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A TV da Classe C: o que os brasileiros estão assistindo?

 

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Telespectadores: Quem são? O que representam? Do que gostam? Esta não é mais uma matéria do “Globo Repórter”, mas sim, o que queremos revelar sobre a realidade da atual TV brasileira, a começar pela simples pergunta: quem é que assiste TV aberta? Aposto que você acabou de pensar naquela série da Netflix ou no Premier da TV por assinatura. Mas depois, se lembrou que, de vez em quando, você ainda dá “boa noite” pro Bonner.

Sim, a TV não morreu, e nem vai tão cedo. Representada hoje por 52% da população brasileira, a ‘Classe C’ é composta pelas pessoas que possuem renda que varia entre R$ 214,00 e R$ 923,00. Eles são a maioria no país, e têm a televisão como fonte de entretenimento simples e de baixo custo.

Não é à toa que esta (maior) parte da população tem despertado cada vez mais o interesse de gigantes, como a Rede Globo. Para aproximar seu conteúdo à realidade destes telespectadores, a emissora já vem reestruturando sua programação.

O público, antes acostumado em ver apenas o luxo dos bairros elitizados do Rio de Janeiro e São Paulo, agora passa a assistir histórias semelhantes à sua realidade, em bairros simples e favelas. Tal reestruturação não se baseia apenas em oferecer o que a maioria deseja, mas sim, em se adequar à nova realidade.

Há tempos, a TV brasileira vê sua audiência despencar, seja por causa da TV paga ou dos serviços de streaming, como a Netflix. Este meio de transmissão de dados de áudio e vídeo é feito através de redes, de maneira instantânea. Segundo a própria Netflix, que faz mistérios sobre a sua audiência, o streaming é capaz de proporcionar ao telespectador uma experiência diferente e muito melhor do que a TV tradicional, DVDs ou download de filmes.

Embora não seja novidade, este tipo de serviço só ganhou notoriedade no Brasil nos últimos anos, devido à melhora na velocidade de conexão e a popularização da internet. A facilidade do acesso à internet tem afetado não apenas a TV aberta, mas também a TV a cabo, que só no ano passado, viu seu número de assinantes subtrair em um milhão de pessoas.

Diante este cenário “catastrófico”, você deve estar se perguntando: mas o que sobra para a TV aberta? Mesmo com a programação altamente atrativa da TV por assinatura, e das facilidades do serviço de streaming, a TV tradicional continua sendo uma das formas mais fáceis e baratas de se divertir.

Como já dito, a indústria do entretenimento vem mudando sua programação para se aproximar da realidade social e cultural do seu novo consumidor: a Classe C. Nos últimos anos, assistimos a Rede Globo ir substituindo títulos como “Páginas da Vida” e “Fina Estampa” por “Avenida Brasil”, “Sangue Bom” e “I Love Paraisópolis”. O que estas três últimas têm em comum? A trama e seus personagens principais buscam retratar a realidade da maioria dos brasileiros.

O programa comandado por Regina Casé é outro indício da reestruturação feita pela emissora, na tentativa de quebrar sua imagem elitista. Ao som do funk, pagode e muito samba no pé, o “Esquenta” trazia atrações voltadas para a periferia do RJ. Nos últimos programas, porém, notamos também uma inclusão de duplas sertanejas, para ganhar os telespectadores do estado de SP.

E por falar na Rede Globo, não é segredo para ninguém que ela continua sendo líder no Ibope. Mas no ano passado, a emissora viu sua novela das 21h (“A Regra do Jogo”) dividir seu público com “Os Dez Mandamentos” (Rede Record), que bateu recordes de audiência. Além destas duas, outra novela se destacou em 2015 no Ibope: “Verdades Secretas” (Rede Globo) abordou temas polêmicos; como intrigas, drogas, sexo e muita nudez, o que foi garantia de sucesso.

No ar há mais de 20 anos, o “Fantástico” também foi um dos programas da Globo mais assistidos no ano passado. Trazendo um resumo de notícias da semana com abordagens mais aprofundadas, o programa também traz séries de humor e entretenimento. Fausto Silva é outro que se manteve no topo com o “Domingão do Faustão”; quadros como “Dança dos Famosos” e as “Vídeo Cassetadas” prendem os telespectadores que buscam um pouco de diversão no último dia do fim de semana.

