Minha loja virtual já está no ar. E agora?
A montagem de uma boa loja, as definições dos produtos, dos preços e da abordagem ao cliente exigem um grande investimento de tempo e o esforço pessoal do empreendedor, portanto, é natural a expectativa de que esse esforço seja recompensado por milhares de clientes passando pelo caixa. Ocorre que essa expectativa não se realiza de maneira automática, uma vez que, por melhor que seja a loja virtual, os produtos e os preços, os internautas precisam primeiro ter conhecimento disso. Na verdade, eles não sabem sequer de sua existência em meio a centenas de milhares de web-sites, o que torna possível a existência de uma loja aberta durante meses sem sequer uma visita, ou, menos mal, um pequeno fluxo de visitantes, mas insuficiente para gerar uma só venda.
Em primeiro lugar, deve-se considerar que as lojas virtuais precisam de uma enorme quantidade de visitantes. Isso ocorre porque a taxa de conversão de visitantes em clientes é normalmente pequena: em torno de 1%, ou seja, a loja vai precisar de mil visitantes para realizar cerca de 10 vendas. É natural que seja assim, pois é extremamente fácil para o internauta, pesquisar em uma dezena de lojas em questão de minutos, para, talvez, realizar a compra em uma delas. Isso é algo que não ocorre nas lojas físicas, pois levaria, no mínimo, um dia inteiro de pesquisas. O primeiro passo, então, é gerar tráfego. Isso inclui a utilização das principais estratégias de web-marketing, a saber: otimização da loja virtual para aparecer bem posicionada nos sites de busca; anúncios em links patrocinados que geram retorno imediato de visitas; utilização do email como um forte canal de comunicação com o cliente, visando a fidelização; implantação de um programa de afiliados, e, eventualmente alguma campanha off-line, caso haja disponibilidade de recursos para isso. Todas essas ferramentas somadas deverão potencializar a visitação da loja,
O segundo passo é trabalhar os visitantes da loja de modo a estimular a realização das compras. Isso pode ser feito com ações como: promoções com preços competitivos, lançamentos e divulgação de novos produtos, criação de sistemas de benefícios aos clientes como bônus por compra, promoção para aniversariantes, entre outras. Assim como o consumidor tradicional, o consumidor on-line gosta de novidades e está sempre propenso a realizar uma “comprinha”, desde que perceba uma oportunidade ou algo que lhe traga benefícios.
Finalmente, é fundamental que o lojista tenha consciência de que todo negócio necessita de um tempo de maturação para render seus frutos. A aplicação de novas ações de marketing, a melhor forma de fazê-las e a avaliação constante dos resultados, trarão o famoso know-how que diferencia um iniciante de alguém que já conhece o caminho e as pedras. Além disso, o próprio tempo conspira a favor do negócio, na medida em que a continuidade aumentará o conhecimento da marca, a fidelização e a chegada de novos clientes. Na Internet, a criatividade é fundamental e o esforço constante para oferecer cada vez mais valor aos clientes é imprescindível. A idéia é seguir aquela famosa frase do filme Campo dos Sonhos: “construa, e eles virão”.
Fonte: e-commerce.org.br
Por: Dailton Felipini
Preferencias dos E-consumidores para meios de pagamento
Atualmente, os e-consumidores optam pelos seguintes meios: cartão de crédito (68%); boleto bancário (25%); TEF – Transferência Eletrônica de Fundos (5%); e outros (2%), sendo que esses percentuais podem variar em decorrência do segmento de atuação e do perfil de seu público.
Fonte: e-commerce.org.br
E-commerce – Porque fazer? (parte 6)
Sonho de Consumo X Efetividade de Compra
Produtos mais buscados X Produtos mais comprados
Atualmente, recorremos à internet sempre que queremos saber sobre algo, seja o significado de uma palavra, o endereço de uma loja, as notícias que acontecem no mundo ou ainda, apenas para mantermos contato com outras pessoas.
