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8 de Abril de 2009
admin

Google libera alguns segredos de design de servidores chave

 

Considerando que os designs do servidor proprietário do Google são o elemento chave do negócio deles, não é de se surpreender que os detalhes sejam um segredo. O que é surpreendente é que eles finalmente deram com a língua nos dentes.

Ao falar no “Encontro de Eficiência de Centros de Dados” na quarta-feira, o designer de servidores Bem Jai exibiu um dos centros de dados deles e servidores de web personalizados. Para a surpresa do público, cada servidor apresenta uma bateria de 12V de apoio caso algum problema ocorra com a fonte de energia principal. O público também descobriu que os centros de dados deles são armazenados em contêineres comuns de frete recheados com 1160 servidores e um consumo de energia capaz de somar 250 kW.

Em essência, a maior vantagem dos servidores do Google é que eles estão bem na frente na questão de eficiência energética. Como observa Jai:

Fontes de alimentação ininterruptas (UPS) de grande porte podem atingir entre 92 e 95% de eficiência, o que significa que uma grande quantidade de energia é desperdiçada. As baterias montadas sobre os servidores são mais eficientes, diz Jai: “Nós conseguimos medir o nosso uso real e verificamos ter eficiência maior que 99,9%”.

Para colocarmos isto em perspectiva, neste momento o Google está atingindo níveis de eficiência que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA espera ser obtida em 2011 usando-se “tecnologia avançada”. Isto é bastante extraordinário, mas ficamos nos perguntando o motivo para o Google revelar isto agora. Oficialmente eles acreditam que esta abertura vá ajudar outros negócios a focar mais na eficiência no meio desta economia horrenda – apesar de Jai observar que o Google já está na sua 6ª ou 7ª geração de design de servidores, então creio que eles estejam confiantes sobre estarem ainda bem à frente neste parâmetro. Veja os detalhes completos no CNET.

16 de Março de 2009
admin

Como usar a web e abrir uma vitrine para a carreira

Você está em início de carreira, não conhece ninguém mas sabe onde quer chegar. Use um atalho: participe de forma inteligente e construtiva dos ambientes onde estão as discussões de seu mercado e seja reconhecido.

Você certamente já pesquisou o seu nome no Google e viu que é possível visualizar comentários e posts feitos por você em blogs, além de suas notas da faculdade, fotos, inscrições e resultados para concursos.

Parte de sua vida está lá exposta e dificilmente poderá ser apagada.

Cada interação com a web transmite impressões de quem você é ou por onde você anda. Além disso, existem os sites de relacionamento, como Orkut, MySpace, Facebook, Twitter e Linkedin.

Através deles é possível coletar inúmeras informações a seu respeito. É exatamente a junção de todos esses dados, disponibilizados na internet, que constrói a sua reputação online.

Os “headhunters” (caça talentos) e as empresas de recrutamento já descobriram isso e utilizam este recurso há muito tempo.

Possivelmente, antes de uma entrevista, executam uma pequena pesquisa pelo nome do candidato na rede. Caso você costume participar de comunidades do tipo “Eu odeio isso…”, ou que estejam relacionadas à violência, à homofobia, à pornografia ou a qualquer tema polêmico ou negativo, fique atento, pois isso pode interferir diretamente nos resultados de suas entrevistas ou seleções.

Apesar de toda essa exposição, há um grande ponto positivo a ser extraído dessa espécie de vitrine na qual a internet transformou-se: para tirar maior proveito dela, procure descartar a criação de perfis que sirvam apenas para demonstrar ou fazer referência à sua vida pessoal.

Se você, realmente, deseja ser bem sucedido com o apoio da web, utilize as redes sociais para ser visto como um bom profissional. Acompanhe comunidades que sejam pertinentes ao seu trabalho, a sua carreira e aos seus interesses profissionais.

Abaixo, separei quatro dicas que considero fundamentais.

Dicas para uma boa reputação online.