Outra aposta bem sucedida da Globo em 2015 foi o “The Voice Brasil”. Importado dos Estados Unidos, o programa traz calouros desconhecidos e jurados famosos, além de muitos comentários nas redes sociais que, sendo bons ou não, dão o que falar. E cá entre nós: Quem é que não ama estar nos “Trending Topics”?

Mas a Globo não foi líder absoluta. Além da novela bíblica da Record, a Band também possui atrações de sucesso. O “Pânico na Band” traz a soma perfeita: mulher de biquíni + humor escrachado e sem noção do tipo “é isso que o povo gosta”. Com fama internacional, o “Masterchef Brasil” é sempre um dos assuntos mais comentados no Twitter (quando em exibição). Com grande envolvimento do público, o reality de culinária também se manteve no topo.

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Indo na contramão, alguns clássicos da Globo têm registrado queda nos valiosos pontos do Ibope. O “Mais Você” não está somando muita coisa; o “Bem Estar” anda passando mal; e a “Malhação” perdeu sua força. Para a Record, o fim de “Os Dez Mandamentos” acabou com o mar de rosas, e o programa “Xuxa Meneghel” também não fez a lua de cristal da emissora brilhar.

O que podemos esperar para o ano de 2016 é uma briga cada vez mais acirrada pela audiência na TV. Afinal, convenhamos: que atire a primeira pedra quem nunca baixou um filme na internet ou assistiu uma série online só pra não precisar assistir os comerciais.

Engana-se quem pensa que este “vale-tudo” vai se limitar apenas aos canais abertos. As operadoras de TV paga pedem a Ancine (Agência Nacional do Cinema) que crie um marco regulatório exigindo que a Netflix cumpra a mesma ordem de exibir 3h30 de programação nacional por semana. A Anatel já adiantou que seria algo difícil de regulamentar. Por enquanto, não há nada definido.

Todo o esforço da TV é genuíno, mas a verdade é que o brasileiro, que sempre adorou assistir baixaria (BBB que o diga), está se tornando mais seleto e informado. Tudo graças a quantidade de conteúdo ao alcance de suas mãos.

Para a publicidade, fica o desafio de usar a criatividade para criar canais atrativos dentro deste novo modelo de consumir conteúdo.

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Uma Luz sobre o Snapchat

Quem tem medo de fantasma?

Alguns dizem que quando anoitece fica mais difícil dizer que não…

E é de noite que a maioria das pessoas quem tem TOC com notificações não lidas dos adeptos dessa rede social aproveitam para se jogar na cama e ficar em dia com todas as Histórias ainda não visualizadas.

Criado em 2011, o Snapchat, hoje com mais de 200 milhões de usuários no mundo, assustou gigantes da indústria ao recusar a proposta do Facebook, em 2013, de comprar o APP por 3 bilhões de dólares. Avaliado em US$ 2 bilhões nessa época, a escolha parece ter sido acertada, pois a empresa receberia ~apenas~ US$ 750 milhões no início dos pagamentos pela venda, mas já levantou mais de US$ 500 milhões com investidores e elevou sua avaliação no mercado para US$ 15 bilhões.

Mas não são apenas seus concorrentes que se assustam com a rede. Jovens early adopters de redes sociais e aplicativos em geral, também concordam que o Snapchat causa estranheza no primeiro contato.

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No entanto, é exatamente assim que a rede funciona, já que as publicações ficam disponíveis até, no máximo, 24h após a postagem, e com uma contagem regressiva que te deixa pensando “esse conteúdo se autodestruirá em 10 segundos” depois que a foto ou vídeo é visualizado.

Além de permitir a postagem de fotos e vídeos no Minha História, ainda é possível acessar conteúdos com a curadoria de veículos como CNN e BuzzFeed na função Discovery, e trocar mensagens com seus contatos.

Please, no flash!

AND NO PRINTSCREEN!

Como muitos aplicativos, o Snapchat é constantemente assediado por usuários que querem desvirtuar ou complementar as funções oferecidas, seja utilizando um aplicativo paralelo para subir imagens armazenadas no celular, ou mesmo dando print screen para salvar um conteúdo antes que ele desapareça.

Mas o que pensam alguns dos blogueiros heavy-users vloggers usuários mais assistidos do Snapchat no Brasil?

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Reunidos na Campus Party 2016, eles responderam às perguntas da nossa agência e explicaram seus pontos de vista de forma uníssona: não estraguem o Snapchat!