No comércio eletrônico não é diferente. Sejam adeptos às compras virtuais ou não, antes de adquirir um novo produto, a maioria das pessoas pesquisa sobre as funcionabilidades, características, preços, formas de pagamento e buscam opiniões de terceiros antes de tomarem uma decisão de compra.
Observa-se, porém que nem sempre os itens mais procurados entre os buscadores e comparadores de produtos e preço são aqueles que definitivamente são os mais consumidos.
É o caso de eletrodomésticos que aparecem entre as três primeiras categorias de produtos mais buscadas em sites de comparação de preços, entretanto, representam apenas 5,6% das vendas eletrônicas no período do Natal.
Da mesma forma, os perfumes, classificados como itens da categoria de saúde e beleza da e-bit, apesar de não serem tão pesquisado nestes tipos de sites, foram responsáveis por 7,3% do volume de pedidos no mesmo período.
O conhecimento prévio das fragrâncias e a necessidade de reposição são alguns fatores que podem justificar esse comportamento dos e-consumidores. Por já conhecerem e estarem habituados a utilizar determinada marca de perfume, ele não precisa mais pesquisar sobre este tipo de produto para que efetive a compra.
Categorias mais vendidas no Natal
(em volume de pedidos)
Eletrônicos: 17%
Livros, Revistas e Jornais: 16%
Informática: 13%
Telefonia Celular: 11%
Títulos de CD, DVD e Vídeo: 11%
Saúde e Beleza: 11%
Fonte: e-bir Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: Janeiro a Dezembro de 2007
E-commerce – Porque fazer? (parte 5)
Frequencia
No últimos 6 meses:
35% dos usuários compram ha mais de 6 meses
12% compraram a primeira vez
27% compraram de 2 a 3 vezes
13% comprarm de 4 a 6 vezes
Fonte: e-bir Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: Janeiro a Dezembro de 2007
O que é Ticket Médio
Ticket Médio (TM), é a média dos valores gastos pelos clientes em um Site ou Organização. É uma unidade comum do varejo.
E-commerce – Porque fazer? (parte 4)
Evolução do número de e-consumidores.

O volume de compras online efetuado na rede também cresceu devido ao aumento do número de consumidores virtuais. Foram contabilizados 20,4 milhões de pedidos de janeiro a dezembro, ou seja, aproximadamente 5,6 milhões de pedidos a mais do que em 2006 – quando o setor recebeu 14,9 milhões de pedidos
Evolução da quantidade de pedidos

Fonte: e-bir Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: Janeiro a Dezembro de 2007
E-commerce – Porque fazer? (parte 3)
Datas comemorativas em 2007
Dias das Mães
Período: 23/04/2007 a 09/05/2007
Faturamento: R$ 287 milhões
Tíquete Médio: R$ 304,00
Crescimento em relação a 2006: 63%
5º Categoria de produto mais vendida: Eletrodomésticos 6%
Dias dos Namorados
Período: 28/05/2007 a 13/06/2007
Faturamento: R$ 227 milhões
Tíquete Médio: R$ 287,00
Crescimento em relação a 2006: 47%
5º Categoria de produto mais vendida: Títulos de CD, DVD e Vídeo 6%
Dias dos Pais
Período: 30/07/2007 a 14/08/2007
Faturamento: R$ 265 milhões
Tíquete Médio: R$ 266,00
Crescimento em relação a 2006: 23%
5º Categoria de produto mais vendida: Eletrodomésticos 4%
Dias das Crianças
Período: 28/09/2007 a 12/10/2007
Faturamento: R$ 276 milhões
Tíquete Médio: R$ 275,00
Crescimento em relação a 2006: 40%
5º Categoria de produto mais vendida: Títulos de CD, DVD e Vídeo 7%
Natal
Período: 15/11/2007 a 23/12/2007
Faturamento: R$ 1.081 bilhão
Tíquete Médio: R$ 308,00
Crescimento em relação a 2006: 55%
5º Categoria de produto mais vendida: Telefonia Celular 6%
Fonte: e-bir Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: Janeiro a Dezembro de 2007
E-commerce – Porque fazer? (parte 2)
Categorias de Produtos mais vendidas em 2007
2º categoria: Informática
3º categoria: Saúde e Beleza
4º categoria: Telefonia Celular
Fonte: e-bir Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: Janeiro a Dezembro de 2007
E-commerce – Porque fazer? (parte 1)
Evolução do Varejo Online no Brasil
Os números e as taxas de crescimento das vendas online nos últimos anos são de deixar qualquer economista espantado com a força desse mercado, comprovando que o segmento veio para ficar e evoluir. Enfim, chegamos ao ponto de consolidação do e-commerce nacional.
