FITFORIT Fitness

fitforitFitforitfitforitNova campanha da marca prudentina de fitness FITFORIT em parceria com agência Raro!A campanha “Aumente a Intensidade” tem como conceito a força e o poder em quem usa o produto Fit For It.Realizado  domingo de chuva em um prédio em construção onde o que precisávamos era uma parede de concreto dando a idéia de força imprimida na ação do chute de quebrar a parede.Equipe essencial para o desafio de uma externa fotográfica complexa e ao mesmo tempo muito descontraída pelo astral dos envolvidos.Direção geral: Tiago Levorato/Carlos BragaFotografia: estúdio Luz PrópriaAssistentes: Rodrigo Braga/Renato Shizido/Marilia MurgoModelo: Talitha CoelhoMake-up: Simone CerejaHair: Renan ErgalonStylist: Carolina LiberatiProdução: Michelle BragaTratamento e fusão de imagens: Rodrigo Braga/ Tiago Levorato  

Prudenshopping

prudenshoppingprudenshopping

Pelo 2º ano consecutivo o estúdio Luz Própria realizou em parceria com a AUDI propaganda a campanha anual do Prudenshopping que este ano teve como estrela a atriz global Ângela Vieira.Este mês com peça da BIG promoção do clube de vantagens e até o final do ano mais algumas peças serão veiculadas.Direção de arte  Rafael Trovó da agencia Audi, fotos estúdio Luz Própria por Carlos e Rodrigo Braga, vídeo Fx produções de Ribeirão preto, produção de vídeo Michelle Braga, produção geral Priscila Popi e direção geral Raul Audi em parceria com o marketing do Prudenshoping

Unimed

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Como hoje acordei cedo e empolgado vou alimentar o blog com mais alguns trabalhos recentes da nossa região de Prudente.

este é uma parceria da Unimed PP e agência Ativa com o título da campanha  lançada mês passado em Prudente e região “cuidar da vida de seu funcionario é cuidar da sua empresa” onde empresas representandas por seus proprietários e funcionários são os modelos da campanha.

Diretor de arte: Tato Felipe

Agência: Ativa

Foto: Carlos Braga/Luz Própria

Assistente: Rodrigo Braga

Tratamento de imagem: laborátorio digital Luz Própria

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Boas Vindas

Ezzo

Começo hoje a representar o departamento de fotografia do blog da Luz Própria, onde iremos abordar nossos trabalhos atuais, parcerias com agências, clientes e assuntos  fotográficos pelo mundo.

E no primeiro post vai um recente catálogo de moda da marca prudentina Ezzo jeans wear  lançando a nova coleção verão 2010 com o tema  anos 80. Ensaio realizado nos arredores da vila Marcondes bairro onde surgiu a cidade de Presidente Prudente. Neste ensaio foi usado muros antigos que remetam ao urbano oitentista em interação de grafites com a modelo Viviane Albelbeck.

Equipe Luz Própria em parceria com a agência Raro!

Veja making of

Novidades Luz Própria

Novo visual, novo objetivo, novo editor e novos assuntos no Blog.

Agora não postaremos mais notícias do mercado, apenas novidades da empresa tanto da área de Web quanto Fotografia, espero que gostem.

O Ministério da Educação realizou na quarta-feira um pregão eletrônico para escolher a empresa que irá fornecer notebooks educacionais para o projeto Um Computador por Aluno (UCA). A vencedora foi a Comsat, que apresentou o laptop Mobilis com o lance de R$ 553 por máquina.

Criado pela indiana Encore, o Mobilis tem tela de toque LCD de 7″ (tamanho mínimo exigido pelo MEC), memória RAM de 512 MB, memória flash entre 1 GB e 4 GB, conectividade Wi-Fi e processador TI OMAP2431 de 450MHz.

O minilaptop oferece ainda webcam, caixas de som embutidas e demodulador de TV digital. A bateria de lítio tem longa duração – entre 8 e 10 horas.

O sistema operacional usado pelo Mobilis é o Linux, de acordo com a determinação do MEC para o uso de software livre.

O MEC vai adquirir 150 mil notebooks, que serão destinados a escolas públicas. O custo total será R$ 82,55 milhões.

O contrato com a Comsat, no entanto, ainda não foi firmado. Antes disso, o ministério deve verificar se o equipamento atende às determinações do edital, e então será aberto prazo para recurso.

Redação Terra

Os telefones celulares serão a principal ferramenta de conexão à Internet em 2020, ao mesmo tempo em que os sistemas de reconhecimento de voz e de tela sensível ao toque serão mais comuns, segundo uma nova pesquisa sobre o futuro da tecnologia.

As realidades artificial e virtual também estarão mais presentes na vida cotidiana, de acordo com o estudo realizado com centenas de especialistas em tecnologia, realizado pelo Pew Internet & American Life Project, do Centro de pesquisas Pew.