LinkedIn: Você ainda não possui um perfil no LinkedIn? Crie hoje. O LinkedIn é uma rede social profissional. Diferente do famoso Orkut, serve para você mostrar suas qualificações e experiências profissionais. Muitas empresas de recrutamento e seleção o utilizam como guia e fonte de pesquisas. Então, não perca tempo!

Blogs: crie um blog que contribua com conhecimento. Criar por criar, apenas para utilizar como um “diarinho” não é uma boa ideia. Escrever sobre o que você sabe ou conhece é a forma mais fácil de obter sucesso. A internet contém milhares de blogs e para ser notado é preciso ser relevante.

Comentários: comente assuntos em blogs e fóruns que você tem interesse e que tenham relação com seu trabalho. Seja para estimular um debate ou para mostrar interesse em aprender. As empresas e profissionais leem blogs e acompanham comunidades relacionadas ao seu negócio; se você participa e contribui positivamente poderá ser lembrado em uma seleção.

Português: você não precisa ser candidato à Academia Brasileira de Letras para contribuir e escrever; no entanto, escreva corretamente. Erros de português passam uma imagem muito negativa.

Enfim, existem inúmeras outras dicas do que fazer e do que não fazer. Deixo isso pra outros posts. O importante e não esquecer que você está sendo visto por todos. Cuidado com a sua reputação online e não esqueça de ser sempre sincero. [Webinsider]

11 de Março de 2009
admin

Estudo analisa mercado brasileiro de web analytics

Estudo realizado em 306 das 500 Maiores Empresa da revista Exame mostra que a metade não utilizam tags para métricas em seus sites. Entre as que usam, predomina o Google Analytics.

Entre as empresas no Brasil que usam softwares de web analytics, grande parte ainda os utiliza mais para quantificar visitantes e páginas vistas do que para otimizar os processos em seus sites.

No entanto, algumas mudanças já podem ser identificadas nesta fotografia, como indica um estudo (arquivo pdf) desenvolvido pela WA Consulting no período de janeiro e fevereiro deste ano.

O objetivo do estudo era saber que tipos de softwares de web analytics baseados em tags são utilizados no mercado brasileiro, considerando um grupo de 306 empresas listadas entre as 500 Maiores e Melhores da revista Exame.

Para auxiliar na pesquisa foram usadas duas extensões do Firefox (WASP e Ghostery).

Tags ou logs?

Cerca de 50% dos sites não têm qualquer tag em suas páginas e provavelmente ainda usam os arquivos de log.

Nas empresas em que a migração ocorreu, o Google Analytics é o mais utilizado (68%), seguido por Omniture (10%) e Webtrends (7%). Certifica, do Chile, e Predicta, têm 3% do mercado cada um. Outros programas, como Clicky, Coremetrics, Estat e Tracker, têm 9% do mercado juntos.

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Google Analytics é o software mais utilizado em 306 empresas entre as 500 Maiores e Melhores da revista Exame.

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Segundo a consultoria, um dado que chama a atenção é o número de empresas que ainda têm a versão antiga do Google Analytics (o Urchin) ­- cerca de 53%. Ou seja, estão deixando de utilizar as novas facilidades do software.

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Mais da metade das empresas que usam o Google Analytics ainda contam com a versão antiga, quando o GA ainda era Urchin.

Também foram analisadas as empresas que têm mais de um web analytics. Somente 7.2% utilizam outro software e, com ele, o Google Analytics.

A análise de utilização de web analytics mostrou que montadoras de automóveis, empresas de bebidas, e-commerce, eletrônica, farmácia e os portais são as que mais aderiram aos web analytics com tags, com mais de 60% de penetração.

Na outra ponta, temos as indústrias como alimentação, educação, governo, bancos, serviços com menos de 40%.

Conclusões

O mercado brasileiro na web é um dos maiores do mundo, com mais de 50 milhões de usuários. Segundo a WA Consulting, as empresas começam a entender a necessidade de conhecê-lo cada vez mais, em busca de melhorar seus processos, investir verba publicitária no lugar certo e melhorar a fidelização dos seus clientes.