Para web celebridades cercadas de interações em todas as redes sociais, esse APP se transformou em uma possibilidade de fuga dos comentários e da ansiedade pela aprovação do público que os likes representam. “No Snapchat, a gente não precisa estar arrumada, produzir bem a foto, ter um cenário bonito ou algo assim. A gente mostra nossa rotina mesmo, com detalhes que não seriam relevantes em outras redes e isso gera muito mais proximidade com o público.”, disse Nina, que acumula uma média de 150 mil visualizações em cada postagem.

Quando questionamos se essa “fuga da interação em tempo real” não era uma antítese ao conceito de diálogo social que a geração tanto preza, eles concordaram que já estão bem disponíveis e acessíveis em outros canais. Fica então, para o Snapchat, uma lacuna que foi o seu diferencial. Ser um Big Brother individual, uma válvula de escape para as postagens momentâneas, uma TV ao vivo, mas agora com uma vasta multidão de produtores de conteúdo.

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Marcas

Se sua marca ainda não pensou em usar essa rede social, talvez seja hora de reavaliar. Em rápido crescimento, o Snapchat já possui o triplo dos acessos de seis meses atrás. Dados de 2015 mostram que o Snapchat ultrapassou o WhatsApp em número de uploads de imagens e deixou Facebook e Instagram bem para trás – pelo menos nesse quesito.

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Não, não estamos anunciando que esse fantasma está assombrando os celulares por aí e colocando os outros aplicativos para correr, afinal, suas funcionalidades, propositalmente limitadas, agradam essa geração tão acostumada com comunicação transmidiática e cultura de convergência – e um gigante, como o Facebook, que faturou mais de 2 bilhões de dólares por mês no final de 2015, tem muito poder de fogo para investir em diversas frentes e áreas de atuação.

O que é preciso para obter sucesso com uma marca no Snapchat é entender bem a rede e os influenciadores que a utilizam, com o objetivo de criar uma ação que traga reais benefícios para a marca e, claro, que seja relevante para o público impactado, formado, em sua maioria, por jovens de 18 a 24 anos.

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Ações de branding, geração de vendas com cupons, promoções-relâmpago, merchandising, bastidores da marca, apropriação temporária e jogos interativos são algumas das possibilidades que a Agência de Publicidade pode explorar em brainstorms – seja para campanhas pontuais ou esforços recorrentes.

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Valor Carreira: Security é escolhida entre as melhores na gestão de pessoas

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Anúncio página inteira da Security para revista Valor Carreira.

 

A Security Segurança e Serviços recebeu o prêmio Valor Carreira 2015 por sua prática em Gestão de Pessoas. A pesquisa é uma parceria entre o jornal de finanças mais influente do país, Valor Econômico, e a Aon Empower Results, considerada a maior empresa de consultoria de RH do mundo, presente em 120 países com a missão de desenvolver pessoas e gerar resultados sustentáveis.

Selecionada na categoria de 3 a 7 mil funcionários, a Security passa a integrar o Top 5 como uma das melhores empresas em Gestão de Pessoas no Brasil, além de receber um perfil na revista “Valor Carreira”, que circula junto com o jornal Valor Econômico.

Nós da Luz Própria 360, como agência, nos orgulhamos em ajudar a promover empresas como a Security, que valorizam pessoas e entendem que, dentro de uma organização, elas são o que há de mais valioso.

Capa da revista e selo

Capa da revista e selo “As melhores na gestão de pessoas”.

 

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5 truques de linguagem corporal para empreendedores

Construir bons relacionamentos com pessoas é fundamental para uma carreira de sucesso. Desta forma, é possível sem bem-sucedido com contatos, negociações e com sua própria equipe. Para isso, é essencial que se tenha uma boa linguagem, o que não significa apenas a fala. A postura e os movimentos do corpo são igualmente importantes.

1 – Olho no olho

01 Por mecanismos do subconsciente, as pessoas costumam confiar mais em pessoas que olham nos olhos das outras. A falta de contato visual pode transmitir desinteresse, distração e até mesmo desonestidade.

2 – Ombros para trás

02 Uma postura retraída faz mal para as costas e, além disso, mostra também a falta de confiança a seus interlocutores. Por isso, coloque os ombros para trás e estufe o peito. Desta forma, a mensagem transmitida é de que você está pronto para os desafios que virão.

