Atualmente, os e-consumidores optam pelos seguintes meios: cartão de crédito (68%); boleto bancário (25%); TEF – Transferência Eletrônica de Fundos (5%); e outros (2%), sendo que esses percentuais podem variar em decorrência do segmento de atuação e do perfil de seu público.

Fonte: e-commerce.org.br

Sonho de Consumo X Efetividade de Compra

Produtos mais buscados X Produtos mais comprados

Atualmente, recorremos à internet sempre que queremos saber sobre algo, seja o significado de uma palavra, o endereço de uma loja, as notícias que acontecem no mundo ou ainda, apenas para mantermos contato com outras pessoas.

No comércio eletrônico não é diferente. Sejam adeptos às compras virtuais ou não, antes de adquirir um novo produto, a maioria das pessoas pesquisa sobre as funcionabilidades, características, preços, formas de pagamento e buscam opiniões de terceiros antes de tomarem uma decisão de compra.

Observa-se, porém que nem sempre os itens mais procurados entre os buscadores e comparadores de produtos e preço são aqueles que definitivamente são os mais consumidos.

É o caso de eletrodomésticos que aparecem entre as três primeiras categorias de produtos mais buscadas em sites de comparação de preços, entretanto, representam apenas 5,6% das vendas eletrônicas no período do Natal.

Da mesma forma, os perfumes, classificados como itens da categoria de saúde e beleza da e-bit, apesar de não serem tão pesquisado nestes tipos de sites, foram responsáveis por 7,3% do volume de pedidos no mesmo período.

O conhecimento prévio das fragrâncias e a necessidade de reposição são alguns fatores que podem justificar esse comportamento dos e-consumidores. Por já conhecerem e estarem habituados a utilizar determinada marca de perfume, ele não precisa mais pesquisar sobre este tipo de produto para que efetive a compra.

Categorias mais vendidas no Natal
(em volume de pedidos)

Eletrônicos: 17%
Livros, Revistas e Jornais: 16%
Informática: 13%
Telefonia Celular: 11%
Títulos de CD, DVD e Vídeo: 11%
Saúde e Beleza: 11%

Fonte: e-bir Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: Janeiro a Dezembro de 2007

Frequencia

No últimos 6 meses:
35% dos usuários compram ha mais de 6 meses
12% compraram a primeira vez
27% compraram de 2 a 3 vezes
13% comprarm de 4 a 6 vezes

Fonte: e-bir Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: Janeiro a Dezembro de 2007

Evolução do número de e-consumidores.

O volume de compras online efetuado na rede também cresceu devido ao aumento do número de consumidores virtuais. Foram contabilizados 20,4 milhões de pedidos de janeiro a dezembro, ou seja, aproximadamente 5,6 milhões de pedidos a mais do que em 2006 – quando o setor recebeu 14,9 milhões de pedidos

Evolução da quantidade de pedidos

Fonte: e-bir Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: Janeiro a Dezembro de 2007

Datas comemorativas em 2007

Dias das Mães
Período: 23/04/2007 a 09/05/2007
Faturamento: R$ 287 milhões
Tíquete Médio: R$ 304,00
Crescimento em relação a 2006: 63%
5º Categoria de produto mais vendida: Eletrodomésticos 6%

Dias dos Namorados
Período: 28/05/2007 a 13/06/2007
Faturamento: R$ 227 milhões
Tíquete Médio: R$ 287,00
Crescimento em relação a 2006: 47%
5º Categoria de produto mais vendida: Títulos de CD, DVD e Vídeo 6%

Dias dos Pais
Período: 30/07/2007 a 14/08/2007
Faturamento: R$ 265 milhões
Tíquete Médio: R$ 266,00
Crescimento em relação a 2006: 23%
5º Categoria de produto mais vendida: Eletrodomésticos 4%

Dias das Crianças
Período: 28/09/2007 a 12/10/2007
Faturamento: R$ 276 milhões
Tíquete Médio: R$ 275,00
Crescimento em relação a 2006: 40%
5º Categoria de produto mais vendida: Títulos de CD, DVD e Vídeo 7%

Natal
Período: 15/11/2007 a 23/12/2007
Faturamento: R$ 1.081 bilhão
Tíquete Médio: R$ 308,00
Crescimento em relação a 2006: 55%
5º Categoria de produto mais vendida: Telefonia Celular 6%

Fonte: e-bir Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: Janeiro a Dezembro de 2007

Categorias de Produtos mais vendidas em 2007

1º categoria: Livros
2º categoria: Informática
3º categoria: Saúde e Beleza
4º categoria: Telefonia Celular

Fonte: e-bir Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: Janeiro a Dezembro de 2007

Evolução do Varejo Online no Brasil

Os números e as taxas de crescimento das vendas online nos últimos anos são de deixar qualquer economista espantado com a força desse mercado, comprovando que o segmento veio para ficar e evoluir. Enfim, chegamos ao ponto de consolidação do e-commerce nacional.

