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17 de Março de 2011
Fernanda Batistella

Marketing na Era Digital: Dica de livro para profissionais da área

Marketing na Era Digital escrito pela profissional de marketing Martha Gabriel é o livro que mais tenho visto comentários em blogs e sites atualmente. É recomendado a profissionais de marketing, gestores empresariais e estudantes de MBA que querem aprender mais sobre plataformas e estratégias digitais para a prática do marketing contemporâneo. E o que torna esse livro em um dos mais comprados na área do marketing é que a linguagem é bastante acessível, o que torna a leitura boa.

“Essa obra, de autoria de Martha Gabriel e publicada pela Novatec, aborda, em linguagem simples e objetiva, a importância estratégica do marketing nesse novo contexto que engloba o digital e a plataforma participativa da Web 2.0 como elementos essenciais a serem considerados em ações de sucesso”

Após ver esse slide, vai logo querer adquirir esse livro! E pode ter certeza, você desejará consultá-lo várias vezes ao longo dos seus projetos de comunicação digital.

Conheça mais sobre a autora no twitter dela @marthagabriel

20 de Abril de 2010

Números de Redes Sociais – Brasil

Números de Redes Sociais, Orkut, Fabebook e Twitter no Brasil

17 de Novembro de 2009

Golpe, cuidado!

Desde a semana passada estamos recebendo ligações de clientes que alegam ter recebido um boleto da Registar.br.com. O tal boleto é da CAIXA e todos constam no valor de R$ 135. Por ser muito parecido com o boleto original da Registro.br (órgão para registro de domínio .BR), estamos pedindo para que tomem cuidado, pois se trata de um golpe

No boleto, a empresa Registrar.br.com diz que se trata de uma mala direta promocional e o pagamento da mesma, dará alguns direitos ao cliente.

O que achamos mais engraçado é que em determinada parte do texto a empresa se auto-define como: “REGISTRAR.BR.COM, a mais confiável empresa de hospedagem do Brasil”.

Veja a “cara” do falso boleto:

22 de Setembro de 2009

Portal Corporativo Funada

Portal Funada

Trabalho publicado hoje, portal da Funada conta com mini site LINHA DO TEMPO e em breve mais 3 mini sites farão parte desse projeto.

conheça o portal >>>

22 de Agosto de 2009

Small – DISTRIBUIDORA DE DERIVADOS DE PETRÓLEO

Novo cliente da Luz Própria, em breve um novo portal corporativo será publicado.

16 de Agosto de 2009

Novidades Luz Própria

Novo visual, novo objetivo, novo editor e novos assuntos no Blog.

Agora não postaremos mais notícias do mercado, apenas novidades da empresa tanto da área de Web quanto Fotografia, espero que gostem.

8 de Janeiro de 2009
admin

Celular da Motorola é feito com garrafas recicladas

A Motorola vai apresentar durante a Consumer Electronics Show 2009 (CES), que começa nesta quinta-feira em Las Vegas, um telefone celular feito com garrafas de água recicladas, na expectativa de faturar com a tendência de produtos ecologicamente corretos.

A companhia, que caiu para o quarto lugar entre as maiores fabricantes globais de celulares após o último trimestre, devido a uma linha fraca de produtos, informou que o aparelho W233 Renew será vendido nos Estados Unidos pela T-Mobile USA ainda neste trimestre. Preços do aparelho não foram divulgados.

A Motorola informou que o modelo é o primeiro aparelho neutro em carbono. O celular usa material reciclado para o casco e a companhia também prometeu compensar o dióxido de carbono usado na fabricação, distribuição e operação do celular por meio de investimentos em fontes de energia renováveis e em reflorestamento.

A companhia, que perdeu fatia de mercado ao demorar para seguir tendências, como celulares com telas sensível ao toque e links de dados em alta velocidade, também exibe outros três produtos na CES, entre eles um celular tablet relativamente grande com tela sensível ao toque e um controle remoto recarregável para TV a cabo com um mecanismo de busca.

O Motosurf A3100 é compatível com redes sem fio Wi-Fi e conexões celulares de alta velocidade. O aparelho pode ser controlado com uma caneta, um trackball ou simplesmente tocando a tela com os dedos. O celular permite videoconferência e pode ser usado para atualizar páginas em redes sociais. O produto estará disponível na Ásia e na América Latina neste trimestre, informou a Motorola.

