27 de Janeiro de 2012
Rafael Lucas

Campanhas de e-mail marketing: A personalização em foco

107 trilhões de mensagens de e-mail. É este o número de mensagens que circularam na internet no ano de 2010. Com tantas mensagens fica difícil se destacar e realizar campanhas de e-mail marketing com resultados eficazes.

Há muito se fala sobre o processo de personalização, que torna a comunicação com o consumidor mais íntima, one-to-one. “A partir do processo inicial de segmentação, em que se identificam os grupos de interesse, é preciso tratar cada usuário de forma diferente e individualizada, trabalhando a segmentação das mensagens de forma personalizada”, afirma Sandra Turchi, coordenadora do curso de Estratégias de Marketing Digital da ESPM.

Segundo a pesquisa do Marketing Sherpa, a personalização de envio de emails nos Estados Unidos são baseadas nos seguintes dados:

  • Nome
  • Local de trabalho
  • Cargo
  • Endereço (pessoal ou profissional)
  • Telefone (pessoal ou profissional)
  • Idade
  • Sexo

Realizar uma campanha personalizada vai além de colocar o nome do destinatário no topo do e-mail. É necessária uma pesquisa que trace os principais hábitos de seu público-alvo. “Atualmente, todos os usuários deixam inúmeros rastros ao navegar na web, que podem ser utilizados para traçar o seu perfil de comportamento”, afirma Marcos Hiller, coordenador do MBA de Gestão de Marca da Trevisan Escola de Negócios.

O que fazer então com estes rastros deixados pelos usuários? Cabe aos profissionais de marketing estudar a melhor abordagem para que a campanha gere resultados. Imagine uma pessoa que procure durante vários dias por uma Tablet e receber uma oferta arrebatadora, como: “Procurando a melhor Tablet? Confira nossa oferta especial para você”.

É importante pontuar que nem sempre os dados comportamentais neste ambiente on-line podem ser levados aos extremos. Por exemplo, nem sempre alguém que freqüenta um barzinho, é um consumidor assiduo de bebidas alcoólicas. Ele pode apenas ir para encontrar-se com os amigos.

Se sua empresa aposta nesta abordagem, atente-se as ações de e-mail marketing para que todos os dados se convertam para uma estratégia eficaz. Aproveite a personalização para aumentar consideravelmente o ROI (Retorno Sobre Investimento) das campanhas de e-mail marketing.

12 de Janeiro de 2012
Rafael Lucas

QR Code: Mais simples do que você imagina

Uma novidade cada vez mais utilizada nas campanhas publicitárias é o QR Code. Para quem não sabe o que é, trata-se de um código de barras em 2D que pode ser decifrado pela maioria dos celulares de hoje em dia. Basta ter uma câmera e acesso a internet e um aplicativo que leia este tipo de código. Após a leitura do código, o QR Code se transforma em texto, fotos, links ou até mesmo aplicativos.

A princípio, ele foi desenvolvido com foco na indústria automobilística, em 1994 pela empresa japonesa Denso-Wave. A principal função era deixar o processo mais eficiente, deixando as informações mais rápidas e eficientes de serem lidas, daí nasceu a origem do seu nome:

QR Code: “Q” + “R” Quick Response ou, em português, “Resposta Rápida”.
Você deve estar falando, ta entendi o que significa, mas o que vai mudar na minha vida? É simples, o QR Code é uma ótima oportunidade de interação com os consumidores, imagina que complicado seria colocar em um anúncio publicitário um link enorme para a pessoa digitar. Com o QR Code, basta tirar a foto e o celular direciona para o conteúdo.

Quer conhecer uns cases bacanas? Olha só que sacada genial:

Supermercado Tesco


A empresa queria aumentar suas vendas, mas não tinha capacidade suficiente para expandir os negócios de forma física, e não tinha nenhuma possibilidade de abrir novas filiais pelo país. Daí surgiu a ideia de criar supermercados virtuais nas estações de metrô. Isso mesmo, diversos painéis foram colocados com as fotos dos produtos e o QR Code, aí, bastava selecionar e realizar a compra. Os produtos chegam em casa com toda praticidade e você não precisava se deslocar para o supermercado ou enfrentar filas. Tudo bem ao alcance da mão.
Dá uma olhada neste vídeo e confere como tudo aconteceu na prática:

Metro São Paulo

No Brasil, o metrô também possui ações com o QR Code. Com iniciativa da prefeitura de São Paulo, foram distribuídos diversos QR Codes pelas estações de metrô com link para o site mobile do serviço de metrô. O objetivo era informar pelo celular os horários, linhas disponíveis e assim por diante. Ficou curioso pra ver? Olha aqui o site mobile da estação de Metrô de SP clique aqui.

