Loja virtual: Repel Distribuidora de equipamentos de som e iluminação
A Repel é uma loja virtual de loja de som automotivo, áudio profissional, caixas de som, instrumentos musicais, iluminação e utensílios eletrônicos, sendo a maior distribuidora do oeste paulista neste setor. Com sede na cidade de Indiana, interior de São Paulo, a empresa está a muitos anos no mercado, trazendo as melhores marcas e produtos para os clientes. O comércio eletrônico da Repel ficou por conta da equipe Luz Própria Web. E a página inicial do site ficou assim:
Para conferir o resultado completo, acesse o site da Repel
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Comércio Eletrônico: Qual é o seu diferencial?
O Comércio Eletrônico é visto por muitos como uma forma de promover o desenvolvimento econômico, diminuir as barreiras no comércio facilitando a compra e venda de maneira rápida e prática para ambas as partes.
Antes se notava que o negócio era fechado, o vendedor possuía sua loja em um lugar específico e o cliente que queria realizar uma compra se dirigia até o local, analisava os produtos juntamente com o vendedor e se algo o agradasse a ação era feita.
Com o avanço da tecnologia o mundo todo foi caminhando na mesma direção e a história foi mudando. Obviamente a internet está evoluindo e com isso vai nascendo várias formas de comércio. Ouve-se dizer que hoje o “mundo virou uma aldeia global, onde é possível comprar uma infinidade de produtos e serviços sem sair de casa.”
Mas há quem compra e também quem vende. E, para este último, as oportunidades de começar um comércio eletrônico estão cada vez mais rápidas e fáceis. Como se sabe a internet chama a atenção desses “vendedores”, pois além de não precisar desembolsar muito dinheiro, já que apresenta um baixo custo, ainda atingem um publico amplo e global.
A grandeza que o comércio eletrônico atingiu no Brasil é tamanha. Quem vende enfrenta uma concorrência que em primeira vista impressiona, mas que deve ser considerada pelo mesmo como um desafio para obter sucesso.
Quem possui loja virtual e deseja crescer no ramo deve ter em mente a seguinte questão: qual deve ser o diferencial para atrair e manter clientes? Contudo, o que é considerado por quem vende um diferencial é tido para os clientes como o indispensável para a realização de uma ótima negociação.
As características que tornam determinada loja virtual distinta e melhor que as demais vão desde baixos preços até o cumprimento ou adiantamento do prazo de entrega. Algumas destas dicas para granjear êxito foram listadas e comentadas por Marcelo Goberto em E-Commerce News. Mas resumidamente é o seguinte:
“Atendimento Nota 1000; Facilitadores de Compra; Transparência das Informações; Superar Expectativa; Preço Baixo e Estoque Abundante”
Quando você entra em uma loja, o que te cativa é o bom humor do vendedor, o atendimento rápido, o cumprimento de suas expectativas, entre outros fatores. A célebre máxima de Manoel Lebrão embora seja antiga, ainda assim acompanha a modernidade, “O cliente sempre tem a razão”. Portanto, o que ele exige para uma boa compra deve ser aplicado, deste modo, o vendedor (que na internet é o próprio site) agora terá a dita carta coringa na mão e será recompensado com o sucesso das vendas.
Fatores atrelados ao crescimento do Comércio Eletrônico no Brasil
Alguns fatores como a comodidade, possibilidade de parcelamento sem juros e condições de pagamento especiais atrelados ao aumento do número de e-consumidores contribuíram para esse crescimento.
O cenário atual do e-commerce no Brasil é marcado pela competitividade. A capacitação dos administradores é um fator básico para o bom desempenho de qualquer tipo de negócio, principalmente para o comércio eletrônico. Gerenciar uma loja virtual requer muito mais do que simplesmente saber navegar na internet. A manutenção e administração de um comércio eletrônico exige conhecimento em áreas como: marketing digital, otimização dos produtos, monitoramento do tráfego do site, entre outras.
Comece planejando, coloque no papel o que se destaca no empreendimento: o produto, o mercado, o marketing, as finanças, o cronograma e não dispense um bom treinamento!
Outro aspecto importante a ser observado é que o sistema de comércio eletrônico oferece riscos tanto para os consumidores como para as empresas. Acompanhe:
Consumidor – segurança da informação de dados; questões de privacidade, compra baseada apenas em fotos, possível dificuldade com devolução, etc.
