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21 de Setembro de 2011
Rafael Lucas

E-commerce sem Correios: Como contornar a crise

A greve realizada pelos Correios no país entra em sua segunda semana e deve estreitar o empasse com o governo do estado, que reluta em uma negociação com os grevistas. O principal prejudicado acaba sendo o consumidor, principalmente os compradores de lojas na internet. Segundo a e-bit, consultoria especializada em comércio eletrônico, há uma estimativa de que sejam realizadas 3 compras on-line a cada 2 segundos, gerando um montante de 130 mil operações diárias pela internet.

O país conta com uma série de transportadoras para auxiliar na logística, porém, ainda é grande o número de encomendas destinadas aos Correios, segundo Alexandre Caixeta Umberti, diretor-geral da e-bit, cerca de 50% e 60%, sobretudo as de volume reduzido e as enviadas para estados mais afastados. Os esforços das empresas de e-commerce devem se intensificar na busca de alternativas, já que a adesão tende a aumentar pelo país.

Com algumas exceções, as redes ainda trabalham nos sites os mesmos prazos de entrega estipulados antes da greve, portanto o consumidor não tem o real controle de quando a sua mercadoria estará realmente sendo entregue. O ideal é que nos sites sejam colocados alguns lembretes que indiquem o problema com a logística dos Correios e negociar um prazo de entrega maior por segurança.

A empresa que despachou a encomenda utilizando os Correios tem direito a pedir ressarcimento, por qualquer prejuízo que venha a sofrer, conforme alerta o advogado da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), Thiago Vargas Escobar Azevedo. Em outras greves no passado, as empresas tiveram que estender os prazos, de 48 horas e 72 horas para cinco dias úteis.

O e-bit, acredita que a greve dos Correios pode comprometer em até 30% o faturamento do varejista no mês em que é realizada. “Isso porque há tanto o caso das pessoas que precisam do produto com urgência e acabam cancelando a compra quanto daqueles que não tem pressa e adiam a aquisição da mercadoria”, afirma o diretor geral da e-bit, Alexandre Caixeta Umberti.

1 de Julho de 2011
Rafael Lucas

Vendabilidade: Conheça as técnicas para conquistar clientes no e-commerce

Diferente das vendas realizadas em lojas comuns, a venda on-line requer uma série de cuidados que podem garantir o resultado satisfatório para seu e-commerce: a finalização da compra.

Não basta apenas oferecer um produto atrativo, é preciso que o consumidor o reconheça como tal. Para isto, é fundamental utilizar todos os recursos disponíveis. O primeiro passo é selecionar a foto, sempre em boa resolução e, se possível, com diversas opções de detalhes, com imagens de diferentes ângulos do produto.

O valor também atrai na hora de comparar os preços com os concorrentes, se houver a oportunidade de colocar o produto em promoção, destaque bem o valor antigo e o desconto dado (Dica: De R$ 15,00 – Por: R$9,90, os números quebrados são melhores do que quantias exatas aos olhos do consumidor).

Para uma plataforma que não trabalha com os vendedores dispostos a tirar todas as dúvidas, a descrição é o ponto alto para aplicar todo o potencial de persuasão. A venda deve tornar-se uma “conversa” com quem está navegando em seu site, e ninguém gosta de conversas robóticas, sem emoção, que apenas descrevem especificações técnicas. Observe estes dois textos e veja a diferença:

Apenas informações técnicas e especificas sobre o produto, neste exemplo, uma adega de vinhos. Mas, não imaginamos ao certo onde poderíamos armazená-la ou outras informações adicionais que todo cliente necessita.

Preciso dizer qual dos textos utilizou os recursos de vendabilidade? Vale a pena gastar uns minutinhos a mais preparando o texto de forma clara e interessante. Não tenha dúvidas que fará diferença não só da maneira como o cliente enxerga o produto, mas como dá credibilidade ao e-commerce e de apresentar que realmente conhece o que está vendendo. Além disso, esta descrição é muito importante para o trabalho de otimização do Google, onde o conteúdo é importantíssimo para os mecanismos de busca.

Faça um teste, visite algumas lojas virtuais e compare a descrição de um mesmo produto em sites diferentes. No final, responda qual você escolheria. Agora que a dica está dada, fique à vontade para “conversar” melhor com seus clientes e boas vendas!

