Previna-se das fraudes no Comércio Eletrônico
Boa parte das pessoas que não fazem compras via internet dizem que o motivo é a falta de segurança, mas a insegurança atinge também os proprietários de sites de e-commerce. O índice de fraude no comércio eletrônico no Brasil é bastante significativo, cerca de R$500 milhões de dólares ao ano, algo como 1,2% de todos os meios de pagamento.
No comércio eletrônico, não há como saber com 100% de certeza quem são os clientes que estão fazendo os pedidos. Então, é preciso ficar atento e tentar conseguir o maior número de informações sobre o cliente. Segundo estudos, a maioria dos fraudadores não vai ficar com a mercadoria e, por isso, os itens mais visados são jóias, eletrônicos e eletroportáteis que podem ser revendidos rapidamente.
O administrador da loja virtual deve fazer uso de todos os recursos disponíveis para checar a veracidade dos dados do pedido sempre que houver alguma dúvida. Assim como: conferência de CPF através de consulta no site da Receita Federal, consulta no 102 para confirmar o endereço, consulta ao CEP pelo site dos Correios, checar provedor de e-mails, verificar o endereço IP e, checar se a localização do cliente é de difícil acesso ou suspeita.
Atenção ao perfil do cliente é extremamente necessário para aprovar uma venda em comércio eletrônico. É importante checar se o nome do comprador é o mesmo do cartão de crédito e do dono da linha telefônica, nomes diferentes são sinônimos de fraude. Compradores que informam apenas número de celular, ou e-mail com nomes esquisitos ou de outras pessoas também são suspeitos quanto à veracidade dos dados.
As fraudes podem acontecer em todos os tipos de pagamento. No caso da Transferência Eletrônica a fraude se dá pela invasão de contas na internet; Boleto Bancário sofre fraudes geralmente por pagamento de cheques sem fundos, contas invadidas pela internet e valor errado e, é preciso colocar informações especificas para diminuir os riscos; os Cartões de Crédito sofrem fraude por endereços diferentes do dono do cartão e/ou cartões clonados, entre outros; e, cheques roubados, clonados ou adulterados.
Para evitar os prejuízos os lojistas virtuais precisam estar atentos as informações passadas pelo cliente, quanto maior o número de dados obtidos melhor e menor o risco de fraudes. Contratar serviços de confirmação do endereço junto às operadoras de cartão de crédito e serviços de gerenciamento de risco é muito útil para identificar fraudes. Tente saber se o cliente é verídico e se o pagamento confere, use todas as estratégias possíveis para fazer bons negócios. E, como Henrique Pechman, CEO da Online Internet Services, empresa de desenvolvimento de plataformas de comércio eletrônico diz: “Finalmente, venda e arrependa-se. Mas venda!” Veja mais informações, clicando aqui.
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Tags: Comercio Eletrônico, E-commerce, fraudesComentários do Facebook
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