Como criar um QR Code

É possível criar gratuitamente seu QR Code, basta colocar o link e o site gera automaticamente:
Bom, agora é aproveitar a oportunidade para utilizar o código nas ações de marketing para gerar interação com muito mais conteúdo. Se fizer algum, conta pra gente depois aqui ó:

Já tem o app no seu celular? Aqui você encontra o mais indicado para o seu é só baixar e instalar.

9 de Janeiro de 2012
Rafael Lucas

Calendário 2012 de Datas Comemorativas para Campanhas de Marketing Digital

Uma ótima dica para preparar as ações de marketing durante este novo ano é ficar de de olho no Calendário de Datas Comemorativas 2012. Um dos materiais mais completos disponíveis na internet é o da Virid.

Aproveite o material para planejar as oportunidades para o segmento de sua empresa, o material teve diversas datas acrescentadas este ano, principalmente com relação ao universo do público mais geek, como o Dia do Orgulho Nerd, também conhecido como Dia da Toalha, em homenagem ao autor da série O Guia do Mochileiro das Galáxias, o Dia do Blog, comemorado em 31 de agosto devido à semelhança de escrita da data (3108) com a escrita da palavra “Blog”, o Dia do Internauta (23 de agosto) e o Dia do Programador, comemorado sempre no 256º dia do ano.
Confira aqui o Calendário de Datas Comemorativas completo:

14 de Dezembro de 2011
seo

Agência web: É só fazer sites?

Desenvolvimento de Sites - Agência Web - SEOUma agência web é especializada em desenvolvimento de sites, certo? É, na grande maioria sim, mas o mercado está mudando e cada vez mais os clientes procuram um prestador de serviços com um diferencial. Ou seja, hoje tudo o que envolver o mundo virtual carece de um direcionamento, de estratégias específicas para cada cliente e é aí que as agências virtuais se destacam.

Mas vamos pensar primeiramente no desenvolvimento do site. O ponto base da sua criação é o web template. Muitas pessoas se deixam levar por fatores estéticos na hora de escolher, mas devem-se levar em consideração muitos detalhes além de um belo design. O template é sim a cara do site, mas deve ser antes de tudo funcional. As técnicas de usabilidade ajudam a pensar estrategicamente qual a linguagem, botões e chamadas são ideais para o projeto.

Em um ambiente cada vez mais Web 2.0, o webdesigner tem na ponta dos dedos todas as informações necessárias para facilitar a experiência do usuário no site, tudo para que a marca possa cumprir seu relacionamento com os consumidores. No caso do e-commerce, os passos para um processo bem sucedido são ainda mais delicados, pois o usuário deve sentir-se a vontade para conhecer o produto que está procurando, encontrar com facilidade e finalizar a compra de forma segura e intuitiva.

Finalizado o site pelo webmaster, com a aprovação das partes envolvidas é hora de iniciar um trabalho de marketing digital, afinal, ninguém faz um site para servir de portfólio da empresa, o site deve ser um importante canal de comunicação e principalmente vendas. E por vendas, entenda-se produtos, serviços e acredite… até mesmo ideias.

A praticidade do novo modelo de agência web é poder contar também com serviços que vão além da construção do site. Se você precisa ser encontrado, por exemplo, as técnicas de Otimização de Sites podem garantir um lugar de destaque nas buscas. Já as estratégias de Marketing Digital dão o norte para as empresas que demonstram pró-atividade no meio virtual, desempenhando uma comunicação que vai de encontro ao público alvo. E você, já descobriu qual a estratégia ideal para potencializar a presença de sua marca na internet?

21 de Setembro de 2011
Rafael Lucas

E-commerce sem Correios: Como contornar a crise

A greve realizada pelos Correios no país entra em sua segunda semana e deve estreitar o empasse com o governo do estado, que reluta em uma negociação com os grevistas. O principal prejudicado acaba sendo o consumidor, principalmente os compradores de lojas na internet. Segundo a e-bit, consultoria especializada em comércio eletrônico, há uma estimativa de que sejam realizadas 3 compras on-line a cada 2 segundos, gerando um montante de 130 mil operações diárias pela internet.

