Novo laptop da IBM tem tela secundária integrada
O novo laptop ThinkPad W700, da IBM, tem uma tela secundária integrada, com 10,6 polegadas, resolução de 768 x 1.280 pixels e backlight de LED. E sua lista de recursos não pára por aí.
Além de fazê-lo não esperar mais por aquele MacBook Pro de três telas – OK, nem tanto, já que o W700 tem apenas duas -, o novo ThinkPad conta com as seguintes especificações:
- Processadores Intel® Core 2 Duo, Core 2 Extreme e Core 2 Quad Core Q9100
- Tela principal de 17 polegadas, resolução de 1920 x 1200, backlight de CCFL
- Tecnologia gráfica NVIDIA Quadro Express
- Suporte a módulo Intel Turbo Memory de 4 GB
- Memória DIMM de 4 GB
- Calibração de cores integrada
- Caneta e descanso para mão digitalizador on-board Wacom
- Tela secundária de 10,6 polegadas, resolução de 768×1280 e backlight de LED
- Drive de estado sólido (SSD) de 64 GB
- DisplayPort
- Dual Link DVI
- Câmera integrada
- Armazenamento de alta velocidade em HDD RAID
- Rede sem fio Intel WiFi Link 5300
- Tecnologias ThinkVantage®
- Segurança em camadas Trusted ThinkPad
Sim, é bem pesadão: cerca de 4,9 quilos com apenas um disco rígido instalado.
Fonte: Gizmodo 
Netbook da Apple na Macworld?

De acordo com especulação de Ezra Gottheil, da Technology Business Research, a Apple anunciará um netbook na Macworld. Sua visão é de uma plataforma de computador com suporte à App Store:
É uma interessante, talvez utópica, visão de um futuro produto da Apple. E a idéia faz sentido de uma perspectiva de plataforma – a Apple poderia fazer para o software de computador o que o iTunes já fez para a música e os aplicativos de iPhone.
O argumento de Gottheil é particularmente convincente no ponto em que ele convenientemente (e inteligentemente) abandona qualquer discussão sobre o tamanho. Porque é difícil imaginar a Apple desenvolvendo um laptop com menos de 12 polegadas. E apesar da idéia de um iPhone/iPod touch tablet grandão soar bem legal a princípio, um produto desses sairia da categoria de netbook ao considerar os custos (tanto em preço quanto em consumo de energia) associados a uma grande tela multitouch.
John Paczkowski, do Digital Daily, evoca as palavras de Steve Jobs no evento do iPod, em outubro:
A concordância de Gottheil com esse ponto? Ele acha que o computador será vendido por US$ 599.
Considerada a estimativa de US$ 173 da iSupply sobre o custo da fabricação de um iPhone 3G de 8 GB, talvez um “Netbook touch” de umas oito polegadas a US$ 599 não seja tecnicamente insano… Mas é difícil de imaginar, dada a preferência da Apple a altas margens de lucro.[Digital Daily]
Fonte: Gizmodo Brasil
Novo disco pode armazenar o mesmo que 100 DVDs
A empresa Pioneer apresentou no Japão, nesta quinta-feira, um disco transparente capaz de armazenar 500 GB de memória.
O protótipo do disco de multicamadas é equivalente a 714 CDs de 0,7 GB, 106DVDs de 4,7 GB ou 20 discos Blu-ray de 25 GB.
O disco foi apresentado em Tóquio durante a Eco-Products Exhibition 2008, uma feira de produtos e tecnologias não agressivas ao meio ambiente.
Fonte: Redação Terra

Intel apresenta chip revolucionário
Fileiras e mais fileiras de computadores são torturados incansavelmente nos laboratórios da Intel em Hillsborgo, no Oregon, para testar o novo microprocessador da companhia.
Mas em recente visita aos laboratórios, John Barton, o vice-presidente de teste de produtos da empresa, reconheceu que ainda assim se sentia ansioso quanto à possibilidade de que um defeito potencialmente fatal seja descoberto no último minuto.