3 – Braços relaxados

03 Pessoas tímidas e tensas podem, sem querer, grudar os braços no corpo. Às vezes, ao mexê-los, parecem robôs. Para evitar isso, basta relaxar os braços. Sua postura ficará mais natural e fará com que as pessoas confiem mais em você.

4 – Mãos movimentando-se sem exageros

04 Suas mãos podem demonstrar o tamanho do seu nervosismo. Mexer demais demonstra claramente algum incômodo, mas o contrário também pode ser ruim. Movimente suas mãos naturalmente, e jamais as coloque nos bolsos.

5 – Demonstrações de interesse, como balançar a cabeça

05 Quando estiver ouvindo alguém, mostre que você está acompanhando o que está sendo dito. Balance a cabeça no final das frases, sorria para coisas boas e demonstre pesar com o que for ruim. Isso estimulará o interlocutor a continuar falando, e demonstrará empatia.

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negóciosgoption

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4 estratégias para crescer em 2016: faça seu plano de vendas para vencer a crise

Uma das melhores maneiras de atrair clientes é concentrar-se no desenvolvimento do seu produto. Um bom plano de vendas deve ser simples e direto ao ponto, contendo seus objetivos, metas de receita e as ações para conquistar novos clientes e crescer as vendas a partir dos clientes já existentes.

1 – Defina sua meta

01 Defina seu ritmo de crescimento e de acompanhamento periódico de novas vendas. Decida qual a meta de crescimento que faz sentido para a sua empresa; qual o mix de vendas de clientes existentes e vendas de novos clientes que suportará este crescimento; e quais as restrições de capacidade do seu negócio.

2 – Ajuste o seu funil

02 Seu funil informa quão bem a sua empresa converte leads em clientes potenciais, e clientes potenciais em clientes reais. É fundamental que você consiga gerenciar as taxas de conversão entres os diferentes estágios do seu ciclo de vendas.

3 – Crescimento por novos clientes

03 Na sua definição de metas você já estimou a taxa de novas vendas que deverão vir de novos clientes. Comece definindo seu mercado-alvo, mapeando os canais de marketing apropriados para conectar-se com esta audiência. Use indicações de clientes existentes. Incentive sua força de vendas a com premiações ou comissionamento diferenciado.

4 – Crescimento por clientes inexistentes

04 Conquistar novos clientes é ótimo para o crescimento da sua empresa, mas tem um alto custo. Por isso, em tempos de crise, é fundamental que se tenha boas estratégias de fidelização de clientes. Invista na satisfação dos seus clientes e ouça atentamente o feedback deles sobre seus produtos ou serviços. Desenvolva ações de relacionamento com seus clientes existentes e, se possível, tenha um sistema de automação que permita um atendimento personalizado.

Fonte: Endeavor

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Como escolher o preço final do seu produto?

Uma das questões mais complexas para um empreendedor de primeira viagem é definir quanto cobrar por um produto ou serviço. A maioria sempre busca um preço justo para seu produto/ serviço; algo que corresponda ao trabalho e que não espante a clientela. Analisando os pontos certos, esta escolha se torna mais fácil. Confira os fatores essenciais para não errar nessa decisão.

1 – O preço da concorrência

01 Analise o preço dos concorrentes e decida se vai vender mais barato e atrair os clientes pelo preço ou cobrar mais caro, destacando seus diferenciais. É importante que este preço não seja muito diferente da média.

2 – Saiba tudo sobre os seus custos

02 Seu preço final, é claro, nunca pode ser menor que os seus custos. No entanto, não se trata apenas de matéria-prima. O empreendedor deve pensar em tudo o que gasta até o produto chegar ao consumidor.

3 – Experiência conta

03 Isso vale especialmente para freelancers ou pessoas que prestam serviços. O tempo de experiência do empreendedor deve fazer parte do cálculo. Um empreendimento novo no ramo deve cobrar menos do que uma concorrência mais consolidada.

4 – E o tempo também

04 Seu preço final, é claro, nunca pode ser menor que os seus custos. No entanto, não se trata apenas de matéria-prima. O empreendedor deve pensar em tudo o que gasta até o produto chegar ao consumidor.

