Quanto custa criar uma loja virtual? O que entra na conta

Plataforma, design, integrações e operação: entenda cada parte do investimento em uma loja virtual antes de pedir orçamento.

“Quanto custa uma loja virtual?” é a primeira pergunta de quem decide vender pela internet, e a resposta honesta é: depende do que a loja precisa fazer. Uma loja com 30 produtos que envia pelos Correios e uma operação B2B integrada ao ERP de uma indústria são projetos completamente diferentes, ainda que as duas sejam “e-commerce”.

Neste artigo você vai entender o que compõe o investimento, para chegar à conversa com a agência sabendo o que perguntar.

1. A plataforma

A plataforma é o motor da loja: catálogo, carrinho, checkout, pedidos. Existem três caminhos principais:

  • Plataformas SaaS, como Tray e VTEX: você paga mensalidade (e, em alguns planos, uma comissão sobre as vendas) e recebe a infraestrutura pronta, com atualizações e segurança por conta do fornecedor.
  • Plataformas de código aberto, como WooCommerce e Magento: não têm mensalidade de licença, mas exigem hospedagem, manutenção e atualizações por sua conta.
  • Loja sob medida: desenvolvida do zero, faz sentido quando nenhuma plataforma pronta cobre o seu processo de venda.

A escolha muda completamente o custo mensal. Falamos mais sobre isso em qual plataforma de e-commerce você deve usar.

Notebook com carrinho de compras em miniatura, representando uma loja virtual

2. O design da loja

Um tema pronto e bem configurado custa bem menos que um layout exclusivo, mas nem sempre vende tão bem. O que pesa no orçamento é quantas páginas terão desenho próprio (home, categoria, produto, checkout) e o quanto a experiência no celular será pensada à parte, já que é no celular que acontece a maior parte das compras.

3. As integrações

É aqui que o custo mais varia, e o que mais se esquece de orçar:

  • ERP e emissão de nota fiscal
  • Estoque e preços sincronizados
  • Meios de pagamento e antifraude
  • Cálculo de frete e transportadoras
  • Marketplaces como Mercado Livre e Amazon

Cada integração que não é feita vira trabalho manual depois. Se você já vende em marketplace, vale ler como vender em marketplace antes de decidir o que integrar primeiro.

4. Cadastro e conteúdo

Fotos, descrições e categorias de produto costumam ficar de fora do orçamento, e são elas que fazem a loja aparecer no Google. Descrição copiada do fabricante é o mesmo texto de centenas de outras lojas.

Mãos em um notebook ao lado de um letreiro escrito online shopping

5. A operação depois do lançamento

A loja no ar é o começo. Entram no custo mensal a plataforma ou a hospedagem, a manutenção, as melhorias de conversão e o investimento para trazer visitantes: mídia paga, SEO e redes sociais.

Como pedir um orçamento que faça sentido

Antes de falar com a agência, tenha em mãos:

  1. Quantos produtos a loja terá e quantas variações (tamanho, cor)
  2. Quais sistemas já existem e precisam conversar com a loja
  3. Como você entrega hoje e para onde
  4. Quanto espera vender nos primeiros meses

Com essas respostas, qualquer agência séria consegue indicar a plataforma certa e montar uma proposta com escopo e prazo por escrito.

A Luz Própria desenvolve e-commerce desde 2005. Se quiser uma proposta para a sua loja, conheça o nosso trabalho de desenvolvimento de e-commerce e fale com a gente.