A consultoria acredita que o mercado de web analytics no Brasil vai crescer a passos largos. E o mercado mais promissor para a compra de serviços de análises e consultoria em métricas em 2009 está nos segmentos compostos pelos bancos, pelo governo, telecomunicações e educação.
Fonte: [Webinsider]

27 de Fevereiro de 2009
admin

A falta de uma agência digital de referência no Brasil

Uma das maiores agências do mundo está chegando ao Brasil e grandes agências tradicionais estão se movimentando e montando estruturas especializadas de maior porte.Fonte: webinsider

3 de Fevereiro de 2009

Conexão Luz Própria

Teste sua conexão também no site http://www.speedtest.net/

19 de Dezembro de 2008
admin

Conheça o laptop de R$ 553 que será adotado pelo MEC

O Ministério da Educação realizou na quarta-feira um pregão eletrônico para escolher a empresa que irá fornecer notebooks educacionais para o projeto Um Computador por Aluno (UCA). A vencedora foi a Comsat, que apresentou o laptop Mobilis com o lance de R$ 553 por máquina.

Criado pela indiana Encore, o Mobilis tem tela de toque LCD de 7″ (tamanho mínimo exigido pelo MEC), memória RAM de 512 MB, memória flash entre 1 GB e 4 GB, conectividade Wi-Fi e processador TI OMAP2431 de 450MHz.

O minilaptop oferece ainda webcam, caixas de som embutidas e demodulador de TV digital. A bateria de lítio tem longa duração – entre 8 e 10 horas.

O sistema operacional usado pelo Mobilis é o Linux, de acordo com a determinação do MEC para o uso de software livre.

O MEC vai adquirir 150 mil notebooks, que serão destinados a escolas públicas. O custo total será R$ 82,55 milhões.

O contrato com a Comsat, no entanto, ainda não foi firmado. Antes disso, o ministério deve verificar se o equipamento atende às determinações do edital, e então será aberto prazo para recurso.

Redação Terra

17 de Dezembro de 2008
admin

Netbook da Apple na Macworld?

De acordo com especulação de Ezra Gottheil, da Technology Business Research, a Apple anunciará um netbook na Macworld. Sua visão é de uma plataforma de computador com suporte à App Store:

[O dispositivo] fornecerá acesso à Web, email, reprodução de mídia e aplicativos essenciais a um preço baixo único. Iniciantes em computadores poderão começar a usá-lo rápida e facilmente. Usuários terão menos questões, problemas, conflitos e brechas de segurança, pois o dispositivo será menos intimidador que a maioria dos PCs e dos Macs. Como com o iPhone, o iTunes e a App Store oferecerão um arranjo de conteúdo, aplicações e jogos. Com um serviço opcional de backup online, todo o dispositivo poderá ser restaurado… Como os aplicativos serão distribuídos pela iTunes App Store, a Apple manterá relacionamentos sustentados com os usuários, facilitando a compra de produtos relacionados – vendas adicionais (up-selling) e cruzadas (cross-selling).

É uma interessante, talvez utópica, visão de um futuro produto da Apple. E a idéia faz sentido de uma perspectiva de plataforma – a Apple poderia fazer para o software de computador o que o iTunes já fez para a música e os aplicativos de iPhone.

O argumento de Gottheil é particularmente convincente no ponto em que ele convenientemente (e inteligentemente) abandona qualquer discussão sobre o tamanho. Porque é difícil imaginar a Apple desenvolvendo um laptop com menos de 12 polegadas. E apesar da idéia de um iPhone/iPod touch tablet grandão soar bem legal a princípio, um produto desses sairia da categoria de netbook ao considerar os custos (tanto em preço quanto em consumo de energia) associados a uma grande tela multitouch.