Fonte: Revista Pequenas Empresas e Grandes Negóciosnew construction condowebmoney payment brokers

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Dicas para impressionar numa entrevista de estágio

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Conseguir um novo trabalho não é uma tarefa fácil, ainda mais para quem está procurando o primeiro emprego. O estágio é uma ótima maneira de entrar no mercado de trabalho e alavancar a sua carreira. Neste tipo de entrevista, o seu currículo vale menos do que você pensa, servindo apenas como uma porta de entrada para o processo seletivo.
E como saber o que os recrutadores esperam de você num processo seletivo? Veja a seguir, 6 passos para se dar bem numa entrevista de estágio.

1. Seja claro ao falar

Mostrar uma boa comunicação é o ponto de partida para qualquer processo seletivo. A capacidade de argumentar com clareza sugere repertório e poder de influenciar os outros.

2. Tome a iniciativa

A iniciativa está associada à ideia de protagonismo. Portanto, quando um recrutador perguntar quem quer realizar uma tarefa, não pense duas vezes antes de levantar as mãos. As empresas procuram estagiários que querem fazer acontecer.

3. Conheça a empresa

Mostrar conhecimento sobre a empresa indica que você não “caiu de gaiato” no processo seletivo. É obrigatório mostrar que você conhece o lugar onde quer trabalhar.

4. Cuide da imagem e da linguagem corporal

Uma boa apresentação é fundamental para criar empatia. Isso inclui um traje adequado, além de equilíbrio entre o tom de voz e a linguagem corporal. O candidato também deve evitar o uso de gírias, manter as mãos fora do bolso e não movimentá-las demais.

5. Trabalhe em equipe

Quando o candidato se mostra um grande colaborador em dinâmicas de grupo, por exemplo, ele ganha a confiança dos recrutadores. As empresas procuram alguém que vista a camisa. Esse também é o principal caminho para uma eventual efetivação mais adiante.

6. Mostre que você aprende rápido

A velocidade para incorporar novos conhecimentos é a principal métrica do potencial de um estagiário. Essa competência fica clara em dinâmicas de grupos ou na resolução de casos.

Lembrando que estas dicas continuam valendo depois da entrevista. Estagiários que buscam uma contratação precisam se destacar de alguma forma, chamando assim, a atenção do empregador. Pronto para entrar no mercado de trabalho? Então comece a agir!

*Fonte: Revista Exame

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6 hobbies para aumentar a sua produtividade

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Ninguém duvida que investir em lazer é essencial para levar uma vida equilibrada. Mas você sabia que diversão pode também pode alimentar o cérebro? Alguns hobbies oferecem muito mais que prazer, influenciando diretamente as suas funções cerebrais e sendo um ótimo combustível para a produtividade. Confira:

1 – Ler

imagem_blog_3_1 Segundo pesquisadores da Universidade de Sussex (Inglaterra), meia hora de leitura profunda pode reduzir mais o estresse do que qualquer outra técnica tradicional de relaxamento. A leitura também melhora a capacidade de foco e concentração.

2 – Tocar um instrumento

imagem_blog_3_2 Uma pesquisa publicada no Journal of Neuroscience revelou que o treinamento musical, sobretudo na juventude, ajuda a aumentar o corpo caloso do cérebro, isto é, a parte que liga os dois hemisférios. Isso ajuda a impulsionar a memória e a capacidade de solucionar problemas.

3 – Ouvir música

imagem_blog_3_3 Se você não toca nenhum instrumento, ainda assim é possível aproveitar as vantagens da música para o seu cérebro. De acordo com cientistas da University of Birmingham (Reino Unido), escutar música impulsiona o rendimento em atividades diversas.

4 – Jogar videogame

imagem_blog_3_4 Agora você tem um ótimo motivo para gastar um tempinho jogando: certos tipos de videogame melhoram o raciocínio estratégico. Segundo cientistas ingleses, jogos de estratégia em tempo real aceleram a capacidade de raciocinar sob pressão e aprender com erros do passado. Já os games de ação podem aumentar a capacidade de tomar decisões rapidamente.

5 – Aprender um novo idioma

imagem_blog_3_5 Pesquisadores da Northwestern University (EUA) revelaram que pessoas bilíngues têm mais facilidade para resolver problemas do que aquelas que falam apenas o idioma nativo. Além disso, cientistas suecos descobriram que a fluência numa segunda língua pode aumentar o córtex cerebral, que controla quase toda a capacidade mental de uma pessoa.

