Os aplicativos de delivery trouxeram muitos pedidos para restaurantes e comércios. Mas quem depende só deles paga comissão em cada venda e não fica com o contato do cliente. Por isso, muitos negócios passaram a ter também um canal de pedidos próprio.
O que muda com um canal próprio
- Margem: sem comissão de marketplace por pedido.
- Cliente seu: nome, telefone e histórico de compras ficam com a empresa.
- Relacionamento: programa de fidelidade, cupons e avisos direto para quem já comprou.
- Marca: o cliente pede de você, não de uma vitrine com dezenas de concorrentes lado a lado.

Quando vale a pena
- Você já tem um volume razoável de pedidos e clientes que voltam.
- Boa parte das vendas vem de quem já conhece a sua marca.
- A comissão pesa a ponto de comprometer a margem.
- Você tem como divulgar o canal: embalagem, redes sociais, balcão.
Quando ainda não é a hora
- O negócio está começando e depende do marketplace para ser descoberto.
- Não há quem cuide dos pedidos que chegam pelo canal próprio.
Na prática, o mais comum é usar os dois: o marketplace para ser encontrado, o canal próprio para fidelizar quem já comprou.
App ou site de pedidos?
Nem sempre o primeiro passo é um aplicativo. Um site de pedidos, rápido e fácil de usar no celular, pode ser o começo, com custo menor. O app faz mais sentido quando o cliente pede com frequência e vale a pena estar na tela inicial dele. Veja aplicativo ou site: o que a sua empresa precisa e app nativo, híbrido ou PWA.

O que o canal próprio precisa ter
- Cardápio ou catálogo fácil de atualizar.
- Pagamento online, com Pix e cartão.
- Taxa e área de entrega por bairro ou distância.
- Painel para acompanhar os pedidos em tempo real.
- Integração com o sistema do caixa, quando houver.
Para entender o investimento, leia quanto custa desenvolver um aplicativo.
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