Quem esperava que Eduardo e Mônica, figurinhas carimbadas de diversas fitas K7 de nossa história, fariam tanto sucesso na era Ipod. A música imortalizada pela voz de Renato Russo ganhou novos tons em uma campanha publicitária recente. Se o objetivo da empresa de telefonia móvel, que assina a campanha, buscava gerar a empatia dos consumidores com um serviço que ultrapassa a tecnologia, alcançaram.
Ainda há quem pense que seria mais interessante expor para os clientes o potencial dos produtos, a tecnologia e segurança dos serviços e a praticidade que eles proporcionam. É, seria em outra época, mas o sucesso do vídeo produzido para exibição na internet e nas telas de cinema durante a semana do dia dos namorados, prova que o trabalho de “brand content”, ou em nosso amado português “conteúdo de marca”, é a prática do futuro. Isto porque revela o verdadeiro DNA da empresa e é capaz de gerar extrema empatia.
Aprovado até pelos pais de Renato Russo, o clipe alimentou a nostalgia dos eternos fãs, e aguçou a curiosidade da nova geração que desconhecia o trabalho da banda. O amor atualizado de Eduardo e Mônica alcançou as redes sociais de forma espontânea, mas a ação não se encerrou na simples divulgação do vídeo. Foram criados perfis no Facebook para Eduardo e Mônica, para divulgar fotos de bastidores que cada ator tirou durante as filmagens, além de uma sessão especial na Fan Page da empresa.
O vídeo também reinou nos assuntos mais comentados do Twitter, além do topo dos Trending Topics brasileiros, assumiu a quarta posição do mundial. A inviabilidade de colocar o vídeo de 4 minutos em um espaço comercial tradicional de tv foi o principal motivo para a estratégia viral, um meio de fácil postagem, mas que carece de um estudo profundo de conteúdo para dar certo. E certamente deu.
Segundo pesquisa, 50% dos internautas frequentam redes sociais de marcas
A pesquisa Wave 5 – The Socialisation of Brands, desenvolvido pela UM, revela que cerca de 47% dos internautas do mundo frequentam comunidades online de marcas.
“De acordo com a investigação, 54% dos cibernautas portugueses já aderiram a comunidades online de marcas, algo que acompanha a média global (47%). Daqueles, 64% passou a ter uma opinião mais favorável em relação à marca, 63% considera que é mais provável vir a adquirir produtos dessa marca, 59% está mais fidelizado e 70% recomendariam a marca.” [Retirado do site Artigos E-commerce ]
As informações apontam que a maior mudança na maneira como as empresas estão comunicando com os consumidores, é devido à interação que a marca está fazendo, 42% dos utilizadores portugueses de mídias sociais já se juntaram ou tornaram-se fãs de uma marca através dos seus perfis.
As mídias sociais já fazem parte do cotidiano das pessoas, ou seja, já estão enraizados, tornou-se um hábito. Por isso é visível que o contato pessoal está cada vez mais distante e dando lugar a comunicação virtual. Conversar com amigos através do telefone, por exemplo, está perdendo terreno para estas redes, ressalta a UM.
“A Socialização das Marcas resume muito bem o momento que vivemos. Na UM acreditamos que as marcas devem, antes de qualquer coisa, compreender os motivos e as motivações que levam os indivíduos a aderir aos sociais media, explica Pedro Baptista, diretor geral da UM.” [Retirado do site Artigos E-commerce]
O diretor Baptista acrescenta também que as marcas passarão a ouvir mais com seus consumidores, ou seja, algo que será chamado de “social listening”. E uma das mudanças mais significativas está relacionada com o grande numero de acesso a smartphones, cerca de 30% dos cibernautas globais estão conectados via mobile.
Apesar do perfil que utiliza esses smartphones ser na maioria das vezes pessoas mais maduras, um estudo demonstra que os jovens apresentam um maior envolvimento na interação com seus amigos, devido a troca de mensagens, vídeos, entre outros. Por fim, “o estudo Wave 5 contempla um total de 37.600 membros de redes sociais, e foi realizado em Julho de 2010.”
Facebook: mais uma atualização sem aviso prévio
E não é que mais uma vez o Facebook, que é uma das redes sociais mais queridas pelos internautas do mundo todo, principalmente os brasileiros, fez mais uma atualização sem avisar ninguém! Tudo na internet muda rapidamente, num piscar de olhos, então é preciso estar sempre atento.
Como já foi escrito em um post no blog Luz Própria, o dito Novo Facebook, em sua última atualização, estava marcando como automático a opção de mostrar apenas atualizações de perfis com os quais você interagiu recentemente, ou seja, comentou alguma publicação. Limitando este período de interação as duas semanas anteriores a mudança para o novo modelo de página.
E isso fez com que uns ficassem invisíveis aos outros. Pois, a não ser que houvesse recente interação, não eram vistas publicações de outros usuários.
Dessa vez a alteração feita pelo Facebook sem quaisquer aviso prévio foi a de desmarcar a opção de “navegação segura” das configurações da conta, fazendo com que a conexão dos usuários não esteja segura, podendo assim ser hackeada.
Mas calma, nada de pânico! Tudo pode voltar ao normal num piscar de olhos, basta que você olhe a barra de endereço URL (na parte de cima da tela). Se você vir “http” ao invés de “https”, a sua conexão realmente não está segura. Então clique em Conta – Configurações da Conta – Segurança da Conta, marque a opção de “navegação segura” e salve.
Pronto, fazendo isso sua conexão estará em total segurança, pelo menos por enquanto, pois como você pode perceber essas atualizações repentinas do Facebook estão se tornando cada vez mais comuns. Por isso fique sempre atento a qualquer mudança e faça novamente um grande favor aos seus amigos: divulgue esse post, assim todos serão informados sobre essa relevante alteração.
Redes sociais no trabalho: como utilizar
As redes sociais é algo que já se tornou comum na vida das pessoas e cada vez mais o seu uso começa a ser importante também profissionalmente. Os usuários podem compartilhar informações, conhecimentos, interesses e esforços em busca de objetivos semelhantes.
“As redes sociais podem ser de relacionamentos (Facebook, Twitter), redes profissionais (Linkedin), redes comunitárias (redes sociais em bairros ou cidades), redes políticas, dentre outras, e permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua atividade, como os indivíduos alcançam os seus objetivos ou medir o capital social – o valor que os indivíduos obtêm da rede social.”
Todavia muitos funcionários têm uma postura errada diante das redes sociais, e isso está sendo motivo de muitas demissões. Mas como saber quais os cuidados que se devem ter, o que deve ou não comentar, como preservar a sua imagem no trabalho?
Nesse vídeo, a executive coach Daniela Lago, fala sobre os cuidados que qualquer profissional deve ter ao entrar nas redes e alerta: o chefe está de olho.
Sabendo utilizar as redes sociais de forma correta, respeitando as políticas da sua empresa e também preservando a sua própria imagem, tanto pessoal quanto profissional, você saberá utilizar corretamente todo seu potencial.