Os especialistas foram convidados a calcular o papel da tecnologia no ano 2020 em uma pesquisa online realizada em parceria com a Universidade Elon, na Carolina do Norte.

“O telefone celular – agora com significativo poder informático – é a conexão à Internet primária, e a única possível para grande parte das pessoas em todo o mundo, fornecendo informação de maneira portátil e com boa conexão a um preço relativamente baixo”, explica a pesquisa, intitulada “O futuro da internet III”.

Ao todo, 77% dos 578 especialistas consultados se consideram “de acordo” com a afirmação, enquanto 22% se disseram “em desacordo”.

Perguntados sobre se “as interfaces de voz e tato serão tecnologias comuns em 2020″, 64% disseram quem sim, 21% acham que não e 15% não responderam.

Diante da afirmação de que em 2020 “muitas vidas serão marcadas pelo uso das realidades artificial e virtual”, 55% dos especialistas concordaram, contra 30% que não acreditam nisso e 15% que não responderam.

A pesquisa foi realizada entre dezembro de 2007 e março de 2008, levando em conta as respostas de 578 especialistas em Internet, e os pontos de vista de outras 618 pessoas.

O resultado completo do estudo pode ser consultado no site imaginingtheinternet.org.

Fonte: AFP

De acordo com especulação de Ezra Gottheil, da Technology Business Research, a Apple anunciará um netbook na Macworld. Sua visão é de uma plataforma de computador com suporte à App Store:

[O dispositivo] fornecerá acesso à Web, email, reprodução de mídia e aplicativos essenciais a um preço baixo único. Iniciantes em computadores poderão começar a usá-lo rápida e facilmente. Usuários terão menos questões, problemas, conflitos e brechas de segurança, pois o dispositivo será menos intimidador que a maioria dos PCs e dos Macs. Como com o iPhone, o iTunes e a App Store oferecerão um arranjo de conteúdo, aplicações e jogos. Com um serviço opcional de backup online, todo o dispositivo poderá ser restaurado… Como os aplicativos serão distribuídos pela iTunes App Store, a Apple manterá relacionamentos sustentados com os usuários, facilitando a compra de produtos relacionados – vendas adicionais (up-selling) e cruzadas (cross-selling).

É uma interessante, talvez utópica, visão de um futuro produto da Apple. E a idéia faz sentido de uma perspectiva de plataforma – a Apple poderia fazer para o software de computador o que o iTunes já fez para a música e os aplicativos de iPhone.

O argumento de Gottheil é particularmente convincente no ponto em que ele convenientemente (e inteligentemente) abandona qualquer discussão sobre o tamanho. Porque é difícil imaginar a Apple desenvolvendo um laptop com menos de 12 polegadas. E apesar da idéia de um iPhone/iPod touch tablet grandão soar bem legal a princípio, um produto desses sairia da categoria de netbook ao considerar os custos (tanto em preço quanto em consumo de energia) associados a uma grande tela multitouch.

John Paczkowski, do Digital Daily, evoca as palavras de Steve Jobs no evento do iPod, em outubro:

Há alguns consumidores que nós escolhemos não servir. Não sabemos como fazer um computador de US$ 500 que não seja um pedaço de sucata, e o nosso DNA não nos deixará enviar isso.

A concordância de Gottheil com esse ponto? Ele acha que o computador será vendido por US$ 599.

Considerada a estimativa de US$ 173 da iSupply sobre o custo da fabricação de um iPhone 3G de 8 GB, talvez um “Netbook touch” de umas oito polegadas a US$ 599 não seja tecnicamente insano… Mas é difícil de imaginar, dada a preferência da Apple a altas margens de lucro.[Digital Daily]

Fonte: Gizmodo Brasil

A empresa Pioneer apresentou no Japão, nesta quinta-feira, um disco transparente capaz de armazenar 500 GB de memória.

O protótipo do disco de multicamadas é equivalente a 714 CDs de 0,7 GB, 106DVDs de 4,7 GB ou 20 discos Blu-ray de 25 GB.

O disco foi apresentado em Tóquio durante a Eco-Products Exhibition 2008, uma feira de produtos e tecnologias não agressivas ao meio ambiente.

Fonte: Redação Terra

Fileiras e mais fileiras de computadores são torturados incansavelmente nos laboratórios da Intel em Hillsborgo, no Oregon, para testar o novo microprocessador da companhia.

Mas em recente visita aos laboratórios, John Barton, o vice-presidente de teste de produtos da empresa, reconheceu que ainda assim se sentia ansioso quanto à possibilidade de que um defeito potencialmente fatal seja descoberto no último minuto.

Afinal, até mesmo o mais ínfimo erro em um chip pode se tornar um fracasso com custos bilionários.

“Ainda não estou dormindo bem”, disse Barton.

O microprocessador core i7 da Intel, conhecido pelo codinome Nehalem, será colocado à venda na segunda-feira e tem recebido resenhas técnicas entusiásticas. Mas é impossível para Barton prever exatamente como o chip vai funcionar em milhares de computadores, que operarão dezenas de milhares de programas.