6 de Maio de 2011
Fernanda Batistella

Loja virtual: Repel Distribuidora de equipamentos de som e iluminação

A Repel é uma loja virtual de loja de som automotivo, áudio profissional, caixas de som, instrumentos musicais, iluminação e utensílios eletrônicos, sendo a maior distribuidora do oeste paulista neste setor. Com sede na cidade de Indiana, interior de São Paulo, a empresa está a muitos anos no mercado, trazendo as melhores marcas e produtos para os clientes. O comércio eletrônico da Repel ficou por conta da equipe Luz Própria Web. E a página inicial do site ficou assim:

Para conferir o resultado completo, acesse o site da Repel

Para ver outros serviços realizados pela equipe Luz Própria Web, clique aqui.

18 de Fevereiro de 2011
Fernanda Batistella

Comércio Eletrônico: Qual é o seu diferencial?

O Comércio Eletrônico é visto por muitos como uma forma de promover o desenvolvimento econômico, diminuir as barreiras no comércio facilitando a compra e venda de maneira rápida e prática para ambas as partes.

Antes se notava que o negócio era fechado, o vendedor possuía sua loja em um lugar específico e o cliente que queria realizar uma compra se dirigia até o local, analisava os produtos juntamente com o vendedor e se algo o agradasse a ação era feita.

Com o avanço da tecnologia o mundo todo foi caminhando na mesma direção e a história foi mudando. Obviamente a internet está evoluindo e com isso vai nascendo várias formas de comércio.  Ouve-se dizer que hoje o “mundo virou uma aldeia global, onde é possível comprar uma infinidade de produtos e serviços sem sair de casa.”

Mas há quem compra e também quem vende. E, para este último, as oportunidades de começar um comércio eletrônico estão cada vez mais rápidas e fáceis. Como se sabe a internet chama a atenção desses “vendedores”, pois além de não precisar desembolsar muito dinheiro, já que apresenta um baixo custo, ainda atingem um publico amplo e global.

A grandeza que o comércio eletrônico atingiu no Brasil é tamanha. Quem vende enfrenta uma concorrência que em primeira vista impressiona, mas que deve ser considerada pelo mesmo como um desafio para obter sucesso.

Quem possui loja virtual e deseja crescer no ramo deve ter em mente a seguinte questão: qual deve ser o diferencial para atrair e manter clientes? Contudo, o que é considerado por quem vende um diferencial é tido para os clientes como o indispensável para a realização de uma ótima negociação.

As características que tornam determinada loja virtual distinta e melhor que as demais vão desde baixos preços até o cumprimento ou adiantamento do prazo de entrega. Algumas destas dicas para granjear êxito foram listadas e comentadas por Marcelo Goberto em E-Commerce News.  Mas resumidamente é o seguinte:

Atendimento Nota 1000; Facilitadores de Compra; Transparência das Informações; Superar Expectativa; Preço Baixo e Estoque Abundante

Quando você entra em uma loja, o que te cativa é o bom humor do vendedor, o atendimento rápido, o cumprimento de suas expectativas, entre outros fatores. A célebre máxima de Manoel Lebrão embora seja antiga, ainda assim acompanha a modernidade, “O cliente sempre tem a razão”. Portanto, o que ele exige para uma boa compra deve ser aplicado, deste modo, o vendedor (que na internet é o próprio site) agora terá a dita carta coringa na mão e será recompensado com o sucesso das vendas.

16 de Fevereiro de 2011
Fernanda Batistella

Compra Coletiva: a ordem é segmentar

Os sites de compra coletiva iniciaram-se no Brasil com o Peixe Urbano e hoje já apresenta grande adesão dos consumidores. O modelo diferenciado para comprar e vender que já é uma tendência, justifica-se pelo de fato de estar trazendo benefícios tanto para quem compra, quanto para quem vende.

Embora não pareça, esta forma inovadora de comércio eletrônico pode ser muito bem relacionada com o nome do site pioneiro em nosso país. Apenas um pouco de criatividade basta para entender a comparação entre compra coletiva e peixe. A compra individual, mais comum e conhecida, é equivalente ao trabalho de um pescador à margem do mar: assim como ele fisga peixes, vendedores negociam com consumidores, de maneira eficiente. No entanto, não ocorre de um modo tão rápido e em grande escala.