Afinal, até mesmo o mais ínfimo erro em um chip pode se tornar um fracasso com custos bilionários.
“Ainda não estou dormindo bem”, disse Barton.
O microprocessador core i7 da Intel, conhecido pelo codinome Nehalem, será colocado à venda na segunda-feira e tem recebido resenhas técnicas entusiásticas. Mas é impossível para Barton prever exatamente como o chip vai funcionar em milhares de computadores, que operarão dezenas de milhares de programas.
O projeto e teste de um chip microprocessador avançado está entre as mais complexas atividades humanas. Para garantir que seus produtos apresentem o menor número possível de erros, a Intel gasta meio bilhão de dólares ao ano, em suas fábricas em todo o mundo, para testar os chips que fabrica por mais de um ano, antes de colocá-los no mercado.
Existem bons motivos para essa cautela. Em 1994, a gigante dos chips terminou humilhada por um pequeno erro na unidade de cálculo decimal de seus chips Pentium. O defeito, que resultou em uma embaraçosa ordem de recolhimento de chips, gerou uma virada violenta na cultura da companhia, que havia adotado requerimentos mínimos de teste para o Pentium.
Uma série de defeitos no microprocessador Barcelona, lançado no ano passado pela AMD, a principal concorrente da Intel, se provou igualmente devastadora.
A AMD vinha apresentando um progresso consistente, e estava oferecendo novas tecnologias de processamento sempre antes da Intel, bem como vencendo com facilidade a batalha da eficiência energética. Mas os problemas de controle de qualidade que varreram a empresa causaram forte queda de receita que já dura alguns trimestres e a colocaram em uma crise da qual ainda não conseguiu sair.
Caso o Nehalem seja um sucesso para a Intel, ele representará uma vitória para Andrew Grove, o antigo presidente-executivo da companhia, que reconheceu ter sido apanhado de surpresa pelos defeitos do Pentium e decidiu reformar a empresa.
Os defeitos do Pentium prejudicaram seriamente a marca da Intel junto aos consumidores. A empresa se tornou alvo de piadas que não demoravam a se espalhar pela Internet, por exemplo: “Sabe como os republicanos conseguem cortar impostos e reduzir o déficit nacional ao mesmo tempo? Usam planilhas acionadas por um computador Pentium”.
Depois de inicialmente tentar refutar as críticas, a Intel mudou de curso e anunciou desculpas formais pelos problemas e a constituição de um fundo de US$ 420 milhões para custear o recolhimento dos chips defeituosos.
A empresa distribuiu chaveiros aos seus clientes contendo um pronunciamento de Grove sobre a questão que se tornou famoso: “Más empresas são destruídas por uma crise. Boas empresas sobrevivem a ela. Grandes empresas melhoram quando elas acontecem”.
São palavras que pesam sobre os ombros de Barton e seus colegas – da mesma forma que a pressão dos clientes da Intel em todo o mundo cuja sobrevivência depende de sua capacidade de criar produtos novos acionados pelos chips da companhia. O Nehalem está dirigido inicialmente a computadores de mesa, mas a companhia espera que mais tarde ele venha a ser usado em diversos outros equipamentos, como servidores e laptops.
“Nosso modelo de negócios depende agora de podermos afirmar aos clientes que eles terão uma nova funcionalidade disponível a partir de determinada data”, disse Barton. “Estamos sofrendo pressão de um novo tipo, no sentido de que não podemos mais demorar o quanto quisermos para apresentar um produto”.
A pressão por produtos bem sucedidos é especialmente intensa nos momentos de crise do setor de tecnologia. O presidente-executivo da Intel, Paul Otellini, disse no mês passado que a empresa estava encontrando “respostas contraditórias” de seus clientes quanto a futuros gastos. As ações da Intel caíram em 7,7% na sexta-feira, para US$ 13,32, sua mais baixa cotação em seis anos, acompanhando a queda mais ampla das bolsas.