O projeto e teste de um chip microprocessador avançado está entre as mais complexas atividades humanas. Para garantir que seus produtos apresentem o menor número possível de erros, a Intel gasta meio bilhão de dólares ao ano, em suas fábricas em todo o mundo, para testar os chips que fabrica por mais de um ano, antes de colocá-los no mercado.

Existem bons motivos para essa cautela. Em 1994, a gigante dos chips terminou humilhada por um pequeno erro na unidade de cálculo decimal de seus chips Pentium. O defeito, que resultou em uma embaraçosa ordem de recolhimento de chips, gerou uma virada violenta na cultura da companhia, que havia adotado requerimentos mínimos de teste para o Pentium.

Uma série de defeitos no microprocessador Barcelona, lançado no ano passado pela AMD, a principal concorrente da Intel, se provou igualmente devastadora.

A AMD vinha apresentando um progresso consistente, e estava oferecendo novas tecnologias de processamento sempre antes da Intel, bem como vencendo com facilidade a batalha da eficiência energética. Mas os problemas de controle de qualidade que varreram a empresa causaram forte queda de receita que já dura alguns trimestres e a colocaram em uma crise da qual ainda não conseguiu sair.

Caso o Nehalem seja um sucesso para a Intel, ele representará uma vitória para Andrew Grove, o antigo presidente-executivo da companhia, que reconheceu ter sido apanhado de surpresa pelos defeitos do Pentium e decidiu reformar a empresa.

Os defeitos do Pentium prejudicaram seriamente a marca da Intel junto aos consumidores. A empresa se tornou alvo de piadas que não demoravam a se espalhar pela Internet, por exemplo: “Sabe como os republicanos conseguem cortar impostos e reduzir o déficit nacional ao mesmo tempo? Usam planilhas acionadas por um computador Pentium”.

Depois de inicialmente tentar refutar as críticas, a Intel mudou de curso e anunciou desculpas formais pelos problemas e a constituição de um fundo de US$ 420 milhões para custear o recolhimento dos chips defeituosos.

A empresa distribuiu chaveiros aos seus clientes contendo um pronunciamento de Grove sobre a questão que se tornou famoso: “Más empresas são destruídas por uma crise. Boas empresas sobrevivem a ela. Grandes empresas melhoram quando elas acontecem”.

São palavras que pesam sobre os ombros de Barton e seus colegas – da mesma forma que a pressão dos clientes da Intel em todo o mundo cuja sobrevivência depende de sua capacidade de criar produtos novos acionados pelos chips da companhia. O Nehalem está dirigido inicialmente a computadores de mesa, mas a companhia espera que mais tarde ele venha a ser usado em diversos outros equipamentos, como servidores e laptops.

“Nosso modelo de negócios depende agora de podermos afirmar aos clientes que eles terão uma nova funcionalidade disponível a partir de determinada data”, disse Barton. “Estamos sofrendo pressão de um novo tipo, no sentido de que não podemos mais demorar o quanto quisermos para apresentar um produto”.

A pressão por produtos bem sucedidos é especialmente intensa nos momentos de crise do setor de tecnologia. O presidente-executivo da Intel, Paul Otellini, disse no mês passado que a empresa estava encontrando “respostas contraditórias” de seus clientes quanto a futuros gastos. As ações da Intel caíram em 7,7% na sexta-feira, para US$ 13,32, sua mais baixa cotação em seis anos, acompanhando a queda mais ampla das bolsas.

Com o Nehalem, os projetistas da Intel tomaram a geração anterior de chips da empresa e acrescentaram diversos novos recursos, cada um dos quais eleva a complexidade e desperta a possibilidade de interações imprevisíveis.

“Agora estamos chegando à complexidade sistêmica”, disse Aart de Geus, presidente-executivo da Synopsys, uma empresa que desenvolve software de programação de chips. “Coisas que vinham de diferentes ângulos e costumavam ser independentes no passado hoje se tornaram interdependentes”.

Tentar definir a complexidade do que Barton e sua equipe enfrentam é um desafio por si só. Por exemplo, no final dos anos 70, os chips que estavam sendo projetados envolviam diagramas tão complicados quanto o mapa das ruas de uma grande cidade.

Mas o avanço do Intel 8088, que acionou o primeiro IBM PC há 27 anos, para o Nehalem é um salto de um total de 29 mil para 731 milhões de transistores, em um chip mais ou menos do mesmo tamanho.

Barton compara os dois mencionando à cidade de Ithaca, em Nova York, ao continente europeu. “Ithaca é uma cidade complexa, se você pensar em tudo que acontece por lá”, diz. “Mas aumente sua população para 730 milhões de habitantes, mais ou menos a da Europa. E depois tente encaixar todos esses habitantes em um território igual do Ithaca”.

 

Tradução: Paulo Migliacci ME

The New York Times

 

Fonte*: Terra Tecnologia


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