6 – Fazer exercícios físicos

imagem_blog_3_6 Além dos inúmeros benefícios para a saúde, praticar atividades físicas regularmente contribui também para o desempenho do cérebro. Segundo estudo da Dartmouth University (EUA), em cerca de 60% da população, esse tipo de atividade aumenta o nível de BDNF, uma proteína ligada à inteligência, concentração e capacidade de aprendizado.

Você curte algum destes hobbies? Então aproveite para praticá-los e aumentar ainda mais a sua produtividade!

*Fonte: Revista Exame

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4 dicas para lidar com clientes difíceis

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Eles são parte da vida de qualquer profissional que ganha a vida vendendo produtos ou serviços. Clientes difíceis de lidar criticam sua empresa e você, dão trabalho na hora de pagar, ameaçam por pouca coisa, chantageiam e encontram problemas em mínimos detalhes. Pode parecer difícil, mas um bom vendedor sabe encará-los de frente com profissionalismo. Não sabe como fazer isso? Aqui vão algumas dicas:

1- Evite reagir e meça as suas palavras

Muitas vezes, a reclamação do cliente não possui fundamentos, e quando ele começa a utilizar palavras duras, a vontade de revidar é quase que incontrolável. Mas tome cuidado! Responder à altura dele pode esquentar ainda mais os ânimos. Procure manter a calma, respire fundo, e fale num tom mais baixo.

2 – Use a primeira pessoa (eu)

Não procure culpados pelos possíveis erros que o cliente apontou. Se o seu objetivo é resolver a situação, use sempre a primeira pessoa (eu). Por exemplo: ao invés de dizer “Você não entendeu direito.”, diga “Eu acho que não fui muito claro.”.

3 – Desconstrua generalizações

Nem sempre as reclamações de clientes são infundadas. Algumas tornam-se desmedidas com expressões do tipo “Todos estão reclamando” ou “Nada funciona aqui”. Não deixe que essas frases o impressionem. “Ninguém”, “todo mundo”, ou “nada” são exageros que devem ser desconstruídos. Para resolver isso, pergunte em tom cordial: “O que exatamente não está funcionando?”

4 – O resultado é o que importa

Apesar de toda a discussão, mantenha o foco no resultado que o cliente deseja chegar. Ficar argumentando as possíveis causas dos erros não trará a solução desejada. Por isso, educadamente, redirecione o rumo da conversa para o que funciona, o que precisa ser mudado ou consertado.

O segredo é manter o equilíbrio e não perder o controle da situação. Aplique estas dicas no seu dia a dia e entenda-se melhor com os seus clientes!

*Fonte: Endeavor

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Quer trabalhar em casa? Aí vão algumas ideias.

Muitos querem ser seu próprio chefe, ter mais liberdade e tempo. Mas montar um negócio em casa pode não ser tão simples quando não se sabe bem por onde começar. Nesse caso, o primeiro passo é listar as coisas que você mais gosta de fazer, assim como as suas habilidades. Depois de decidir qual atividade exercer, é hora de tomar outras medidas.

01_icone_post_artigo Tempo
Defina quanto tempo você terá disponível para trabalhar em casa, e seja rigoroso com os seus horários.
02_icone_post_artigo Espaço
Separe em lugar exclusivo, mesmo que pequeno, para desenvolver ou gerenciar a atividade.
03_icone_post_artigo Dentro da Lei
Formalize a sua empresa consultando órgãos públicos sobre os trâmites legais, licenças e impostos. Verifique com um contador a possibilidade de enquadrar
a sua atividade no Simples ou no MEI (Microempreendedor Individual).
04_icone_post_artigo Planejamento
Desenvolva um plano de negócios e estratégias de marketing. Separe as finanças pessoais das referentes ao negócio.

Mas se você ainda não conseguiu decidir qual atividade desenvolver, aí vão algumas dicas:
– Decoração de bolos;
– Fabricação de comida congelada;
– Fabricação de geleias ou pimentas em conserva;
– Dog Walker (passear com cães);
– Confecção de velas, sabonetes e produtos aromáticos;
– Consultoria para noivas;
– Nutricionista;
– Redação de conteúdo e clipping;
– Blogueiro;
– Secretária remota;
– Agente de artistas;
– Agente de viagens.

Já se decidiu? Então é hora de tirar os planos do papel e colocá-los em ação!

*Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negóciosimage size converter

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