O país conta com uma série de transportadoras para auxiliar na logística, porém, ainda é grande o número de encomendas destinadas aos Correios, segundo Alexandre Caixeta Umberti, diretor-geral da e-bit, cerca de 50% e 60%, sobretudo as de volume reduzido e as enviadas para estados mais afastados. Os esforços das empresas de e-commerce devem se intensificar na busca de alternativas, já que a adesão tende a aumentar pelo país.

Com algumas exceções, as redes ainda trabalham nos sites os mesmos prazos de entrega estipulados antes da greve, portanto o consumidor não tem o real controle de quando a sua mercadoria estará realmente sendo entregue. O ideal é que nos sites sejam colocados alguns lembretes que indiquem o problema com a logística dos Correios e negociar um prazo de entrega maior por segurança.

A empresa que despachou a encomenda utilizando os Correios tem direito a pedir ressarcimento, por qualquer prejuízo que venha a sofrer, conforme alerta o advogado da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), Thiago Vargas Escobar Azevedo. Em outras greves no passado, as empresas tiveram que estender os prazos, de 48 horas e 72 horas para cinco dias úteis.

O e-bit, acredita que a greve dos Correios pode comprometer em até 30% o faturamento do varejista no mês em que é realizada. “Isso porque há tanto o caso das pessoas que precisam do produto com urgência e acabam cancelando a compra quanto daqueles que não tem pressa e adiam a aquisição da mercadoria”, afirma o diretor geral da e-bit, Alexandre Caixeta Umberti.

29 de Julho de 2011
Fernanda Spinosa

Mídias Sociais e o comportamento do consumidor

Para se falar sobre mídias sociais e empresas que querem fazer parte desse mercado é necessário levar em consideração o fator principal, o que dá vida a elas: o usuário, ou indo mais adiante, estar atento ao comportamento das pessoas nas redes sociais para poder se adequar a elas e estabelecer relacionamentos com elas.

E o que esse consumidor anda fazendo nas redes sociais? Comprando, vendendo, compartilhando experiências e expressando suas opiniões. Dentro desse contexto podemos dizer que o cenário de compra e venda é diferente de alguns anos atrás. Hoje, com apenas alguns cliques você pode comprar e tem em casa aquele produto que você acabou de ver na TV. Junto com essa rapidez de acesso ao produto vem também a rapidez no compartilhamento de informação, tanto sobre o produto quanto sobre o que os consumidores dizem sobre eles.

Li um artigo blog A Quinta Onda, falando sobre uma pesquisa que apontou: 73% das pessoas confiam mais nos colegas do que na recomendação de especialistas e que 79% das pessoas são influenciadas nas compras de produtos e serviços pelos posts de amigos nas redes sociais, ou seja, cada vez mais o consumidor procura meios para se informar e ir preparado para a compra. Então, qual seria o papel da empresa em meio a isso tudo? Como devo abordar meu cliente e fazer com que ele me escute?

A chave de tudo está no diálogo e em como se dá relacionamento dessa empresa com seu possível cliente on-line e offline também. Dave Evans, em seu livro Marketing de Mídias Sociais – Uma Hora por dia”, levanta alguns tópicos que podem levar ao que ele mesmo chama de “raízes da evitação”. Para ele, resumidamente, o cliente não gosta de se sentir invadido e aprecia empresas que lhe apresentam soluções para seu problema ao invés de enviar apenas um anúncio. É como se a pergunta que os consumidores estão fazendo fosse a seguinte: “se você tem que me interromper ou incomodar para transmitir seu anúncio, até que ponto o que você tem a oferecer realmente tem valor? Se acha que sou bobo o suficiente pra cair nessa, como posso confiar em você?”

As empresas precisam entender que hoje os consumidores querem informações sobre os produtos e serviços que lhe interessam, querem compartilhar boas experiências e, infelizmente, também vão compartilhar quando a experiência for ruim.

Cabe à empresa fazer um estudo aprofundado sobre o comportamento do seu público alvo, entender sua linguagem, verificar suas necessidades e apontar oportunidades para iniciar esse relacionamento, sem que o cliente se sinta invadido. É a partir desse estudo, de entender como o cliente se comporta é que a empresa poderá produzir o conteúdo relevante a ele e estabelecer uma relação sadia entre empresa X cliente.

14 de Julho de 2011
Rafael Lucas

Google + Empresas: Os testes começaram.

Contabilizando a cada dia um número maior de usuários, o Google + apresentou ontem (12) uma pesquisa com seus 10 milhões de usuários, obtidos em apenas duas semanas de vida. Tudo indica que o número dobre até o final de semana, caso mantenha as expectativas.