Fonte: Reuters

19 de Dezembro de 2008
admin

Celular pode ser principal meio de conexão à web em 2020

Os telefones celulares serão a principal ferramenta de conexão à Internet em 2020, ao mesmo tempo em que os sistemas de reconhecimento de voz e de tela sensível ao toque serão mais comuns, segundo uma nova pesquisa sobre o futuro da tecnologia.

As realidades artificial e virtual também estarão mais presentes na vida cotidiana, de acordo com o estudo realizado com centenas de especialistas em tecnologia, realizado pelo Pew Internet & American Life Project, do Centro de pesquisas Pew.

Os especialistas foram convidados a calcular o papel da tecnologia no ano 2020 em uma pesquisa online realizada em parceria com a Universidade Elon, na Carolina do Norte.

“O telefone celular – agora com significativo poder informático – é a conexão à Internet primária, e a única possível para grande parte das pessoas em todo o mundo, fornecendo informação de maneira portátil e com boa conexão a um preço relativamente baixo”, explica a pesquisa, intitulada “O futuro da internet III”.

Ao todo, 77% dos 578 especialistas consultados se consideram “de acordo” com a afirmação, enquanto 22% se disseram “em desacordo”.

Perguntados sobre se “as interfaces de voz e tato serão tecnologias comuns em 2020″, 64% disseram quem sim, 21% acham que não e 15% não responderam.

Diante da afirmação de que em 2020 “muitas vidas serão marcadas pelo uso das realidades artificial e virtual”, 55% dos especialistas concordaram, contra 30% que não acreditam nisso e 15% que não responderam.

A pesquisa foi realizada entre dezembro de 2007 e março de 2008, levando em conta as respostas de 578 especialistas em Internet, e os pontos de vista de outras 618 pessoas.

O resultado completo do estudo pode ser consultado no site imaginingtheinternet.org.

Fonte: AFP

11 de Dezembro de 2008
admin

Novo disco pode armazenar o mesmo que 100 DVDs

A empresa Pioneer apresentou no Japão, nesta quinta-feira, um disco transparente capaz de armazenar 500 GB de memória.

O protótipo do disco de multicamadas é equivalente a 714 CDs de 0,7 GB, 106DVDs de 4,7 GB ou 20 discos Blu-ray de 25 GB.

O disco foi apresentado em Tóquio durante a Eco-Products Exhibition 2008, uma feira de produtos e tecnologias não agressivas ao meio ambiente.

Fonte: Redação Terra

18 de Novembro de 2008
admin

Intel apresenta chip revolucionário

Fileiras e mais fileiras de computadores são torturados incansavelmente nos laboratórios da Intel em Hillsborgo, no Oregon, para testar o novo microprocessador da companhia.

Mas em recente visita aos laboratórios, John Barton, o vice-presidente de teste de produtos da empresa, reconheceu que ainda assim se sentia ansioso quanto à possibilidade de que um defeito potencialmente fatal seja descoberto no último minuto.

Afinal, até mesmo o mais ínfimo erro em um chip pode se tornar um fracasso com custos bilionários.

“Ainda não estou dormindo bem”, disse Barton.

O microprocessador core i7 da Intel, conhecido pelo codinome Nehalem, será colocado à venda na segunda-feira e tem recebido resenhas técnicas entusiásticas. Mas é impossível para Barton prever exatamente como o chip vai funcionar em milhares de computadores, que operarão dezenas de milhares de programas.

O projeto e teste de um chip microprocessador avançado está entre as mais complexas atividades humanas. Para garantir que seus produtos apresentem o menor número possível de erros, a Intel gasta meio bilhão de dólares ao ano, em suas fábricas em todo o mundo, para testar os chips que fabrica por mais de um ano, antes de colocá-los no mercado.

Existem bons motivos para essa cautela. Em 1994, a gigante dos chips terminou humilhada por um pequeno erro na unidade de cálculo decimal de seus chips Pentium. O defeito, que resultou em uma embaraçosa ordem de recolhimento de chips, gerou uma virada violenta na cultura da companhia, que havia adotado requerimentos mínimos de teste para o Pentium.