John Paczkowski, do Digital Daily, evoca as palavras de Steve Jobs no evento do iPod, em outubro:

Há alguns consumidores que nós escolhemos não servir. Não sabemos como fazer um computador de US$ 500 que não seja um pedaço de sucata, e o nosso DNA não nos deixará enviar isso.

A concordância de Gottheil com esse ponto? Ele acha que o computador será vendido por US$ 599.

Considerada a estimativa de US$ 173 da iSupply sobre o custo da fabricação de um iPhone 3G de 8 GB, talvez um “Netbook touch” de umas oito polegadas a US$ 599 não seja tecnicamente insano… Mas é difícil de imaginar, dada a preferência da Apple a altas margens de lucro.[Digital Daily]

Fonte: Gizmodo Brasil

18 de Novembro de 2008
admin

Intel apresenta chip revolucionário

Fileiras e mais fileiras de computadores são torturados incansavelmente nos laboratórios da Intel em Hillsborgo, no Oregon, para testar o novo microprocessador da companhia.

Mas em recente visita aos laboratórios, John Barton, o vice-presidente de teste de produtos da empresa, reconheceu que ainda assim se sentia ansioso quanto à possibilidade de que um defeito potencialmente fatal seja descoberto no último minuto.

Afinal, até mesmo o mais ínfimo erro em um chip pode se tornar um fracasso com custos bilionários.

“Ainda não estou dormindo bem”, disse Barton.

O microprocessador core i7 da Intel, conhecido pelo codinome Nehalem, será colocado à venda na segunda-feira e tem recebido resenhas técnicas entusiásticas. Mas é impossível para Barton prever exatamente como o chip vai funcionar em milhares de computadores, que operarão dezenas de milhares de programas.

O projeto e teste de um chip microprocessador avançado está entre as mais complexas atividades humanas. Para garantir que seus produtos apresentem o menor número possível de erros, a Intel gasta meio bilhão de dólares ao ano, em suas fábricas em todo o mundo, para testar os chips que fabrica por mais de um ano, antes de colocá-los no mercado.

Existem bons motivos para essa cautela. Em 1994, a gigante dos chips terminou humilhada por um pequeno erro na unidade de cálculo decimal de seus chips Pentium. O defeito, que resultou em uma embaraçosa ordem de recolhimento de chips, gerou uma virada violenta na cultura da companhia, que havia adotado requerimentos mínimos de teste para o Pentium.

Uma série de defeitos no microprocessador Barcelona, lançado no ano passado pela AMD, a principal concorrente da Intel, se provou igualmente devastadora.

A AMD vinha apresentando um progresso consistente, e estava oferecendo novas tecnologias de processamento sempre antes da Intel, bem como vencendo com facilidade a batalha da eficiência energética. Mas os problemas de controle de qualidade que varreram a empresa causaram forte queda de receita que já dura alguns trimestres e a colocaram em uma crise da qual ainda não conseguiu sair.

Caso o Nehalem seja um sucesso para a Intel, ele representará uma vitória para Andrew Grove, o antigo presidente-executivo da companhia, que reconheceu ter sido apanhado de surpresa pelos defeitos do Pentium e decidiu reformar a empresa.

Os defeitos do Pentium prejudicaram seriamente a marca da Intel junto aos consumidores. A empresa se tornou alvo de piadas que não demoravam a se espalhar pela Internet, por exemplo: “Sabe como os republicanos conseguem cortar impostos e reduzir o déficit nacional ao mesmo tempo? Usam planilhas acionadas por um computador Pentium”.

Depois de inicialmente tentar refutar as críticas, a Intel mudou de curso e anunciou desculpas formais pelos problemas e a constituição de um fundo de US$ 420 milhões para custear o recolhimento dos chips defeituosos.

A empresa distribuiu chaveiros aos seus clientes contendo um pronunciamento de Grove sobre a questão que se tornou famoso: “Más empresas são destruídas por uma crise. Boas empresas sobrevivem a ela. Grandes empresas melhoram quando elas acontecem”.