A necessidade do pescador em obter maiores resultados o obrigou a ir além e, assim, difundir-se no oceano. Foi preciso inovação. Do mesmo, o comércio eletrônico aspirou por conquistar novos meios para atingir seus objetivos, dois deles ditos anteriormente: negociação rápida e abundante. E num planeta no qual cerca de dois bilhões de habitantes têm acesso à internet, ela mais do que qualquer coisa é o “alto-mar” para as compras e vendas.

A compra coletiva é sucesso para quem vende e, do mesmo modo, para quem compra. Consumidores têm a oportunidade de encontrar produtos atrativos com descontos expressivos, pois o agrupamento de diversas pessoas em uma compra acaba rendendo baixa nos preços.

Num mercado tão promissor como as compras coletivas já era de se esperar a enorme concorrência. É necessário mais inovação: a compra coletiva segmentada. A idéia é comercializar num site produtos de uma única categoria ou que atendam a determinado tipo de público.

Por ser específico, esse tipo de compra coletiva tem uma resposta pouco mais lenta, pois é mais difícil fisgar clientes que se encaixem no público alvo do site. Contudo, a especificação retribui de maneira enorme, pois a correspondência de quem compra é muito maior, quem consome nesse ramo da compra coletiva apresenta grandes chances de se tornar o dito “freguês fiel” do site que o atende.

Recentemente foram lançados sites de compras coletivas altamente segmentados, como os que têm como destaque pet shops, mercado rural, hoteleiro e até de cursos online. As opções são as mais variadas possíveis e o que cria o diferencial é o foco em uma base de usuários altamente segmentada e ofertas focadas nos interesses dessa base. Essa é a tendência que se desenha no cenário atual. (Trecho de Alberto Valle, retirado de Blog do Curso de E-Commerce)”

Novamente para obter melhores resultados surgiu o diferencial. A nova forma de compra coletiva segmentada pode ser explicada a partir de um exemplo, o recente Clube Webfilhos em São Paulo, que deve entrar no ar ainda em Fevereiro, é voltado inteiramente para a família. Tem em comum a outros sites de compra coletiva a venda de produtos atrativos com descontos expressivos, contudo, é mais eficiente a quem compra. Pois, por ser específico, oferece maior quantidade de produtos que realmente interessam a seus clientes em relação ao básico que um site de compra coletiva comum pode ofertar.

1 de Dezembro de 2010
admin

Número de visitas a sites de compras coletivas triplicou de julho a setembro, confira ranking divulgado pela Bolsa Coletiva do Alexa.

Segundo pesquisa divulgada no começo do mês pelo Ibope Nielsen Online, o número de visitas a sites de compras coletivas triplicou de julho a setembro. Os sites pularam de 1,7 milhão de visitantes para 5,6 milhões de visitantes únicos, um aumento de 231% –14 % de todos os usuários da internet brasileira. Segundo o estudo, o público masculino é o que mais frequenta este tipo de site, com 53,8% de todas as visitas, já as mulheres registraram 46,2%. A faixa etária destes usuários são 38% composta de adultos de 25 a 34 anos.

Confira o ranking divulgado pela Bolsa Coletiva do Alexa dos sites nacionais de grande destaque do comércio eletrônico brasileiro de 2010.

20 de Outubro de 2010
Mariana Moura

Interior paulista terá site de compra coletiva

Os sites de compra coletiva estão virando febre, principalmente nas grandes capitais como São Paulo e Rio de Janeiro. Afinal, nestes sites os consumidores precisam ficar barganhando com o vendedor por descontos e, sim os descontos de até 90% vão até os clientes.

Inicialmente os clubes de compra online eram restritos a convidados, agora começam a ser abertos para qualquer internauta. Com uma mecânica simples, assim que a oferta é anunciada no site com os melhores descontos possíveis os usuários cadastrados são convidados a efetuarem sua compra. Mas, a oferta é válida apenas quando um número mínimo de adesões é atingido, o que acontece rapidamente neste tipo de comércio eletrônico. Atingida esta cota, os consumidores recebem por e-mail um cupom ou voucher para apresentar a empresa conveniada. Simples e rápido.