Empresa – riscos de transações fraudulentas, relutância do consumidor em comprar online, aumento da competição – o que resulta na necessidade de ter um site eficiente e confiável.
Ao pensar em um site de comércio eletrônico, usabilidade é essencial! A funcionalidade de uma loja virtual é um fator determinante para que o cliente retorne. Quanto mais fácil de usar, melhor. Afinal, boa parte dos consumidores que compram online são da era pré-internet e não têm tanta familiaridade com as tecnologias. Portanto, se um site for fácil de utilizar e oferecer segurança ao potencial cliente, certamente ele voltará.
Comércio Eletrônico em Presidente Prudente
Onde desenvolver um comércio eletrônico em Presidente Prudente?
A Luz Própria Web desenvolveu sua plataforma própria de comércio eletrônico luzCOMMERCE, não usamos lojas prontas e engessadas. Qual a vantagem de ter uma plataforma de E-commerce própria?
Flexibilidade é a palavra, podemos adaptá-la a necessidade do cliente e não ao contrário.
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Como fazer me comércio eletrônico vender?
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Minha loja virtual já está no ar. E agora?
A montagem de uma boa loja, as definições dos produtos, dos preços e da abordagem ao cliente exigem um grande investimento de tempo e o esforço pessoal do empreendedor, portanto, é natural a expectativa de que esse esforço seja recompensado por milhares de clientes passando pelo caixa. Ocorre que essa expectativa não se realiza de maneira automática, uma vez que, por melhor que seja a loja virtual, os produtos e os preços, os internautas precisam primeiro ter conhecimento disso. Na verdade, eles não sabem sequer de sua existência em meio a centenas de milhares de web-sites, o que torna possível a existência de uma loja aberta durante meses sem sequer uma visita, ou, menos mal, um pequeno fluxo de visitantes, mas insuficiente para gerar uma só venda.
Em primeiro lugar, deve-se considerar que as lojas virtuais precisam de uma enorme quantidade de visitantes. Isso ocorre porque a taxa de conversão de visitantes em clientes é normalmente pequena: em torno de 1%, ou seja, a loja vai precisar de mil visitantes para realizar cerca de 10 vendas. É natural que seja assim, pois é extremamente fácil para o internauta, pesquisar em uma dezena de lojas em questão de minutos, para, talvez, realizar a compra em uma delas. Isso é algo que não ocorre nas lojas físicas, pois levaria, no mínimo, um dia inteiro de pesquisas. O primeiro passo, então, é gerar tráfego. Isso inclui a utilização das principais estratégias de web-marketing, a saber: otimização da loja virtual para aparecer bem posicionada nos sites de busca; anúncios em links patrocinados que geram retorno imediato de visitas; utilização do email como um forte canal de comunicação com o cliente, visando a fidelização; implantação de um programa de afiliados, e, eventualmente alguma campanha off-line, caso haja disponibilidade de recursos para isso. Todas essas ferramentas somadas deverão potencializar a visitação da loja,
O segundo passo é trabalhar os visitantes da loja de modo a estimular a realização das compras. Isso pode ser feito com ações como: promoções com preços competitivos, lançamentos e divulgação de novos produtos, criação de sistemas de benefícios aos clientes como bônus por compra, promoção para aniversariantes, entre outras. Assim como o consumidor tradicional, o consumidor on-line gosta de novidades e está sempre propenso a realizar uma “comprinha”, desde que perceba uma oportunidade ou algo que lhe traga benefícios.
Finalmente, é fundamental que o lojista tenha consciência de que todo negócio necessita de um tempo de maturação para render seus frutos. A aplicação de novas ações de marketing, a melhor forma de fazê-las e a avaliação constante dos resultados, trarão o famoso know-how que diferencia um iniciante de alguém que já conhece o caminho e as pedras. Além disso, o próprio tempo conspira a favor do negócio, na medida em que a continuidade aumentará o conhecimento da marca, a fidelização e a chegada de novos clientes. Na Internet, a criatividade é fundamental e o esforço constante para oferecer cada vez mais valor aos clientes é imprescindível. A idéia é seguir aquela famosa frase do filme Campo dos Sonhos: “construa, e eles virão”.
Fonte: e-commerce.org.br
Por: Dailton Felipini
Preferencias dos E-consumidores para meios de pagamento
Atualmente, os e-consumidores optam pelos seguintes meios: cartão de crédito (68%); boleto bancário (25%); TEF – Transferência Eletrônica de Fundos (5%); e outros (2%), sendo que esses percentuais podem variar em decorrência do segmento de atuação e do perfil de seu público.
