Pequenas, médias e digitais – Parte III: Case Giuliana Flores
Fundada em 1990 na cidade de São Caetano do Sul como pequena floricultura, a Giuliana Flores é outro exemplo de como pequenas e médias empresas podem expandir seus negócios através do comércio eletrônico. Atualmente, a empresa tem três lojas na cidade, mas 90% de suas vendas são realizadas via web.
São aproximadamente 16 mil transações por mês, com valor médio de R$ 98. “Se uma empresa não aparece nos sistemas de busca ao menos com um site, vai perder espaço para os concorrentes”, afirma o gerente de marketing da empresa, Juliano Souza.
Fonte: Proxxima – Por Antônio Carlos Santomauro
Pequenas, médias e digitais – Parte II: Case PortCasa
Outro caso de sucesso é a Portcasa, empresa do Bom Retiro que é especializada em artigos para cama mesa e banho. Possui uma loja física, mas realiza 55% de suas vendas por comércio eletrônico.
Natan Sztamfater, diretor da PortCasa, criou a empresa já pensando na web. Hoje em dia, a PortCasa recebe em torno de 20 mil visitas diárias e mensalmente realiza aproximadamente 10 mil transações, com valor médio de R$ 150. “Começamos com dois funcionários, hoje já temos cinquenta”, ressalta Natan.
Fonte: Proxxima – Por Antônio Carlos Santomauro
Pequenas, médias e digitais – Parte I: Case Camomilah
É através da internet que as pequenas e médias empresas conseguem competir com as grandes companhias, afinal, o mundo virtual oferece inúmeras possibilidades de comunicação e comércio eletrônico.
Mas, como atingir em pé de igualdade o mesmo sucesso de grandes empresas? Aproveitar o que a internet pode oferecer! Esta fórmula já é adotada por muitas microempresas: investimento em sites de busca e comparadores de preços.
Um bom exemplo é a Camomilah – empresa de Curitiba especializada na confecção de lingerie para mulheres “cheinhas”. A empresa que nasceu em 1998, começou a investir em buscas em 2002 e hoje comercializa seus produtos somente pela internet.
Atualmente, o site da Camomilah recebe todos os dias cerca de 320 visitas, e mensalmente a empresa entrega em torno de 80 pedidos, com um valor médio individual de R$ 210. Este resultado só não cresce porque a empresa já não consegue atender a demanda. A diretora da empresa, Deborah Klopffleisch, conta que pretendem se mudar para um espaço maior, contratar mais gente e assim aumentar a produção e divulgação da loja.
Fonte: Proxxima – Por Antônio Carlos Santomauro
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