O modelo de negócio foi importado dos EUA e foi referência dos principais sites de compras coletivas brasileiros. O número de pessoas que participam destes clubes dobra a cada mês em todos os sites, o consumidor aderiu realmente a este segmento que trás ótimas soluções financeiras desde as compras mais simples às mais complexas. Embora, os usuários cadastrados nestes sites sejam praticamente metade masculina e metade feminina, estima-se que 75% das compras sejam feitas pelas mulheres. Beleza, restaurantes e entretenimento são os serviços mais buscados.

Apenas alguns lugares do país já têm esse serviço, o foco de mercado está voltado às grandes cidades onde o cliente tem muitas opções e pouco tempo para encontrar a loja que oferece o menor preço, os melhores descontos.

Em breve será lançado o clube melancia, site de compras coletivas que atingirá todo o interior paulista, prometendo muitas vantagens e opções de compra aos internautas. O site está sendo desenvolvido pela Luz Própria Web para um cliente de Presidente Prudente e as expectativas são as melhores possíveis.

Aguarde!!!

18 de Outubro de 2010
Mariana Moura

Dia das Crianças movimentou o comércio eletrônico brasileiro

A expectativa para os resultados do Dia das Crianças em 2010 para o Comércio Eletrônico é bastante animadora, segundo o e-bit (empresa especializada em informações de e-commerce) o número será 30% maior se comparado ao mesmo período do ano passado – 28 de setembro a 11 de outubro. Foi esperada uma movimentação de R$585 milhões nesta data aqui no Brasil. O valor médio das compras também aumentou, este ano está por volta de 350 reais.

Embora as categorias mais procuradas sejam computadores, notebooks, videogames e máquinas digitais, os brinquedos educativos e tradicionais não foram esquecidos e continuam a ser presentes esperados pelas crianças. É o caso da loja virtual Pirlimpimpim Brinquedos, que teve um aumento nas vendas bastante significativo nesta época.

Principalmente nesta época, ferramentas como marketing digital e SEO são importantes para as empresas de destacarem em meio a tantos concorrentes. Uma campanha bem planejada e estruturada é garantia de bons negócios e novos clientes. Afinal, o consumidor que compra hoje em sua loja e recebe os produtos no tempo previsto e sem nenhuma reclamação certamente voltará à loja para eventuais compras.

No e-commerce é preciso que as lojas se destaquem com anúncios em ambientes virtuais onde seu público está envolvido, seja destaque em sites de busca e tenho o melhor atendimento possível ao cliente. Os sites devem ser claros quanto à forma de pagamento, prazo de entrega e, ainda, ter um layout que seja atrativo aos olhos de seus usuários, pois esta é a “roupa” do site que é seu próprio vendedor.

Em datas comemorativas como o Dia das Crianças e Natal, por exemplo, estes são alguns fatores que podem fazer o comércio eletrônico ser ainda melhor ano após ano. E, investir em ações que destaquem a loja virtual na internet é o caminho mais curto para alcançar objetivos de vendas, aumentar e fidelizar o número de clientes.

15 de Outubro de 2010
Mariana Moura

Sites de compras coletivas: clubes de compras e compras colaborativas

Os sites de compra coletiva ainda são novidade no Brasil, chegaram com força no início do ano passado e, estão sendo muito bem aceitos pela população brasileira. Todo cliente gosta de descontos não é mesmo? Principalmente quando eles podem chegar a 70% e não é preciso entrar em nenhuma fila para garantir seu produto.

Redes sociais geram o maior tráfego para sites de compras coletivas

Essa nova modalidade de comércio eletrônico faz muito sucesso nas grandes capitais brasileiras, pois em alguns minutos é possível pedir o almoço, marcar o cabeleireiro e comprar um pacote de massagens, por exemplo, e tudo isso com preços incríveis. Ideal para o dia a dia cheio de tarefas e que não resta tempo para encontrar os melhores lugares para realizar as compras.

Essa oportunidade de negócio vem aquecendo o varejo digital já que possibilita maior poder de negociação com a indústria fornecedora. Além disso, propagar promoções via e-mail marketing e redes sociais funcionam muito bem para atingir o público desta nova modalidade de e-commerce.