Fonte: e-commerce.org.br
E-commerce – Porque fazer? (parte 6)
Sonho de Consumo X Efetividade de Compra
Produtos mais buscados X Produtos mais comprados
Atualmente, recorremos à internet sempre que queremos saber sobre algo, seja o significado de uma palavra, o endereço de uma loja, as notícias que acontecem no mundo ou ainda, apenas para mantermos contato com outras pessoas.
No comércio eletrônico não é diferente. Sejam adeptos às compras virtuais ou não, antes de adquirir um novo produto, a maioria das pessoas pesquisa sobre as funcionabilidades, características, preços, formas de pagamento e buscam opiniões de terceiros antes de tomarem uma decisão de compra.
Observa-se, porém que nem sempre os itens mais procurados entre os buscadores e comparadores de produtos e preço são aqueles que definitivamente são os mais consumidos.
É o caso de eletrodomésticos que aparecem entre as três primeiras categorias de produtos mais buscadas em sites de comparação de preços, entretanto, representam apenas 5,6% das vendas eletrônicas no período do Natal.
Da mesma forma, os perfumes, classificados como itens da categoria de saúde e beleza da e-bit, apesar de não serem tão pesquisado nestes tipos de sites, foram responsáveis por 7,3% do volume de pedidos no mesmo período.
O conhecimento prévio das fragrâncias e a necessidade de reposição são alguns fatores que podem justificar esse comportamento dos e-consumidores. Por já conhecerem e estarem habituados a utilizar determinada marca de perfume, ele não precisa mais pesquisar sobre este tipo de produto para que efetive a compra.
Categorias mais vendidas no Natal
(em volume de pedidos)
Eletrônicos: 17%
Livros, Revistas e Jornais: 16%
Informática: 13%
Telefonia Celular: 11%
Títulos de CD, DVD e Vídeo: 11%
Saúde e Beleza: 11%
Fonte: e-bir Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: Janeiro a Dezembro de 2007
E-commerce – Porque fazer? (parte 5)
Frequencia
No últimos 6 meses:
35% dos usuários compram ha mais de 6 meses
12% compraram a primeira vez
27% compraram de 2 a 3 vezes
13% comprarm de 4 a 6 vezes
Fonte: e-bir Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: Janeiro a Dezembro de 2007
E-commerce – Porque fazer? (parte 4)
Evolução do número de e-consumidores.

O volume de compras online efetuado na rede também cresceu devido ao aumento do número de consumidores virtuais. Foram contabilizados 20,4 milhões de pedidos de janeiro a dezembro, ou seja, aproximadamente 5,6 milhões de pedidos a mais do que em 2006 – quando o setor recebeu 14,9 milhões de pedidos
Evolução da quantidade de pedidos

Fonte: e-bir Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: Janeiro a Dezembro de 2007
E-commerce – Porque fazer? (parte 3)
Datas comemorativas em 2007
Dias das Mães
Período: 23/04/2007 a 09/05/2007
Faturamento: R$ 287 milhões
Tíquete Médio: R$ 304,00
Crescimento em relação a 2006: 63%
5º Categoria de produto mais vendida: Eletrodomésticos 6%
Dias dos Namorados
Período: 28/05/2007 a 13/06/2007
Faturamento: R$ 227 milhões
Tíquete Médio: R$ 287,00
Crescimento em relação a 2006: 47%
5º Categoria de produto mais vendida: Títulos de CD, DVD e Vídeo 6%
Dias dos Pais
Período: 30/07/2007 a 14/08/2007
Faturamento: R$ 265 milhões
Tíquete Médio: R$ 266,00
Crescimento em relação a 2006: 23%
5º Categoria de produto mais vendida: Eletrodomésticos 4%
Dias das Crianças
Período: 28/09/2007 a 12/10/2007
Faturamento: R$ 276 milhões
Tíquete Médio: R$ 275,00
Crescimento em relação a 2006: 40%
5º Categoria de produto mais vendida: Títulos de CD, DVD e Vídeo 7%
Natal
Período: 15/11/2007 a 23/12/2007
Faturamento: R$ 1.081 bilhão
Tíquete Médio: R$ 308,00
Crescimento em relação a 2006: 55%
5º Categoria de produto mais vendida: Telefonia Celular 6%
Fonte: e-bir Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: Janeiro a Dezembro de 2007
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