Com o Nehalem, os projetistas da Intel tomaram a geração anterior de chips da empresa e acrescentaram diversos novos recursos, cada um dos quais eleva a complexidade e desperta a possibilidade de interações imprevisíveis.
“Agora estamos chegando à complexidade sistêmica”, disse Aart de Geus, presidente-executivo da Synopsys, uma empresa que desenvolve software de programação de chips. “Coisas que vinham de diferentes ângulos e costumavam ser independentes no passado hoje se tornaram interdependentes”.
Tentar definir a complexidade do que Barton e sua equipe enfrentam é um desafio por si só. Por exemplo, no final dos anos 70, os chips que estavam sendo projetados envolviam diagramas tão complicados quanto o mapa das ruas de uma grande cidade.
Mas o avanço do Intel 8088, que acionou o primeiro IBM PC há 27 anos, para o Nehalem é um salto de um total de 29 mil para 731 milhões de transistores, em um chip mais ou menos do mesmo tamanho.
Barton compara os dois mencionando à cidade de Ithaca, em Nova York, ao continente europeu. “Ithaca é uma cidade complexa, se você pensar em tudo que acontece por lá”, diz. “Mas aumente sua população para 730 milhões de habitantes, mais ou menos a da Europa. E depois tente encaixar todos esses habitantes em um território igual do Ithaca”.
Tradução: Paulo Migliacci ME
The New York Times
Fonte*: Terra Tecnologia
Novo cartão de crédito da Visa terá teclado e display LCD
A divisão européia da Visa anunciou o desenvolvimento de um modelo de cartão de crédito que trará recursos extras, entre eles uma espécie de teclado e também um display LCD, sendo que ambos serão usados para aumentar o nível de segurança deste tipo de dispositivo nas compras online.
Segundo a Visa, o cartão traz um sistema de geração aleatória de códigos de segurança. A cada vez que o cliente inserir um determinado número PIN, o cartão dará um outro código randômico, que comprovará que o usuário é o seu verdadeiro dono e aprovará o pagamento. Ainda de acordo com a administradora de cartões, a bateria embutida no produto pode durar até três anos.
A companhia ainda não divulgou quando o cartão chegará ao cliente final.
*Fonte: Techguru 2.0
Pedras São Tomé
A Luz Própria está trabalhando na Otimização do site Pedras São Tomé da Mineradora Trevisan.
Saiba mais sobre as Pedras São Tomé
O Google Chrome volta atrás…
“…. O Chrome já nasceu sob polêmica. Um dos Artigos de seu termo de compromisso dava a entender que qualquer coisa que passasse pelo navegador – fotos, e-mails, e qualquer tipo de informação pessoal – seria de propriedade do Google. O artigo foi removido rapidamente.”
*Fonte: Revista Www.com.br | Mês de Outubro de 2008
Recuperação de HD!
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*Fonte e Dica: Piratas da Web
O lado negro do Google Chrome
Segue abaixo trechos de um texto que conta o lado Negro do Google Chrome.
Vale a pena conferir!
“…Tudo o que você distribuir, escrever publicar ou postar — bit a bit — poderá ser utilizado ao bel prazer do Google. Imagine aquele seu email particular, escrito com todo o cuidado, carinho e esmero. Ah, você o enviou utilizando o Google Chrome? Então, meu caro, se o Google achar bonitinho e quiser utilizar em uma homenagem ao dia dos namorados, por exemplo, já era!…”
*Fonte: Mac Magazine
Equipe Luz Própria é destaque no Jornal Oeste Notícias!

A Equipe Luz Própria foi destaque no Jornal Oeste Noticias como uma empresa jovem e comandada pelos Irmãos Braga ( Equipe de Soluções Fotográficas ) e por Gabriel Martins ( Soluções Web )
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