São palavras que pesam sobre os ombros de Barton e seus colegas – da mesma forma que a pressão dos clientes da Intel em todo o mundo cuja sobrevivência depende de sua capacidade de criar produtos novos acionados pelos chips da companhia. O Nehalem está dirigido inicialmente a computadores de mesa, mas a companhia espera que mais tarde ele venha a ser usado em diversos outros equipamentos, como servidores e laptops.

“Nosso modelo de negócios depende agora de podermos afirmar aos clientes que eles terão uma nova funcionalidade disponível a partir de determinada data”, disse Barton. “Estamos sofrendo pressão de um novo tipo, no sentido de que não podemos mais demorar o quanto quisermos para apresentar um produto”.

A pressão por produtos bem sucedidos é especialmente intensa nos momentos de crise do setor de tecnologia. O presidente-executivo da Intel, Paul Otellini, disse no mês passado que a empresa estava encontrando “respostas contraditórias” de seus clientes quanto a futuros gastos. As ações da Intel caíram em 7,7% na sexta-feira, para US$ 13,32, sua mais baixa cotação em seis anos, acompanhando a queda mais ampla das bolsas.

Com o Nehalem, os projetistas da Intel tomaram a geração anterior de chips da empresa e acrescentaram diversos novos recursos, cada um dos quais eleva a complexidade e desperta a possibilidade de interações imprevisíveis.

“Agora estamos chegando à complexidade sistêmica”, disse Aart de Geus, presidente-executivo da Synopsys, uma empresa que desenvolve software de programação de chips. “Coisas que vinham de diferentes ângulos e costumavam ser independentes no passado hoje se tornaram interdependentes”.

Tentar definir a complexidade do que Barton e sua equipe enfrentam é um desafio por si só. Por exemplo, no final dos anos 70, os chips que estavam sendo projetados envolviam diagramas tão complicados quanto o mapa das ruas de uma grande cidade.

Mas o avanço do Intel 8088, que acionou o primeiro IBM PC há 27 anos, para o Nehalem é um salto de um total de 29 mil para 731 milhões de transistores, em um chip mais ou menos do mesmo tamanho.

Barton compara os dois mencionando à cidade de Ithaca, em Nova York, ao continente europeu. “Ithaca é uma cidade complexa, se você pensar em tudo que acontece por lá”, diz. “Mas aumente sua população para 730 milhões de habitantes, mais ou menos a da Europa. E depois tente encaixar todos esses habitantes em um território igual do Ithaca”.

Tradução: Paulo Migliacci ME

The New York Times

Fonte*: Terra Tecnologia

23 de Setembro de 2008
admin

O lado negro do Google Chrome

Segue abaixo trechos de um texto que conta o lado Negro do Google Chrome.

Vale a pena conferir!

“…Tudo o que você distribuir, escrever publicar ou postar — bit a bit — poderá ser utilizado ao bel prazer do Google. Imagine aquele seu email particular, escrito com todo o cuidado, carinho e esmero. Ah, você o enviou utilizando o Google Chrome? Então, meu caro, se o Google achar bonitinho e quiser utilizar em uma homenagem ao dia dos namorados, por exemplo, já era!…”

Leia mais….

*Fonte: Mac Magazine

1 de Julho de 2008

Empresa de Sites

A Luz Própria Soluções Fotográficas e Web é uma empresa que atua em dois segmentos:

Fotografia e Web. Na área de Web (setor que atualiza este blog) somos totalmente focados em desenvolvimento Web, podemos dizer que somos uma empresa de Sites.

Como somos uma empresa aberta as novidades e tendências do mercado, hoje desenvolvemos alguns trabalhos off-line, claro que sem fugir de nossa “praia”, o digital! Um desses trabalhos que estamos desenvolvendo é o CD-ROM, para apresentação de empresa, produto e etc.

Em breve postarei sobre outros produtos que o Mercado fez com que nós nos especializássemos!

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