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7 de Outubro de 2010
Mariana Moura

E-commerce fatura mais que Shoppings Centers

No Brasil, o crescimento geral de vendas feitas pela internet em 2010 supera expectativas, segundo a e-bit este ano o aumento de vendas será cerca de 40% maior em relação a 2009. Isto é um grande estimulo aos empresários que queiram investir no setor, hoje vender pela internet passou a ser o principal meio de vendas das empresas e, muitas utilizam o e-commerce como complemento de suas vendas em loja física.

Crescimento no Comércio Eletrônico

Um fator para que esse crescimento aconteça é o fato de os consumidores estarem mais seguros para realizarem suas compras, eles pesquisam e a maioria já sabe como realizar uma compra segura. Fatores como Selos de Segurança e a empresa disponibilizar todos os seus dados no site influenciam diretamente para que os internautas realizem suas compras.

Durante o 2° Congresso de Crimes Eletrônicos e Formas de Prevenção foi divulgado que o faturamento das lojas virtuais supera as vendas dos shoppings centers da Grande São Paulo. Nos primeiros sete meses de 2010, o comércio eletrônico brasileiro faturou cerca de 7,8 bilhões de reais, enquanto toda a rede de shoppings centers desta região não conseguiu superar esse valor.

Fatos como esse acontecem porque o consumidor brasileiro já encontra no e-commerce uma forma rápida, tranquila e segura para realizar suas compras desde eletrônicos, livros, brinquedos até as compras do supermercado. A loja virtual tem a vantagem de o consumidor poder escolher seus produtos em seu ambiente de trabalho, na rua ou no conforto de sua casa, facilitando principalmente porque a correria do dia-a-dia muitas vezes não deixa tempo hábil para ir à lojas ou supermercados, enfrentando trânsito, filas nos caixas ou atendimento insatisfatório. No e-commerce o consumidor escolhe os produtos no tempo que desejar, possui todas as informações técnicas e o produto chega a sua residência em segurança e sem que tenha que se deslocar para buscá-lo.

As estimativas da e-bit indicam que o comércio eletrônico deve fechar o ano de 2010 com um faturamento de cerca de R$14,3 bilhões, uma expansão de 35% em relação ao ano anterior. Ou seja, o e-commerce é uma ótima opção aos empresários que queiram aumentar seu faturamento, pois não exige grandes investimentos para abrir seu negócio online.

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@luzpropriaweb

8 de Setembro de 2010
Mariana Moura

Previna-se das fraudes no Comércio Eletrônico

Boa parte das pessoas que não fazem compras via internet dizem que o motivo é a falta de segurança, mas a insegurança atinge também os proprietários de sites de e-commerce. O índice de fraude no comércio eletrônico no Brasil é bastante significativo, cerca de R$500 milhões de dólares ao ano, algo como 1,2% de todos os meios de pagamento.

No comércio eletrônico, não há como saber com 100% de certeza quem são os clientes que estão fazendo os pedidos. Então, é preciso ficar atento e tentar conseguir o maior número de informações sobre o cliente. Segundo estudos, a maioria dos fraudadores não vai ficar com a mercadoria e, por isso, os itens mais visados são jóias, eletrônicos e eletroportáteis que podem ser revendidos rapidamente.

Evite fraudes no e-commerce

O administrador da loja virtual deve fazer uso de todos os recursos disponíveis para checar a veracidade dos dados do pedido sempre que houver alguma dúvida. Assim como: conferência de CPF através de consulta no site da Receita Federal, consulta no 102 para confirmar o endereço,  consulta ao CEP pelo site dos Correios, checar provedor de e-mails, verificar o endereço IP e, checar se a localização do cliente é de difícil acesso ou suspeita.

Atenção ao perfil do cliente é extremamente necessário para aprovar uma venda em comércio eletrônico. É importante checar se o nome do comprador é o mesmo do cartão de crédito e do dono da linha telefônica, nomes diferentes são sinônimos de fraude. Compradores que informam apenas número de celular, ou e-mail com nomes esquisitos ou de outras pessoas também são suspeitos quanto à veracidade dos dados.

As fraudes podem acontecer em todos os tipos de pagamento. No caso da Transferência Eletrônica a fraude se dá pela invasão de contas na internet; Boleto Bancário sofre fraudes geralmente por pagamento de cheques sem fundos, contas invadidas pela internet e valor errado e, é preciso colocar informações especificas para diminuir os riscos; os Cartões de Crédito sofrem fraude por endereços diferentes do dono do cartão e/ou cartões clonados, entre outros; e, cheques roubados, clonados ou adulterados.

Para evitar os prejuízos os lojistas virtuais precisam estar atentos as informações passadas pelo cliente, quanto maior o número de dados obtidos melhor e menor o risco de fraudes. Contratar serviços de confirmação do endereço junto às operadoras de cartão de crédito e serviços de gerenciamento de risco é muito útil para identificar fraudes. Tente saber se o cliente é verídico e se o pagamento confere, use todas as estratégias possíveis para fazer bons negócios. E, como Henrique Pechman, CEO da Online Internet Services, empresa de desenvolvimento de plataformas de comércio eletrônico diz: “Finalmente, venda e arrependa-se. Mas venda!” Veja mais informações, clicando aqui.

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2 de Junho de 2010
admin

Pequenas, médias e digitais – Parte III: Case Giuliana Flores

Fundada em 1990 na cidade de São Caetano do Sul como pequena floricultura, a Giuliana Flores é outro exemplo de como pequenas e médias empresas podem expandir seus negócios através do comércio eletrônico. Atualmente, a empresa tem três lojas na cidade, mas 90% de suas vendas são realizadas via web.