Comparações com o Facebook a parte, o Google acredita que o Plus é uma nova forma de compartilhar conteúdo, organizando círculos sociais e utilizando a vídeo conferência de maneira mais simples.

O post de hoje, porém, é para alertar as empresas que, por enquanto, o Google + não aceitará perfis públicos. Algo como a Fan Page do Facebook está sendo pensada, mas ainda não passou da fase de testes.

O gerente de produtos da Google, Christian Oestlien, reforça que: “Neste momento estamos focados na otimização para a experiência de consumidor, mas temos uma grande equipe de engenheiros construindo uma experiência em negócios otimizada para o Google+”.

Oestlien confirma que várias marcas famosas abriram perfis corporativo na rede, como a Ford, por isso, pede paciência e reafirma “Nós desencorajamos os negócios a usarem perfis regulares para se conectarem com os usuários do Google+. Nossa equipe de política vai trabalhar ativamente com os donos do perfil para desligar perfis de não-usuários”.

Se você deseja participar dos testes com estes novos perfis, vale se cadastrar na página de acesso a esse programa limitado e cruzar os dedos para ser escolhido. O endereço é este aqui: goo.gl/zq95C .

1 de Julho de 2011
Rafael Lucas

Vendabilidade: Conheça as técnicas para conquistar clientes no e-commerce

Diferente das vendas realizadas em lojas comuns, a venda on-line requer uma série de cuidados que podem garantir o resultado satisfatório para seu e-commerce: a finalização da compra.

Não basta apenas oferecer um produto atrativo, é preciso que o consumidor o reconheça como tal. Para isto, é fundamental utilizar todos os recursos disponíveis. O primeiro passo é selecionar a foto, sempre em boa resolução e, se possível, com diversas opções de detalhes, com imagens de diferentes ângulos do produto.

O valor também atrai na hora de comparar os preços com os concorrentes, se houver a oportunidade de colocar o produto em promoção, destaque bem o valor antigo e o desconto dado (Dica: De R$ 15,00 – Por: R$9,90, os números quebrados são melhores do que quantias exatas aos olhos do consumidor).

Para uma plataforma que não trabalha com os vendedores dispostos a tirar todas as dúvidas, a descrição é o ponto alto para aplicar todo o potencial de persuasão. A venda deve tornar-se uma “conversa” com quem está navegando em seu site, e ninguém gosta de conversas robóticas, sem emoção, que apenas descrevem especificações técnicas. Observe estes dois textos e veja a diferença:

Apenas informações técnicas e especificas sobre o produto, neste exemplo, uma adega de vinhos. Mas, não imaginamos ao certo onde poderíamos armazená-la ou outras informações adicionais que todo cliente necessita.

Preciso dizer qual dos textos utilizou os recursos de vendabilidade? Vale a pena gastar uns minutinhos a mais preparando o texto de forma clara e interessante. Não tenha dúvidas que fará diferença não só da maneira como o cliente enxerga o produto, mas como dá credibilidade ao e-commerce e de apresentar que realmente conhece o que está vendendo. Além disso, esta descrição é muito importante para o trabalho de otimização do Google, onde o conteúdo é importantíssimo para os mecanismos de busca.

Faça um teste, visite algumas lojas virtuais e compare a descrição de um mesmo produto em sites diferentes. No final, responda qual você escolheria. Agora que a dica está dada, fique à vontade para “conversar” melhor com seus clientes e boas vendas!

29 de Junho de 2011
Fernanda Spinosa

Web Vídeos: uma opção a favor da sua marca

Hoje falo um pouco sobre a utilização de vídeos na internet e como eles podem ser opção de mídia para sua marca.

Não é de hoje que o consumo de vídeos na web vem mudando. Alguns aspectos como o aumento do acesso a banda larga e ferramentas de produção mais acessíveis (câmeras, celulares, etc) fazem com que mais vídeos sejam postados e vistos diariamente, além do aumento do tempo online dos brasileiros. Segundo infográfico publicado no site mvflux, em 2011 cerca de 48 horas de vídeos são postadas por minuto no YouTube (clique para ver o infográfico completo) e esses vídeos são facilmente distribuídos através das mídias sociais, em um simples esquema de “muitos enviando dados para muitos”.