Neste meio existem dois grupos: clubes de compras e compras colaborativas. Enquanto o primeiro cresce gradativamente desde abril de 2009, o segundo começou a crescer em maio deste ano, mas apresentou um crescimento surpreendente de 4.300%.

Clubes de Compras

Este grupo de sites tem as lojas online com os maiores descontos em seus produtos – até 70%, e vendem mais vestuário do que outros produtos. Para ter acesso a esses sites é preciso ter um cadastro no site ou ser convidado por um membro, são sites privados onde as ofertas só aparecem aos cadastrados. Por isso a denominação CLUBE.

Nessa categoria, o e-mail se mostra o principal responsável pela origem das visitas (30,55%). As ferramentas de busca geram 14,02%, outros sites de varejo de roupas 12,89% e as redes sociais 12,67%.

Compras Colaborativas

Nestes sites conta com ofertas de diversos anunciantes, que podem ir de restaurantes à clinicas de beleza e cinemas, mas todos com ofertas bastante agradáveis aos olhos do cliente. A força deste grupo vem da necessidade de conseguir uma quantidade mínima de compradores para que a compra se concretize realmente.

Nesta modalidade, as redes sociais são o principal meio que gera visitas a esses sites, com 14,80%. Em seguida, sites de busca 13,87% e sites de vídeo e multimídia com 10,59%. Portanto, o foco nas redes sociais são fundamentais para disseminar a ideia de compras nestes sites.

O mercado online é bastante inteligente e muda muito rapidamente, e os sites de comércio eletrônico precisam acompanhar essas mudanças. Essa é a nova oportunidade de mercado, mas pode surgir uma agora mesmo enquanto você lê este artigo. Fique atento, novidades sempre surgem e se transformam em oportunidades de negócio.

7 de Outubro de 2010
Mariana Moura

E-commerce fatura mais que Shoppings Centers

No Brasil, o crescimento geral de vendas feitas pela internet em 2010 supera expectativas, segundo a e-bit este ano o aumento de vendas será cerca de 40% maior em relação a 2009. Isto é um grande estimulo aos empresários que queiram investir no setor, hoje vender pela internet passou a ser o principal meio de vendas das empresas e, muitas utilizam o e-commerce como complemento de suas vendas em loja física.

Crescimento no Comércio Eletrônico

Um fator para que esse crescimento aconteça é o fato de os consumidores estarem mais seguros para realizarem suas compras, eles pesquisam e a maioria já sabe como realizar uma compra segura. Fatores como Selos de Segurança e a empresa disponibilizar todos os seus dados no site influenciam diretamente para que os internautas realizem suas compras.

Durante o 2° Congresso de Crimes Eletrônicos e Formas de Prevenção foi divulgado que o faturamento das lojas virtuais supera as vendas dos shoppings centers da Grande São Paulo. Nos primeiros sete meses de 2010, o comércio eletrônico brasileiro faturou cerca de 7,8 bilhões de reais, enquanto toda a rede de shoppings centers desta região não conseguiu superar esse valor.

Fatos como esse acontecem porque o consumidor brasileiro já encontra no e-commerce uma forma rápida, tranquila e segura para realizar suas compras desde eletrônicos, livros, brinquedos até as compras do supermercado. A loja virtual tem a vantagem de o consumidor poder escolher seus produtos em seu ambiente de trabalho, na rua ou no conforto de sua casa, facilitando principalmente porque a correria do dia-a-dia muitas vezes não deixa tempo hábil para ir à lojas ou supermercados, enfrentando trânsito, filas nos caixas ou atendimento insatisfatório. No e-commerce o consumidor escolhe os produtos no tempo que desejar, possui todas as informações técnicas e o produto chega a sua residência em segurança e sem que tenha que se deslocar para buscá-lo.

As estimativas da e-bit indicam que o comércio eletrônico deve fechar o ano de 2010 com um faturamento de cerca de R$14,3 bilhões, uma expansão de 35% em relação ao ano anterior. Ou seja, o e-commerce é uma ótima opção aos empresários que queiram aumentar seu faturamento, pois não exige grandes investimentos para abrir seu negócio online.

Veja como montar seu comércio eletrônico, clicando aqui.

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