São aproximadamente 16 mil transações por mês, com valor médio de R$ 98. “Se uma empresa não aparece nos sistemas de busca ao menos com um site, vai perder espaço para os concorrentes”, afirma o gerente de marketing da empresa, Juliano Souza.

Fonte: Proxxima – Por Antônio Carlos Santomauro

2 de Junho de 2010
admin

Pequenas, médias e digitais – Parte II: Case PortCasa

Outro caso de sucesso é a Portcasa, empresa do Bom Retiro que é especializada em artigos para cama mesa e banho. Possui uma loja física, mas realiza 55% de suas vendas por comércio eletrônico.

Natan Sztamfater, diretor da PortCasa, criou a empresa já pensando na web. Hoje em dia, a PortCasa recebe em torno de 20 mil visitas diárias e mensalmente realiza aproximadamente 10 mil transações, com valor médio de R$ 150. “Começamos com dois funcionários, hoje já temos cinquenta”, ressalta Natan.

Fonte: Proxxima – Por Antônio Carlos Santomauro

2 de Junho de 2010
admin

Pequenas, médias e digitais – Parte I: Case Camomilah

É através da internet que as pequenas e médias empresas conseguem competir com as grandes companhias, afinal, o mundo virtual oferece inúmeras possibilidades de comunicação e comércio eletrônico.

Mas, como atingir em pé de igualdade o mesmo sucesso de grandes empresas? Aproveitar o que a internet pode oferecer! Esta fórmula já é adotada por muitas microempresas: investimento em sites de busca e comparadores de preços.

Um bom exemplo é a Camomilah – empresa de Curitiba especializada na confecção de lingerie para mulheres “cheinhas”. A empresa que nasceu em 1998, começou a investir em buscas em 2002 e hoje comercializa seus produtos somente pela internet.

Atualmente, o site da Camomilah recebe todos os dias cerca de 320 visitas, e mensalmente a empresa entrega em torno de 80 pedidos, com um valor médio individual de R$ 210. Este resultado só não cresce porque a empresa já não consegue atender a demanda. A diretora da empresa, Deborah Klopffleisch, conta que pretendem se mudar para um espaço maior, contratar mais gente e assim aumentar a produção e divulgação da loja.

Fonte: Proxxima – Por Antônio Carlos Santomauro

10 de Maio de 2010

Fatores atrelados ao crescimento do Comércio Eletrônico no Brasil

Alguns fatores como a comodidade, possibilidade de parcelamento sem juros e condições de pagamento especiais atrelados ao aumento do número de e-consumidores contribuíram para esse crescimento.

O cenário atual do e-commerce no Brasil é marcado pela competitividade. A capacitação dos administradores é um fator básico para o bom desempenho de qualquer tipo de negócio, principalmente para o comércio eletrônico.  Gerenciar uma loja virtual requer muito mais do que simplesmente saber navegar na internet. A manutenção e administração de um comércio eletrônico exige conhecimento em áreas como: marketing digital, otimização dos produtos, monitoramento do tráfego  do site, entre outras.

Comece planejando, coloque  no papel o que se destaca no empreendimento: o produto, o mercado, o marketing, as finanças, o cronograma e não dispense um bom treinamento!

Outro aspecto importante a ser observado é que o sistema de comércio eletrônico oferece riscos tanto para os consumidores como para as empresas. Acompanhe:

Consumidor – segurança da informação de dados; questões de privacidade, compra baseada apenas em fotos, possível dificuldade com devolução, etc.

Empresa – riscos de transações fraudulentas, relutância do consumidor em comprar online, aumento da competição – o que resulta na necessidade de ter um site eficiente e confiável.

Ao pensar em um site de comércio eletrônico, usabilidade é essencial! A funcionalidade de uma loja virtual é um fator determinante para que o cliente retorne. Quanto mais fácil de usar, melhor. Afinal, boa parte dos consumidores que compram online são da era pré-internet e não têm tanta familiaridade com as tecnologias. Portanto, se um site for fácil de utilizar e oferecer segurança ao potencial cliente, certamente ele voltará.

10 de Maio de 2010

Comércio Eletrônico – Balanço do 1° semestre de 2009

Os primeiros seis meses…
Meio ano já se passou e o comércio eletrônico continua a todo vapor. Somente nos seis primeiros meses do ano, foram
faturados R$ 4,8 bilhões, crescimento 27% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando o faturamento foi de R$ 3,8 bilhões.

Esses números mostram que o e-commerce não para de crescer e conquistar a confiança dos consumidores virtuais. Para ser ter uma idéia, já passam de 15,2 milhões de pessoas que já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet. Na metade do ano passado, eram 11,5 milhões de e-consumidores.

Outra característica marcante do primeiro semestre de 2009 foi o alto valor do tíquete médio. Os consumidores que fizeram suas compras virtuais gastaram em média R$ 323 por compra. Tudo isso pode ser creditado à maior venda de produtos de maior valor agregado, como Eletrodomésticos e artigos de Informática. A categoria, aliás, é a 3ª mais vendida no ecommerce.

Fonte: E-Bit Empresas

29 de Setembro de 2009

Comércio Eletrônico – Números

Os 20 países com maior número de usuários da Internet

Os 20 países com maior número de usuários da Internet

21 de Setembro de 2009

Comércio Eletrônico em Presidente Prudente

Onde desenvolver um comércio eletrônico em Presidente Prudente?

A Luz Própria Web desenvolveu sua plataforma própria de comércio eletrônico luzCOMMERCE, não usamos lojas prontas e engessadas. Qual a vantagem de ter uma plataforma de E-commerce própria?

Flexibilidade é a palavra, podemos adaptá-la a necessidade do cliente e não ao contrário.

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