Mas como inserir minha marca nesse contexto? Como fazer com que meu vídeo seja forte na Web? Não existe uma fórmula secreta, mas a chave de tudo, novamente, está no conteúdo relevante.  E alguns passos interessantes podem ser citados:

Escolha do conteúdo

Uma boa dica é começar com a pergunta “O que as pessoas falam em seu dia-a-dia que eu posso incluir o meu produto, a minha marca?” Conteúdo divertido, inusitado ou simplesmente diferente do “já feito pelos outros” é capaz de te levar além, o importante é fazer com que esse conteúdo tenha relação positiva com a sua marca e seu público alvo.

Uma opção são vídeos explicativos sobre os benefícios e funcionamento de seu produto, pois podem ajudar seu consumidor e traz segurança e confiança quanto a sua marca e isso fará com que ele divulgue mais o seu conteúdo, positivamente. Mostrar seu produto em situações o cotidiano faz com que ele seja visto como útil. Um exemplo simples e eficiente, com mais de 60.000 visualizações é um vídeo explicando as funções do Samsung Star 3G. (clique para ver o vídeo).

Ser claro e objetivo.

Vídeos curtos e que passam a mensagem de forma clara são mais bem vistos e lembrados, do que aqueles que duram mais de 10 minutos. (salvo vídeos que necessitam REALMENTE de um conteúdo maior, como documentários).

Edição dos vídeos

Os vídeos não precisam ser 100% profissionais mas precisam de cuidado quanto a qualidade e a detalhes que, se não percebidos, podem acabar com sua campanha, como áudio baixo, imagem desfocada, entre outros. Lembre-se, é a imagem da sua marca que está em jogo.

Onde posso divulgar meus vídeos?

Existem diversos players quando se fala em compartilhamento de vídeos mas o YouTube é, sem dúvida, um dos mais conhecidos. Segundo André Telles, em seu livro A Revolução das Mídias Sociais, o YouTube tornou-se um dos destinos líderes para conteúdos em vídeo, em grande parte em razão da sua simplicidade: tudo o que você precisa é de uma câmera e algo a dizer. Ao incluir vários vídeos, você automaticamente começa a criar um canal (uma espécie de página para seus vídeos), tudo isso para que as pessoas explorem o conteúdo que você ou sua marca tem a oferecer, em uma página só.

As ferramentas são muitas e estão aí para ajudar, basta uma câmera em mãos e idéias para concretizar. Mãos a obra e bom trabalho.

21 de Junho de 2011
Fernanda Spinosa

Atenção para as ações online da sua empresa

As empresas estão ocupando um grande espaço dentro das mídias sociais. A pesquisa Marketing Visão 360°, realizada pelo Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research International, aponta que 90% das empresas – nacionais ou multinacionais – realizam ações de Marketing no Ambiente online. Entre essas ações estão o uso de Email Marketing, Redes Sociais e Links Patrocinados.

Isso é bom, mostra que as empresas estão quebrando paradigmas e se adequando a outros tipos de ações, porém, alguns cuidados devem ser tomados. Para não falar muito mais do mesmo e me tornar repetitiva, vou chamar a atenção para detalhes que muitas vezes passam despercebidos e fazem a diferença na sua campanha online.

Suporte para quem cuida das mídias sociais

Seja uma agência digital ou uma equipe da própria empresa que cuide das ações online, é fundamental que a empresa dê suporte para esse pessoal. Algumas empresas não percebem essa importância e deixam a equipe na mão quando necessitam de informações para passar ao cliente e, consequentemente, a ação online fica comprometida.

Ferramenta não é estratégia

Muitos donos de empresas estufam o peito e dizem quando questionados sobre ações online: “ah sim, temos um perfil no twitter e uma fanpage no facebook, estamos nas mídias sociais com tudo!” Engano, isso não basta. Se não há planejamento não há estratégia e muito menos ação online. Cada passo deve ser pensado, cada email planejado, buscar quais clientes pretende atingir, qual mídia usar…e toda a empresa deve estar sabendo de cada ação e os funcionários devem estar engajados e preparados para atender os clientes que virão após as ações.

Se a ação online não é importante, melhor não fazer

Se sua equipe de marketing chega com uma nova proposta ou alguma dúvida e você, dono da empresa, deixa pra depois, é melhor começar a rever seus conceitos e as reais necessidades de estar online ou não. Infelizmente ainda vemos empresas que não dão importância para esse tipo de mídia e levam as ações “pelas coxas”. A ação online é uma atividade empresarial como outra, como a contabilidade ou setor de compras e se você não a valoriza melhor não começar.

Quando sua empresa quiser começar uma ação online não tenha receio e invista, são ações que trazem o cliente pra perto da empresa e os retornos são visíveis, mas fique atento para não levar sua campanha abaixo.

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