E-commerce sem Correios: Como contornar a crise
A greve realizada pelos Correios no país entra em sua segunda semana e deve estreitar o empasse com o governo do estado, que reluta em uma negociação com os grevistas. O principal prejudicado acaba sendo o consumidor, principalmente os compradores de lojas na internet. Segundo a e-bit, consultoria especializada em comércio eletrônico, há uma estimativa de que sejam realizadas 3 compras on-line a cada 2 segundos, gerando um montante de 130 mil operações diárias pela internet.
O país conta com uma série de transportadoras para auxiliar na logística, porém, ainda é grande o número de encomendas destinadas aos Correios, segundo Alexandre Caixeta Umberti, diretor-geral da e-bit, cerca de 50% e 60%, sobretudo as de volume reduzido e as enviadas para estados mais afastados. Os esforços das empresas de e-commerce devem se intensificar na busca de alternativas, já que a adesão tende a aumentar pelo país.
Com algumas exceções, as redes ainda trabalham nos sites os mesmos prazos de entrega estipulados antes da greve, portanto o consumidor não tem o real controle de quando a sua mercadoria estará realmente sendo entregue. O ideal é que nos sites sejam colocados alguns lembretes que indiquem o problema com a logística dos Correios e negociar um prazo de entrega maior por segurança.
A empresa que despachou a encomenda utilizando os Correios tem direito a pedir ressarcimento, por qualquer prejuízo que venha a sofrer, conforme alerta o advogado da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), Thiago Vargas Escobar Azevedo. Em outras greves no passado, as empresas tiveram que estender os prazos, de 48 horas e 72 horas para cinco dias úteis.
O e-bit, acredita que a greve dos Correios pode comprometer em até 30% o faturamento do varejista no mês em que é realizada. “Isso porque há tanto o caso das pessoas que precisam do produto com urgência e acabam cancelando a compra quanto daqueles que não tem pressa e adiam a aquisição da mercadoria”, afirma o diretor geral da e-bit, Alexandre Caixeta Umberti.
Tags: Comercio Eletrônico, Correios, Greve, Logistica, NotíciasComentários do Facebook
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É uma pena a grave nos Correios, mas os lojistas devem procurar soluções alternativas sempre e não apenas nesse período de greve, existem muitas transportadoras.
Em nossa plataforma existe a possibilidade do lojista trabalhar com uma transportadora por região, estado, cidade ou até mesmo bairro com um moto boy por exemplo.
A dica é essa, não tenha apenas uma transportadora, tenha várias!