Uma série de defeitos no microprocessador Barcelona, lançado no ano passado pela AMD, a principal concorrente da Intel, se provou igualmente devastadora.

A AMD vinha apresentando um progresso consistente, e estava oferecendo novas tecnologias de processamento sempre antes da Intel, bem como vencendo com facilidade a batalha da eficiência energética. Mas os problemas de controle de qualidade que varreram a empresa causaram forte queda de receita que já dura alguns trimestres e a colocaram em uma crise da qual ainda não conseguiu sair.

Caso o Nehalem seja um sucesso para a Intel, ele representará uma vitória para Andrew Grove, o antigo presidente-executivo da companhia, que reconheceu ter sido apanhado de surpresa pelos defeitos do Pentium e decidiu reformar a empresa.

Os defeitos do Pentium prejudicaram seriamente a marca da Intel junto aos consumidores. A empresa se tornou alvo de piadas que não demoravam a se espalhar pela Internet, por exemplo: “Sabe como os republicanos conseguem cortar impostos e reduzir o déficit nacional ao mesmo tempo? Usam planilhas acionadas por um computador Pentium”.

Depois de inicialmente tentar refutar as críticas, a Intel mudou de curso e anunciou desculpas formais pelos problemas e a constituição de um fundo de US$ 420 milhões para custear o recolhimento dos chips defeituosos.

A empresa distribuiu chaveiros aos seus clientes contendo um pronunciamento de Grove sobre a questão que se tornou famoso: “Más empresas são destruídas por uma crise. Boas empresas sobrevivem a ela. Grandes empresas melhoram quando elas acontecem”.

São palavras que pesam sobre os ombros de Barton e seus colegas – da mesma forma que a pressão dos clientes da Intel em todo o mundo cuja sobrevivência depende de sua capacidade de criar produtos novos acionados pelos chips da companhia. O Nehalem está dirigido inicialmente a computadores de mesa, mas a companhia espera que mais tarde ele venha a ser usado em diversos outros equipamentos, como servidores e laptops.

“Nosso modelo de negócios depende agora de podermos afirmar aos clientes que eles terão uma nova funcionalidade disponível a partir de determinada data”, disse Barton. “Estamos sofrendo pressão de um novo tipo, no sentido de que não podemos mais demorar o quanto quisermos para apresentar um produto”.

A pressão por produtos bem sucedidos é especialmente intensa nos momentos de crise do setor de tecnologia. O presidente-executivo da Intel, Paul Otellini, disse no mês passado que a empresa estava encontrando “respostas contraditórias” de seus clientes quanto a futuros gastos. As ações da Intel caíram em 7,7% na sexta-feira, para US$ 13,32, sua mais baixa cotação em seis anos, acompanhando a queda mais ampla das bolsas.

Com o Nehalem, os projetistas da Intel tomaram a geração anterior de chips da empresa e acrescentaram diversos novos recursos, cada um dos quais eleva a complexidade e desperta a possibilidade de interações imprevisíveis.

“Agora estamos chegando à complexidade sistêmica”, disse Aart de Geus, presidente-executivo da Synopsys, uma empresa que desenvolve software de programação de chips. “Coisas que vinham de diferentes ângulos e costumavam ser independentes no passado hoje se tornaram interdependentes”.

Tentar definir a complexidade do que Barton e sua equipe enfrentam é um desafio por si só. Por exemplo, no final dos anos 70, os chips que estavam sendo projetados envolviam diagramas tão complicados quanto o mapa das ruas de uma grande cidade.

Mas o avanço do Intel 8088, que acionou o primeiro IBM PC há 27 anos, para o Nehalem é um salto de um total de 29 mil para 731 milhões de transistores, em um chip mais ou menos do mesmo tamanho.

Barton compara os dois mencionando à cidade de Ithaca, em Nova York, ao continente europeu. “Ithaca é uma cidade complexa, se você pensar em tudo que acontece por lá”, diz. “Mas aumente sua população para 730 milhões de habitantes, mais ou menos a da Europa. E depois tente encaixar todos esses habitantes em um território igual do Ithaca”.

Tradução: Paulo Migliacci ME

The New York Times

Fonte*: Terra Tecnologia

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