No balanço do ano, verificou-se um crescimento nominal de 43% em relação ao ano anterior, atingindo a cifra de R$ 46,3 bilhões faturados em vendas de produtos pela Internet.

Balanço de 2007

Faturamento: R$ 6,3 bilhões
Ticket Médio: R$ 302,00
Crescimento em relação a 2006: 43%
Categoria de produto mais vendida: Livros e assinaturas de revistas e jornais 17%

Fonte: e-bir Informação (www.ebitempresa.com.br)
Período: Janeiro a Dezembro de 2007

Com o crescimento, País ocupa o quatro lugar entre as nações da América Latina com maiores vendas.

MIAMI – O comércio eletrônico cresceu 116% no Brasil em 2007, o que situou o país no quarto lugar das nações latino-americanas que registraram maior quantidade de vendas online, segundo um estudo divulgado nesta semana pela AmericaEconomia Intelligence e divulgado pela Visa America Latina.

No total, o comércio eletrônico cresceu 40% na América Latina e no Caribe em 2007, ao mobilizar mais de US$ 10 bilhões, uma alta atribuída ao crescimento econômico da região, avanços na tecnologia e mudanças no comportamento do consumidor.

O relatório aponta que nos dois últimos anos a alta foi de 121% na América Latina. O ranking de nações onde a comercialização online cresceu mais é liderado por Venezuela, com uma taxa de 224%, seguida de Chile, com 183%, México, com 143%, e Brasil, com 116%.

“O poder de compra gerado por um crescimento sustentado da economia na América Latina foi chave para que consumidores e companhias contem com a possibilidade de efetuar transações e realizar negociações no mundo virtual”, indicou o estudo.

Foi descoberto que mais de um terço das transações em linha são compras realizadas pelos consumidores fora do país de origem; e que nas nações nas quais o comércio eletrônico se encontra menos desenvolvido, o percentual de transações internacionais pode chegar a 90%.

Do ponto de vista social, o mercado dos mais jovens é o que lidera as despesas no comércio eletrônico, já que se sentem mais confortáveis adotando e utilizando novas tecnologias.

O aumento acelerado da internet e de banda larga também contribuiu ao crescimento do comércio, segundo o relatório.

“A contribuição tecnológica vem de um aumento de 48% na penetração na internet, assim como mais de 100% de crescimento no acesso à banda larga durante os últimos dois anos. Isto resultou em conexões mais rápidas que fazem com que as compras online sejam mais convenientes e mais fáceis que nunca”, aponta o texto.

O relatório também concluiu que os cartões de crédito desempenham um papel principal na expansão do comércio eletrônico: mais de 70% dos consumidores entrevistados preferem esta forma de pagamento na hora de comprar pela internet.

Apesar deste crescimento, esta forma de comércio não alcançou, segundo o relatório, um estado de maturidade na América Latina e no Caribe, e somente “representa 0,32% do Produto Interno Bruto (PIB) da região”. Em mercados maduros, como os Estados Unidos, “o comércio eletrônico constitui 0,98% do PIB do país”.

Fonte: Estadão

Fonte: IBOPE/NetRatings

Usuários ativos no Brasil

Abril / 2007

Crescimento (%)

Abril / 2008

15,9 milhões

41,3%

22,4 milhões

Banda Larga no Brasil

Abril / 2007

Crescimento (%)

Abril / 2008

11,9milhões

53%

18,3 milhões

82% dos usuários ativos no Brasil usam banda larga.

Comércio Eletrônico

Em 2007, o faturamento do comércio virtual atingiu R$ 13 bilhões, incluindo os automóveis, o turismo e os leilões. Foi um crescimento de 1.000% em seis anos.

Ao todo, 9,8 milhões de compradores fizeram, em média, nove compras durante o ano. O cartão de crédito é forma de pagamento preferida por 68% dos consumidores. O comércio virtual já representa 5% do total das vendas no varejo.

“Fazer uma loja virtual hoje é um investimento, porque na verdade você está montando uma equipe de vendas para trabalhar para sua empresa”, explica o analista de sistemas Márcio Morais.

Veja o vídeo

Fonte: Bom Dia Brasil 20/02/2008