No balanço do ano, verificou-se um crescimento nominal de 43% em relação ao ano anterior, atingindo a cifra de R$ 46,3 bilhões faturados em vendas de produtos pela Internet.
Balanço de 2007
Faturamento: R$ 6,3 bilhões
Ticket Médio: R$ 302,00
Crescimento em relação a 2006: 43%
Categoria de produto mais vendida: Livros e assinaturas de revistas e jornais 17%
Fonte: e-bir Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: Janeiro a Dezembro de 2007
Comércio eletrônico cresceu 116% no Brasil em 2007
Com o crescimento, País ocupa o quatro lugar entre as nações da América Latina com maiores vendas.
MIAMI – O comércio eletrônico cresceu 116% no Brasil em 2007, o que situou o país no quarto lugar das nações latino-americanas que registraram maior quantidade de vendas online, segundo um estudo divulgado nesta semana pela AmericaEconomia Intelligence e divulgado pela Visa America Latina.
No total, o comércio eletrônico cresceu 40% na América Latina e no Caribe em 2007, ao mobilizar mais de US$ 10 bilhões, uma alta atribuída ao crescimento econômico da região, avanços na tecnologia e mudanças no comportamento do consumidor.
O relatório aponta que nos dois últimos anos a alta foi de 121% na América Latina. O ranking de nações onde a comercialização online cresceu mais é liderado por Venezuela, com uma taxa de 224%, seguida de Chile, com 183%, México, com 143%, e Brasil, com 116%.
“O poder de compra gerado por um crescimento sustentado da economia na América Latina foi chave para que consumidores e companhias contem com a possibilidade de efetuar transações e realizar negociações no mundo virtual”, indicou o estudo.
Foi descoberto que mais de um terço das transações em linha são compras realizadas pelos consumidores fora do país de origem; e que nas nações nas quais o comércio eletrônico se encontra menos desenvolvido, o percentual de transações internacionais pode chegar a 90%.
Do ponto de vista social, o mercado dos mais jovens é o que lidera as despesas no comércio eletrônico, já que se sentem mais confortáveis adotando e utilizando novas tecnologias.
O aumento acelerado da internet e de banda larga também contribuiu ao crescimento do comércio, segundo o relatório.
“A contribuição tecnológica vem de um aumento de 48% na penetração na internet, assim como mais de 100% de crescimento no acesso à banda larga durante os últimos dois anos. Isto resultou em conexões mais rápidas que fazem com que as compras online sejam mais convenientes e mais fáceis que nunca”, aponta o texto.
O relatório também concluiu que os cartões de crédito desempenham um papel principal na expansão do comércio eletrônico: mais de 70% dos consumidores entrevistados preferem esta forma de pagamento na hora de comprar pela internet.
Apesar deste crescimento, esta forma de comércio não alcançou, segundo o relatório, um estado de maturidade na América Latina e no Caribe, e somente “representa 0,32% do Produto Interno Bruto (PIB) da região”. Em mercados maduros, como os Estados Unidos, “o comércio eletrônico constitui 0,98% do PIB do país”.
Fonte: Estadão
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